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	<title>Anuário Brasileiro 2025 &#8211; Revista Sucesso na Segurança Privada</title>
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	<description>O melhor da Segurança Privada na palma da sua mão!</description>
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	<title>Anuário Brasileiro 2025 &#8211; Revista Sucesso na Segurança Privada</title>
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	<item>
		<title>Anuário 2025 confirma: segurança privada ainda aguarda o futuro prometido pela nova lei</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2025 18:39:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Privada]]></category>
		<category><![CDATA[Anuário Brasileiro 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SSP]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança privada]]></category>
		<category><![CDATA[Vigilante]]></category>
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					<description><![CDATA[O Anuário da Segurança Pública 2025, divulgado neste mês de julho, trouxe dados atualizados sobre o setor da segurança privada no Brasil. Os números indicam avanços tímidos e reforçam uma percepção compartilhada por muitos profissionais: apesar da sanção da Lei 14.967/24, o setor segue parado no tempo, travado pela ausência do decreto regulamentador. Números gerais Vigilantes com vínculo ativo: O total chegou a 571.158 em 2025, o maior número registrado desde 2018, quando o setor contava com 604.476 profissionais. Profissionais com curso de formação atualizado: A quantidade caiu de forma preocupante: em 2019, eram mais de 1 milhão com formação válida. Hoje, são 765.942. Perfil dos profissionais Gênero: A participação feminina vem crescendo de forma gradual. Atualmente, as mulheres representam 17% da categoria, somando 95.191 profissionais, um avanço frente às 66.264 registradas em 2019. Já o número de homens passou de 497.734 para 548.417 no mesmo período. Escolaridade: Hoje, 79% dos vigilantes possuem pelo menos o ensino médio completo. São mais de 510 mil com essa formação. Além disso, o número de profissionais com ensino superior também aumentou: mais de 20 mil já concluíram a graduação e quase 10 mil estão cursando. Faixa etária: O setor mostra sinais de envelhecimento. Distribuição regional: Houve crescimento em todas as regiões: Apesar desses avanços pontuais, o Anuário deixa claro que a transformação profunda esperada com a nova lei ainda não chegou. Cerca de 200 mil profissionais com formação válida seguem fora do mercado, aguardando oportunidades que não se concretizam. Isso acontece justamente num momento em que o país demanda mais estrutura, eficiência e valorização na área da segurança privada. Em resumo, os dados do Anuário de 2025 mostram um setor com fôlego, mas avançando com dificuldades em meio a velhos obstáculos. A Lei 14.967/24 foi sancionada, mas sua efetividade depende da regulamentação. Sem o decreto, a nova era segue apenas no papel. Que o próximo anuário registre, enfim, o início dessa virada histórica para os profissionais e empresas que sustentam essa atividade essencial para o Brasil. Dados: https://forumseguranca.org.br/publicacoes/anuario-brasileiro-de-seguranca-publica/ Por Revista SSP]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="">O Anuário da Segurança Pública 2025, divulgado neste mês de julho, trouxe dados atualizados sobre o setor da segurança privada no Brasil. Os números indicam avanços tímidos e reforçam uma percepção compartilhada por muitos profissionais: apesar da sanção da Lei 14.967/24,<strong> o setor segue parado no tempo, travado pela ausência do decreto regulamentador.</strong></p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h5 class="wp-block-heading"><strong><mark style="background-color:#fcb900" class="has-inline-color">Números gerais</mark></strong></h5>



<div style="height:25px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong><mark style="background-color:#fadf95" class="has-inline-color">Vigilantes com vínculo ativo:</mark></strong></h6>



<p class="">O total chegou a 571.158 em 2025, o maior número registrado desde 2018, quando o setor contava com 604.476 profissionais.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong><mark style="background-color:#fadf95" class="has-inline-color">Profissionais com curso de formação atualizado:</mark></strong></h6>



<p class="">A quantidade caiu de forma preocupante: em 2019, eram mais de 1 milhão com formação válida. Hoje, são 765.942.</p>



