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	<title>Aposentadoria Especial &#8211; Revista Sucesso na Segurança Privada</title>
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	<description>O melhor da Segurança Privada na palma da sua mão!</description>
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	<title>Aposentadoria Especial &#8211; Revista Sucesso na Segurança Privada</title>
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		<title>Comissão da Previdência aprova aposentadoria especial para vigilantes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Aug 2025 12:04:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Privada]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão da Previdência da Câmara dos Deputados aprovou ontem, 27/08, o Projeto de Lei Complementar (PLP) 42/2023, que concede aposentadoria especial aos vigilantes. A proposta segue agora para análise na Comissão de Finanças. O projeto é considerado um avanço importante para a categoria, pois busca corrigir uma injustiça provocada pela Reforma da Previdência de 2019, que havia retirado dos vigilantes o direito ao benefício. A aprovação ocorreu por unanimidade entre os parlamentares presentes na comissão. A aposentadoria especial dos vigilantes não é um privilégio, mas um direito e uma reparação necessária diante das condições de risco e exposição enfrentadas diariamente por esses trabalhadores.&#160; O autor da proposta, deputado federal, Alberto Fraga, revelou ao final da votação que estava faltando apenas uma assinatura para que este projeto fosse direto para o Plenário da Câmara Federal, já que ele tem apoio de todos os parlamentares. Fonte: CNTV &#124; Reprodução https://cntv.org.br/noticia__12067__Boletim-eletronico-27-08-2025.html]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">A Comissão da Previdência da Câmara dos Deputados aprovou ontem, 27/08, o Projeto de Lei Complementar (PLP) 42/2023, que concede aposentadoria especial aos vigilantes. A proposta segue agora para análise na Comissão de Finanças.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O projeto é considerado um avanço importante para a categoria, pois busca corrigir uma injustiça provocada pela Reforma da Previdência de 2019, que havia retirado dos vigilantes o direito ao benefício.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A aprovação ocorreu por unanimidade entre os parlamentares presentes na comissão.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A aposentadoria especial dos vigilantes não é um privilégio, mas um direito e uma reparação necessária diante das condições de risco e exposição enfrentadas diariamente por esses trabalhadores.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">O autor da proposta, deputado federal, Alberto Fraga, revelou ao final da votação que estava faltando apenas uma assinatura para que este projeto fosse direto para o Plenário da Câmara Federal, já que ele tem apoio de todos os parlamentares.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: CNTV | Reprodução</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://cntv.org.br/noticia__12067__Boletim-eletronico-27-08-2025.html">https://cntv.org.br/noticia__12067__Boletim-eletronico-27-08-2025.html</a></p>
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		<title>Em protesto, vigilantes cobram recuperação da aposentadoria especial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 May 2025 17:58:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Privada]]></category>
		<category><![CDATA[Aposentadoria Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SSP]]></category>
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		<category><![CDATA[Tema 1209]]></category>
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					<description><![CDATA[Profissionais precisam trabalhar quatro décadas para ter direito à aposentadoria, e empresas evitam contratar pessoas com mais de 50 anos Para cobrar o direito à aposentadoria especial por 25 anos de atuação, vigilantes protestaram no centro de Brasília, na manhã desta sexta-feira (30/5). Atualmente, esses profissionais trabalham, em média, durante 40 anos. Diante disso, a categoria luta para recuperar o direito à aposentadoria especial, perdido após a Reforma da Previdência, segundo o Sindicato dos Vigilantes do Distrito Federal (Sindesv-DF). O Sindesv-DF lembrou que, além das questões de saúde relacionadas ao tempo de trabalho, as próprias empresas de segurança têm evitado contratar vigilantes com mais de 50 anos, o que dificulta o alcance do tempo necessário para a aposentadoria. A categoria começou a cobrar o direito judicialmente e, da primeira instância até o Superior Tribunal de Justiça (STJ), conseguiu sentenças favoráveis. Atualmente, porém, o processo se encontra no Supremo Tribunal Federal (STF), sob análise do ministro Kassio Nunes Marques. Fonte: Metrópoles &#124; Reprodução https://www.metropoles.com/distrito-federal/em-protesto-vigilantes-cobram-recuperacao-da-aposentadoria-especial]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Profissionais precisam trabalhar quatro décadas para ter direito à aposentadoria, e empresas evitam contratar pessoas com mais de 50 anos</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Para cobrar o direito à aposentadoria especial por 25 anos de atuação, vigilantes protestaram no centro de Brasília, na manhã desta sexta-feira (30/5). Atualmente, esses profissionais trabalham, em média, durante 40 anos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Diante disso, a categoria luta para recuperar o direito à aposentadoria especial, perdido após a Reforma da Previdência, segundo o Sindicato dos Vigilantes do Distrito Federal (Sindesv-DF).