Com faturamento de R$ 14 bilhões no ano passado, o mercado se depara com inúmeras possibilidades na era da tecnologia
O setor de segurança eletrônica está em constante transformação, impulsionado por avanços tecnológicos, mudanças nas demandas dos consumidores e novas regulamentações. Para se manterem competitivas, as empresas precisam adotar estratégias proativas que acompanhem essas evoluções. Mas quais os principais caminhos para que as empresas de segurança eletrônica prosperem nesse cenário dinâmico?
Para o diretor de Novos Negócios da Veolink Rogério Custódio, a adoção de tecnologias como inteligência artificial (IA), Internet das Coisas (IoT) e análise de big data é essencial.
“Essas ferramentas permitem um monitoramento inteligente com sistemas de câmeras com reconhecimento facial e análise comportamental. A integração de sensores IoT para respostas em tempo real, como alarmes conectados a centrais de monitoramento é muito importante para uma segurança mais assertiva, além da realização de uma análise preditiva com o uso de dados para antecipar incidentes e otimizar a alocação de recursos”, analisa.
Capacitação contínua
O capital humano é um diferencial competitivo. Treinamentos regulares sobre novas tecnologias, cibersegurança e atendimento ao cliente são cruciais. As empresas também devem oferecer cursos sobre operação de softwares avançados e manutenção de equipamentos.
Outro ponto a ser destacado é o foco na cibersegurança. Com a crescente digitalização, sistemas de segurança eletrônica estão mais vulneráveis a ataques cibernéticos. As empresas devem, entre outras coisas, implementar protocolos robustos de proteção de dados, como criptografia e autenticação multifator. Devem também realizar auditorias regulares de segurança em seus sistemas.
Para acompanhar as evoluções no setor de segurança eletrônica, as empresas precisam combinar inovação tecnológica, capacitação, foco no cliente e conformidade regulatória. “Aquelas que investirem em soluções inteligentes, sustentáveis e personalizadas, enquanto fortalecem a cibersegurança e parcerias estratégicas, estarão mais bem posicionadas para liderar o mercado”, finaliza Custódio.
Fonte: Jornal do Brás | Reprodução