<div style="height:25px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h5 class="wp-block-heading"><strong><mark style="background-color:#fcb900" class="has-inline-color">Perfil dos profissionais</mark></strong></h5>



<div style="height:15px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong><mark style="background-color:#fadf95" class="has-inline-color">Gênero:</mark></strong></h6>



<p class="">A participação feminina vem crescendo de forma gradual. Atualmente, as mulheres representam 17% da categoria, somando 95.191 profissionais, um avanço frente às 66.264 registradas em 2019. Já o número de homens passou de 497.734 para 548.417 no mesmo período.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong><mark style="background-color:#fadf95" class="has-inline-color">Escolaridade:</mark></strong></h6>



<p class="">Hoje, 79% dos vigilantes possuem pelo menos o ensino médio completo. São mais de 510 mil com essa formação. Além disso, o número de profissionais com ensino superior também aumentou: mais de 20 mil já concluíram a graduação e quase 10 mil estão cursando.</p>



<div style="height:25px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong><mark style="background-color:#fadf95" class="has-inline-color">Faixa etária:</mark></strong></h6>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="">O setor mostra sinais de envelhecimento.</p>



<div style="height:10px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<ul class="wp-block-list">
<li class="">36% dos vigilantes têm entre 40 e 49 anos;<br></li>



<li class="">24% têm mais de 50 anos;<br></li>



<li class="">Apenas 11% têm até 29 anos;<br></li>



<li class="">E 29% estão entre 30 e 39 anos.<br></li>
</ul>



<div style="height:25px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h5 class="wp-block-heading"><strong><mark style="background-color:#fcb900" class="has-inline-color">Distribuição regional:</mark></strong></h5>



<p class="">Houve crescimento em todas as regiões:</p>



<div style="height:15px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<ul class="wp-block-list">
<li class="">O Sudeste segue liderando, com 302 mil vigilantes ativos;<br></li>



<li class="">O Nordeste conta com quase 127 mil;<br></li>



<li class="">O Sul chegou a 101 mil;<br></li>



<li class="">O Centro-Oeste soma mais de 66 mil;<br></li>



<li class="">E o Norte chega a quase 47 mil profissionais.<br></li>
</ul>



<div style="height:25px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="">Apesar desses avanços pontuais, o Anuário deixa claro que<strong> a transformação profunda esperada com a nova lei ainda não chegou. </strong>Cerca de 200 mil profissionais com formação válida seguem fora do mercado, aguardando oportunidades que não se concretizam. Isso acontece justamente num momento em que o país demanda mais estrutura, eficiência e valorização na área da segurança privada.</p>



<p class="">Em resumo, <strong>os dados do Anuário de 2025 mostram um setor com fôlego, mas avançando com dificuldades em meio a velhos obstáculos.</strong> A Lei 14.967/24 foi sancionada, mas sua efetividade depende da regulamentação. Sem o decreto, a nova era segue apenas no papel. Que o próximo anuário registre, enfim, o início dessa virada histórica para os profissionais e empresas que sustentam essa atividade essencial para o Brasil.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Dados: <a href="https://forumseguranca.org.br/publicacoes/anuario-brasileiro-de-seguranca-publica/">https://forumseguranca.org.br/publicacoes/anuario-brasileiro-de-seguranca-publica/</a></strong></p>