</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Sindesv-DF lembrou que, além das questões de saúde relacionadas ao tempo de trabalho, as próprias empresas de segurança têm evitado contratar vigilantes com mais de 50 anos, o que dificulta o alcance do tempo necessário para a aposentadoria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A categoria começou a cobrar o direito judicialmente e, da primeira instância até o Superior Tribunal de Justiça (STJ), conseguiu sentenças favoráveis.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Atualmente, porém, o processo se encontra no Supremo Tribunal Federal (STF), sob análise do ministro Kassio Nunes Marques.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: Metrópoles | Reprodução</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://www.metropoles.com/distrito-federal/em-protesto-vigilantes-cobram-recuperacao-da-aposentadoria-especial"><strong>https://www.metropoles.com/distrito-federal/em-protesto-vigilantes-cobram-recuperacao-da-aposentadoria-especial</strong></a></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Vigilantes voltam à Avenida Paulista para exigir aposentadoria especial</title>
		<link>https://revistassp.com.br/vigilantes-voltam-a-avenida-paulista-para-exigir-aposentadoria-especial/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 May 2025 11:52:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança Privada]]></category>
		<category><![CDATA[#RevistaSSP]]></category>
		<category><![CDATA[Aposentadoria Especial]]></category>
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					<description><![CDATA[Na manhã da última sexta-feira (09/05), centenas de vigilantes e profissionais da segurança privada se reuniram mais uma vez na Avenida Paulista, em frente ao MASP, em São Paulo, para protestar pelo voto, do Ministro Kássio Nunes Marques, para o Tema 1209 do STF — que na prática tem dificultado ou inviabilizado o acesso à aposentadoria especial para categorias expostas à periculosidade. Com faixas e palavras de ordem, os manifestantes exigiram a retomada da aposentadoria especial para vigilantes e demais profissionais expostos à periculosidade. O protesto foi organizado de forma independente por lideranças da base e grupos regionais, e contou com o apoio da campanha #1209TrêsAnosNão, que denuncia os impactos do não julgamento do Tema 1209 no Supremo Tribunal Federal, e tira esse direito histórico da categoria. A manifestação contou com a participação de sindicatos e profissionais autônomos, que vieram de diversas regiões do estado e até de outros estados. A mobilização tem ganhado força nas redes sociais e nos grupos da categoria, ampliando o engajamento nacional. Por que o Tema 1209 preocupa? O Tema 1209 do Supremo Tribunal Federal fixou um entendimento que, segundo especialistas, dificultou a comprovação da periculosidade como critério para aposentadoria especial, mesmo em atividades de risco constante, como a dos vigilantes armados e desarmados. Desde então, diversos pedidos foram negados administrativamente e judicialmente. A luta continua! Os organizadores prometem seguir pressionando e articulando novas ações até que a aposentadoria especial dos profissionais da segurança seja reconhecida de forma justa e definitiva. E a mobilização segue crescendo: a próxima grande manifestação já está marcada para o dia 30 de maio, com protestos em todo o Brasil — e com concentração principal em Brasília, convocada pelo deputado distrital Chico Vigilante. Por Editorial]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Na manhã da última sexta-feira (09/05), centenas de vigilantes e profissionais da segurança privada se reuniram mais uma vez na Avenida Paulista, em frente ao MASP, em São Paulo, para protestar pelo voto, do Ministro Kássio Nunes Marques, para o Tema 1209 do STF — que na prática tem dificultado ou inviabilizado o acesso à aposentadoria especial para categorias expostas à periculosidade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com faixas e palavras de ordem, os manifestantes exigiram a retomada da aposentadoria especial para vigilantes e demais profissionais expostos à periculosidade. O protesto foi organizado de forma independente por lideranças da base e grupos regionais, e contou com o apoio da campanha <strong>#1209TrêsAnosNão</strong>, que denuncia os impactos do não julgamento do Tema 1209 no Supremo Tribunal Federal, e tira esse direito histórico da categoria.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><br>A manifestação contou com a participação de sindicatos e profissionais autônomos, que vieram de diversas regiões do estado e até de outros estados. A mobilização tem ganhado força nas redes sociais e nos grupos da categoria, ampliando o engajamento nacional.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por que o Tema 1209 preocupa?</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O Tema 1209 do Supremo Tribunal Federal fixou um entendimento que, segundo especialistas, dificultou a comprovação da periculosidade como critério para aposentadoria especial, mesmo em atividades de risco constante, como a dos vigilantes armados e desarmados. Desde então, diversos pedidos foram negados administrativamente e judicialmente.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>A luta continua!</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">Os organizadores prometem seguir pressionando e articulando novas ações até que a aposentadoria especial dos profissionais da segurança seja reconhecida de forma justa e definitiva.</p>



