Sindicato dos Vigilantes de Alagoas lidera mobilização contra contratações irregulares
Na última segunda-feira (4), o Sindicato dos Vigilantes de Alagoas promoveu uma reunião em sua sede com representantes de empresas de segurança privada cadastradas na Polícia Federal, especialmente aquelas que atuam em grandes eventos. A pauta central foi o combate à contratação de empresas clandestinas por prefeituras do estado, prática que contraria a legislação vigente e coloca em risco a segurança da população.
Estiveram presentes empresas como Sentry Segurança, Inove & Renove Segurança, Leal Segurança, Sistema Rodrigues de Segurança e BSP Segurança, além de agentes da Polícia Federal. O encontro teve como foco o combate à crescente presença de empresas clandestinas, especialmente em contratos públicos com administrações municipais.
De acordo com os participantes, algumas prefeituras vêm firmando contratos milionários com empresas que não possuem o devido registro junto à Polícia Federal, em descumprimento à legislação federal e ao Estatuto da Segurança Privada. Isso compromete a qualidade dos serviços prestados, expõe a sociedade a riscos e enfraquece a competitividade justa entre empresas regulares.
Para fortalecer a fiscalização, o sindicato protocolou ofícios junto à Polícia Federal e solicitou que as prefeituras passem a observar integralmente as exigências do Estatuto da Segurança Privada. O objetivo é assegurar uma prestação de serviços qualificada e legal, em conformidade com a nova legislação sancionada em 2024.
Uma nova reunião com a Polícia Federal está prevista para a próxima semana, com o intuito de intensificar as ações de combate à clandestinidade e promover uma atuação conjunta entre entidades sindicais, empresários e órgãos fiscalizadores.


Fonte: Política Alagoana e Sindicato dos Vigilantes de Alagoas | Reprodução












2 Ver comentários
Acredito que o contrato nao e pra vigilante, e sim agentes de portaria
Bom dia eu fico muito grato por fazer parte dessa importante instituição na área de vigilância privada da qual eu faço parte