<p class=""><strong>Por Revista SSP</strong></p>



<p class=""></p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>A emergência crônica da segurança privada: Por que o executivo trava a regulamentação da Lei 14.967/24?</title>
		<link>https://revistassp.com.br/a-emergencia-cronica-da-seguranca-privada-por-que-o-executivo-trava-a-regulamentacao-da-lei-14-967-24/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Jul 2025 18:58:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Decreto da Segurança Privada]]></category>
		<category><![CDATA[Estatuto da Segurança Privada]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Privada]]></category>
		<category><![CDATA[Anuário Brasileiro 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Decreto]]></category>
		<category><![CDATA[estatuto da segurança privada]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SSP]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança privada]]></category>
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					<description><![CDATA[O recém-lançado Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2025, ao esmiuçar dados da segurança privada, revela a perturbadora verdade: &#8220;nada de novo no front&#8221;.  O setor, em outras palavras, segue em estado de emergência idêntico ao cenário pré-Lei 14.967/24.  Há anos, os atores envolvidos clamam por socorro, mas a teia de segurança clandestina persiste, ultrapassando, e há muito, o limite do razoável! A saga do Estatuto consumiu mais de 15 anos de tramitação legislativa. Após esforço conjunto, inclusive do Governo, e célere aprovação no Senado, sob urgência, o que vemos? Um inexplicável e inaceitável limbo no Executivo por 10 meses.  O que, afinal, justifica tamanha inércia para uma lei tão essencial para a sociedade? RAZÕES INADIÁVEIS PARA A REGULAMENTAÇÃO URGENTE Primeira razão: A lei, por si só, é letra-morta para a modernização. Trinta e três dispositivos carecem de regulamentação para, enfim, desatar os nós da renovação e instalar a aguardada Nova Era da Segurança Privada no Brasil.  Continuamos, lamentavelmente, na pré-história, enquanto a sociedade migra da Era 4.0 para a 5.0, impulsionada pela IA. Segunda razão: A geração de efeitos sociais é palpável e urgente. Milhares de empregos, arrecadação de tributos e contribuições vitais para a Previdência Social estão à espera. Conforme a FENAVIST, por meio de seu presidente Jeferson Nazário, os novos nichos do Estatuto e o combate à clandestinidade criarão, em até 12 meses após-decreto, milhares de postos de trabalho no setor. Terceira razão: A sociedade ganha ao, finalmente, ter acesso a serviços de segurança privada legalizados e de elevado padrão técnico. Crucial recordar que a Lei 14.967/24 elevou a segurança privada à força complementar à pública, um pilar que, se ativado, ampliaria decisivamente o lastro de segurança em todas as esferas sociais. Quarta razão: A própria Polícia Federal, em audiência pública no Senado (09/08/2019) sobre o Estatuto, alertou: para cada vigilante regular, três atuavam ilegalmente. Para quem conhece o setor, é sabido que essa proporção é ainda mais alarmante; estima-se que meros 25% do mercado de trabalho da segurança privada opera na legalidade.  Não há exagero em afirmar que mais de 1,5 milhão de pessoas exercem a atividade de forma irregular, um cenário que clama por ação imediata. As ilegalidades mais frequentes incluem: Esse quadro desolador persiste, sublinhando a urgência implacável na deliberação do decreto regulamentador da Lei 14.967/24. AS CRÔNICAS DA IMPUNIDADE E TRAGÉDIA Inúmeros episódios trágicos atestam a precariedade da segurança irregular e suas nefastas consequências, que variam da tortura à morte: Todos esses casos infelizmente compartilham um padrão: os contratantes priorizam o menor preço. Consequentemente, as contratadas recorrem a subterfúgios para cortar custos, empregando seguranças sem vínculo formal ao lado de vigilantes regulares, artifício bem ilustrado no caso Carrefour de Porto Alegre.  Muitos abusos sequer ganham notoriedade, mas se repetem diariamente, em especial na segurança de eventos, epicentro de irregularidades e ilicitudes.&#160;Este vergonhoso &#8220;estado de emergência&#8221; só será superado com o decreto que, finalmente, alçará a Segurança Privada brasileira ao patamar das mais modernas do mundo. EM SÍNTESE: UM CLAMOR URGENTE Em suma, a Lei 14.967/24, regulamentada, detém o poder de destravar milhares de empregos, injetar renda, receita e tributos vitais à Previdência Social. Concomitantemente, proporcionará segurança jurídica ao setor, impulsionando expansão e catalisando a melhoria da segurança pública.&#160; A própria Polícia Federal, via seu delegado Coordenador Geral, já entregou, há mais de 60 dias, minuta definitiva do decreto, ratificando seu compromisso com a celeridade e urgência da medida. Senhor Presidente, diante deste inaceitável &#8220;estado de emergência na segurança privada&#8221;, não é hora de impulsionar a publicação do decreto em regime de urgência, urgentíssima? Por Pedrosa Mentoria]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="">O recém-lançado<strong><a href="https://forumseguranca.org.br/publicacoes/anuario-brasileiro-de-seguranca-publica/" data-type="link" data-id="https://forumseguranca.org.br/publicacoes/anuario-brasileiro-de-seguranca-publica/"> Anuário Brasileiro de Segurança Pública 2025</a></strong>, ao esmiuçar dados da segurança privada, revela a perturbadora verdade: &#8220;nada de novo no front&#8221;. </p>