<p class="wp-block-paragraph">E a mobilização segue crescendo: a próxima grande manifestação já está marcada para o dia 30 de maio, com protestos em todo o Brasil — e com concentração principal em Brasília, convocada pelo deputado distrital Chico Vigilante.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Por Editorial</p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Vigilantes fazem manifestação em São Paulo enquanto aguardam decisão do STF sobre aposentadoria especial</title>
		<link>https://revistassp.com.br/vigilantes-fazem-manifestacao-em-sao-paulo-enquanto-aguardam-decisao-do-stf-sobre-aposentadoria-especial/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2025 20:36:59 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Segurança Privada]]></category>
		<category><![CDATA[Aposentadoria Especial]]></category>
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					<description><![CDATA[No dia 6 de abril de 2025, vigilantes de todo o Brasil se reuniram no centro de São Paulo em uma manifestação marcada por palavras de ordem, cartazes e o desejo coletivo de justiça. O foco foi a luta pela aposentadoria especial — um direito historicamente conquistado, mas que atualmente não contempla a categoria. Hoje, os vigilantes não têm mais acesso à aposentadoria especial, que permitia o afastamento após 25 anos de contribuição, sem a exigência de idade mínima. Após decisões judiciais desfavoráveis, esse direito foi suspenso, e o que resta é a expectativa em torno do julgamento do Tema 1209 no Supremo Tribunal Federal, que poderá restabelecer o direito da categoria. O voto decisivo está nas mãos do ministro Kássio Nunes Marques que ainda não se posicionou. Essa mudança é considerada um grave retrocesso, pois vigilantes lidam diariamente com situações de risco real à integridade física, seja em vigilância patrimonial, escolta armada ou transporte de valores, muitas vezes sem a estrutura e os equipamentos adequados para sua proteção. Os vigilantes também denunciaram a falta de valorização da profissão, relatando salários defasados, jornadas exaustivas e abusos no ambiente de trabalho, como a cobrança de tarefas adicionais sem a devida remuneração e o não pagamento correto de horas extras. A insegurança no ambiente laboral e a ausência de apoio após ocorrências graves também foi abordada. A manifestação não foi apenas um grito por direitos, mas também uma demonstração de união e força. Mesmo com muitos trabalhadores em serviço ou em outros estados, o apoio à causa foi nacional. O sentimento que marcou o ato foi o de pertencimento e resistência. A categoria quer ser ouvida, reconhecida e respeitada. Afinal, por trás de cada uniforme, há um trabalhador que enfrenta o perigo todos os dias e uma família que depende dele. A luta é por reconhecimento, dignidade e, acima de tudo, justiça. Relembre a história do Tema 1209 no STF O julgamento do Tema 1209, em tramitação no Supremo Tribunal Federal (STF), é aguardado com grande expectativa por vigilantes e diversas outras categorias profissionais que atuam sob risco constante.&#160; Antes da Reforma da Previdência de 2019, algumas decisões judiciais já reconheciam esse direito para trabalhadores que comprovassem exposição habitual a riscos à integridade física. No entanto, a ausência de uma previsão legal expressa gerou insegurança jurídica e interpretações divergentes entre os tribunais. Em 4 de fevereiro de 2025, o ministro André Mendonça determinou a suspensão de um processo envolvendo eletricitários, até que o STF conclua o julgamento do Tema 1209. A decisão final poderá consolidar o entendimento de que a periculosidade é um critério válido para o reconhecimento da aposentadoria especial, o que beneficiaria não apenas os vigilantes, mas também outras categorias como eletricitário, profissionais da área de energia, entre outros. O relator do processo é o ministro Nunes Marques, que deverá elaborar um voto fundamentado e solicitar a inclusão do tema na pauta de julgamento do STF. A partir disso, os ministros irão deliberar se a exposição ao risco, por si só, é suficiente para garantir esse tipo de aposentadoria. O resultado desse julgamento pode representar um marco para os direitos dos trabalhadores que atuam em condições perigosas. O reconhecimento da periculosidade como critério de aposentadoria especial significa mais do que um direito previdenciário: é o reconhecimento do risco real que esses profissionais enfrentam diariamente para proteger, manter e operar estruturas essenciais para o funcionamento do país. Por Revista SSP]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No dia 6 de abril de 2025, vigilantes de todo o Brasil se reuniram no centro de São Paulo em uma manifestação marcada por palavras de ordem, cartazes e o desejo coletivo de justiça. O foco foi a luta pela aposentadoria especial — um direito historicamente conquistado, mas que atualmente não contempla a categoria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje, os vigilantes não têm mais acesso à aposentadoria especial, que permitia o afastamento após 25 anos de contribuição, sem a exigência de idade mínima. Após decisões judiciais desfavoráveis, esse direito foi suspenso, e o que resta é a expectativa em torno do julgamento do Tema 1209 no Supremo Tribunal Federal, que poderá restabelecer o direito da categoria. O voto decisivo está nas mãos do ministro Kássio Nunes Marques que ainda não se posicionou.