<p class="">O setor, em outras palavras,<strong><mark style="background-color:#fcb900" class="has-inline-color"> segue em estado de emergência idêntico ao cenário pré-Lei 14.967/24. </mark></strong></p>



<p class="">Há anos, os atores envolvidos clamam por socorro, mas a teia de segurança clandestina persiste, ultrapassando, e há muito, o limite do razoável!</p>



<p class="">A saga do Estatuto consumiu mais de 15 anos de tramitação legislativa. Após esforço conjunto, inclusive do Governo, e célere aprovação no Senado, sob urgência, o que vemos? <strong>Um inexplicável e inaceitável limbo no Executivo por 10 meses. </strong></p>



<p class=""><strong><mark style="background-color:#fcb900" class="has-inline-color">O que, afinal, justifica tamanha inércia para uma lei tão essencial para a sociedade?</mark></strong></p>



<div style="height:25px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>RAZÕES INADIÁVEIS PARA A REGULAMENTAÇÃO URGENTE</strong></h5>



<div style="height:25px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="384" src="https://revistassp.com.br/wp-content/uploads/2025/07/3-1024x384.png" alt="" class="wp-image-6104" srcset="https://revistassp.com.br/wp-content/uploads/2025/07/3-1024x384.png 1024w, https://revistassp.com.br/wp-content/uploads/2025/07/3-300x113.png 300w, https://revistassp.com.br/wp-content/uploads/2025/07/3-768x288.png 768w, https://revistassp.com.br/wp-content/uploads/2025/07/3.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<div style="height:35px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><strong><mark style="background-color:#fcb900" class="has-inline-color">Primeira razão:</mark></strong></h6>



<p class=""><strong>A lei, por si só, é letra-morta para a modernização.</strong> Trinta e três dispositivos carecem de regulamentação para, enfim, desatar os nós da renovação e instalar a aguardada Nova Era da Segurança Privada no Brasil. </p>



<p class="">Continuamos, lamentavelmente, na pré-história, enquanto a sociedade migra da Era 4.0 para a 5.0, impulsionada pela IA.</p>



<div style="height:15px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><mark style="background-color:#fcb900" class="has-inline-color"><strong>Segunda razão:</strong> </mark></h6>



<p class=""><strong>A geração de efeitos sociais é palpável e urgente</strong>. Milhares de empregos, arrecadação de tributos e contribuições vitais para a Previdência Social estão à espera. Conforme a FENAVIST, por meio de seu presidente Jeferson Nazário, os novos nichos do Estatuto e o combate à clandestinidade criarão, em<strong> </strong>até 12 meses após-decreto, <strong><mark style="background-color:#fcb900" class="has-inline-color">milhares de postos de trabalho no setor.</mark></strong></p>



<div style="height:15px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><mark style="background-color:#fcb900" class="has-inline-color"><strong>Terceira razão:</strong> </mark></h6>



<p class=""><strong>A sociedade ganha ao, finalmente, ter acesso a serviços de segurança privada legalizados e de elevado padrão técnico.</strong> Crucial recordar que a Lei 14.967/24 elevou a segurança privada à força complementar à pública, um pilar que, se ativado, ampliaria decisivamente o lastro de segurança em todas as esferas sociais.</p>



<div style="height:15px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h6 class="wp-block-heading"><mark style="background-color:#fcb900" class="has-inline-color"><strong>Quarta razão:</strong> </mark></h6>



<p class=""><strong>A própria Polícia Federal, em audiência pública no Senado (09/08/2019) sobre o Estatuto, alertou: para cada vigilante regular, três atuavam ilegalmente.</strong> Para quem conhece o setor, é sabido que essa proporção é ainda mais alarmante; estima-se que meros 25% do mercado de trabalho da segurança privada opera na legalidade. </p>



<div style="height:15px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="">Não há exagero em afirmar que mais de <strong><mark style="background-color:#fcb900" class="has-inline-color">1,5 milhão de pessoas exercem a atividade de forma irregular,</mark></strong> um cenário que clama por ação imediata. As ilegalidades mais frequentes incluem:</p>



<div style="height:15px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<ul class="wp-block-list">
<li class="">Indivíduos sem qualquer formação básica;</li>
</ul>



<div style="height:15px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<ul class="wp-block-list">
<li class="">Pessoas com curso de vigilante, mas sem vínculo empregatício formal com empresas autorizadas;</li>
</ul>



<div style="height:15px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<ul class="wp-block-list">
<li class="">Agentes da segurança pública na ativa, usando arma funcional para escolta, segurança pessoal e transporte de bens/valores;</li>
</ul>



<div style="height:15px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<ul class="wp-block-list">
<li class="">Empresas legalmente constituídas, mas sem a devida autorização da Polícia Federal para oferecer serviços de segurança.</li>
</ul>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="">Esse quadro desolador persiste, sublinhando a urgência implacável na deliberação do decreto regulamentador da Lei 14.967/24.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>AS CRÔNICAS DA IMPUNIDADE E TRAGÉDIA</strong></h5>



<div style="height:25px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="384" src="https://revistassp.com.br/wp-content/uploads/2025/07/22-1024x384.png" alt="" class="wp-image-6105" srcset="https://revistassp.com.br/wp-content/uploads/2025/07/22-1024x384.png 1024w, https://revistassp.com.br/wp-content/uploads/2025/07/22-300x113.png 300w, https://revistassp.com.br/wp-content/uploads/2025/07/22-768x288.png 768w, https://revistassp.com.br/wp-content/uploads/2025/07/22.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<div style="height:35px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Inúmeros episódios trágicos atestam a precariedade da segurança irregular</strong> e suas nefastas consequências, que variam da tortura à morte:</p>



<div style="height:15px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<ul class="wp-block-list">
<li class=""><strong><mark style="background-color:#fcb900" class="has-inline-color">2017</mark> — Restaurante Habibs, São Paulo: </strong>João Vitor, 13 anos, foi agredido e morto por seguranças clandestinos;</li>
</ul>



<div style="height:15px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<ul class="wp-block-list">
<li class=""><strong><mark style="background-color:#fcb900" class="has-inline-color">2018 </mark>— Supermercado Pão de Açúcar, zona sul de São Paulo</strong>: adolescente negro brutalmente espancado;</li>
</ul>



<div style="height:15px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<ul class="wp-block-list">
<li class=""><strong><mark style="background-color:#fcb900" class="has-inline-color">2018 </mark>— Supermercado Extra, Morumbi, São Paulo: </strong>homem torturado com choques e pauladas;</li>
</ul>



<div style="height:15px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<ul class="wp-block-list">
<li class=""><strong><mark style="background-color:#fcb900" class="has-inline-color">2019 </mark>— Supermercado Carrefour, Porto Alegre: </strong>abordagem que resultou na morte de João Alberto;</li>
</ul>



<div style="height:15px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<ul class="wp-block-list">
<li class=""><strong><mark style="background-color:#fcb900" class="has-inline-color has-black-color">2019 </mark>— Supermercado Ricoy, São Paulo: </strong>segurança é flagrado chicoteando um adolescente;</li>
</ul>



<div style="height:15px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<ul class="wp-block-list">
<li class=""><strong><mark style="background-color:#fcb900" class="has-inline-color">2019 </mark>— Supermercado Extra, Barra da Tijuca, Rio de Janeiro: </strong>homem de 19 anos imobilizado e sufocado até a morte;</li>
</ul>



<div style="height:15px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<ul class="wp-block-list">
<li class=""><strong><mark style="background-color:#fcb900" class="has-inline-color">2019 </mark>— Rede Assaí Atacadista: </strong>criança negra de 10 anos é abordada violentamente;</li>
</ul>



<div style="height:15px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<ul class="wp-block-list">
<li class=""><strong><mark style="background-color:#fcb900" class="has-inline-color">2021 </mark>— Supermercado Atakarejo, Bahia:</strong> tio e sobrinho entregues a traficantes por seguranças e mortos;</li>
</ul>



<div style="height:15px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<ul class="wp-block-list">
<li class=""><strong><mark style="background-color:#fcb900" class="has-inline-color">2022 </mark>— Supermercado Unisuper, Canoas/RS:</strong> dois homens torturados por 45 minutos por ex-policiais em serviço clandestino;</li>
</ul>



<div style="height:15px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<ul class="wp-block-list">
<li class=""><strong><mark style="background-color:#fcb900" class="has-inline-color">2025 </mark>— Supermercado Muffato, Curitiba: </strong>supostamente, conforme notícias, um jobem foi imobilizado e torturado em um matagal próximo. Caso ainda em investigação.</li>
</ul>



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<p class=""><strong>Todos esses casos infelizmente compartilham um padrão: <mark style="background-color:#fcb900" class="has-inline-color">os contratantes priorizam o menor preço. </mark></strong>Consequentemente, as contratadas recorrem a subterfúgios para cortar custos, empregando seguranças sem vínculo formal ao lado de vigilantes regulares, artifício bem ilustrado no caso Carrefour de Porto Alegre. </p>



<p class="">Muitos abusos sequer ganham notoriedade, mas se repetem diariamente, em especial na segurança de eventos, epicentro de irregularidades e ilicitudes.&nbsp;Este vergonhoso <strong>&#8220;estado de emergência&#8221; </strong>só será superado com o decreto que, finalmente, alçará a Segurança Privada brasileira ao patamar das mais modernas do mundo.</p>



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<h5 class="wp-block-heading"><strong>EM SÍNTESE: UM CLAMOR URGENTE</strong></h5>



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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="384" src="https://revistassp.com.br/wp-content/uploads/2025/07/33-1024x384.png" alt="" class="wp-image-6106" srcset="https://revistassp.com.br/wp-content/uploads/2025/07/33-1024x384.png 1024w, https://revistassp.com.br/wp-content/uploads/2025/07/33-300x113.png 300w, https://revistassp.com.br/wp-content/uploads/2025/07/33-768x288.png 768w, https://revistassp.com.br/wp-content/uploads/2025/07/33.png 1200w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



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<p class=""><strong>Em suma, a Lei 14.967/24, regulamentada, detém o poder de destravar milhares de empregos, injetar renda, receita e tributos vitais à Previdência Social</strong>.</p>



<p class="">Concomitantemente, proporcionará segurança jurídica ao setor, impulsionando expansão e catalisando a melhoria da segurança pública.&nbsp;</p>



<p class="">A própria Polícia Federal, via seu delegado Coordenador Geral, já entregou, há mais de 60 dias, minuta definitiva do decreto, ratificando seu compromisso com a celeridade e urgência da medida.</p>



<p class="">Senhor Presidente, diante deste inaceitável <strong><mark style="background-color:#fcb900" class="has-inline-color">&#8220;estado de emergência na segurança privada&#8221;</mark>, </strong>não é hora de impulsionar a publicação do decreto em regime de urgência, urgentíssima?</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Por Pedrosa Mentoria</strong></p>



<p class=""></p>
]]></content:encoded>
					
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