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa mudança é considerada um grave retrocesso, pois vigilantes lidam diariamente com situações de risco real à integridade física, seja em vigilância patrimonial, escolta armada ou transporte de valores, muitas vezes sem a estrutura e os equipamentos adequados para sua proteção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os vigilantes também denunciaram a falta de valorização da profissão, relatando salários defasados, jornadas exaustivas e abusos no ambiente de trabalho, como a cobrança de tarefas adicionais sem a devida remuneração e o não pagamento correto de horas extras. A insegurança no ambiente laboral e a ausência de apoio após ocorrências graves também foi abordada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A manifestação não foi apenas um grito por direitos, mas também uma demonstração de união e força. Mesmo com muitos trabalhadores em serviço ou em outros estados, o apoio à causa foi nacional. O sentimento que marcou o ato foi o de pertencimento e resistência. A categoria quer ser ouvida, reconhecida e respeitada. Afinal, por trás de cada uniforme, há um trabalhador que enfrenta o perigo todos os dias e uma família que depende dele. A luta é por reconhecimento, dignidade e, acima de tudo, justiça.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Relembre a história do Tema 1209 no STF</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O julgamento do Tema 1209, em tramitação no Supremo Tribunal Federal (STF), é aguardado com grande expectativa por vigilantes e diversas outras categorias profissionais que atuam sob risco constante.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes da Reforma da Previdência de 2019, algumas decisões judiciais já reconheciam esse direito para trabalhadores que comprovassem exposição habitual a riscos à integridade física. No entanto, a ausência de uma previsão legal expressa gerou insegurança jurídica e interpretações divergentes entre os tribunais.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Em 4 de fevereiro de 2025, o ministro André Mendonça determinou a suspensão de um processo envolvendo eletricitários, até que o STF conclua o julgamento do Tema 1209. A decisão final poderá consolidar o entendimento de que a periculosidade é um critério válido para o reconhecimento da aposentadoria especial, o que beneficiaria não apenas os vigilantes, mas também outras categorias como eletricitário, profissionais da área de energia, entre outros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O relator do processo é o ministro Nunes Marques, que deverá elaborar um voto fundamentado e solicitar a inclusão do tema na pauta de julgamento do STF. A partir disso, os ministros irão deliberar se a exposição ao risco, por si só, é suficiente para garantir esse tipo de aposentadoria.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O resultado desse julgamento pode representar um marco para os direitos dos trabalhadores que atuam em condições perigosas. O reconhecimento da periculosidade como critério de aposentadoria especial significa mais do que um direito previdenciário: é o reconhecimento do risco real que esses profissionais enfrentam diariamente para proteger, manter e operar estruturas essenciais para o funcionamento do país.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Por Revista SSP</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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		<title>Aposentadoria Especial do Vigilante: Presidente Lula responde ao pedido da CNTV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Sep 2024 20:35:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[#RevistaSSP]]></category>
		<category><![CDATA[Aposentadoria Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Vigilante]]></category>
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					<description><![CDATA[No documento entregue a Lula, a CNTV solicita que o Presidente &#8220;encaminhe ao Congresso Nacional a providência necessária para que os Vigilantes brasileiros possam contar com a sua aposentadoria especial digna e ainda em vida&#8221;. Agora, a CNTV se reunirá com o Ministro da Previdência, Carlos Lupi, e o Ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Rui Costa, para pedir celeridade na análise e aceitação da solicitação dos vigilantes. A Aposentadoria Especial foi preservada na Constituição Brasileira com a derrota da proposta do governo Bolsonaro, que visava proibi-la na reforma previdenciária de 2019. No entanto, a Constituição requer uma lei ordinária. Esse é o pedido feito ao Presidente: &#8220;uma aposentadoria digna e ainda em vida&#8221;. Essa é uma luta para aqueles que sabem e têm coragem de lutar. O pedido, entregue pessoalmente ao Presidente Lula pelo Deputado e Diretor da CNTV, Chico Vigilante, no dia 9 de setembro, durante a cerimônia de sanção do Estatuto da Segurança Privada, foi respondido nesta terça-feira, 17 de setembro. O Gabinete da Presidência informou que a questão foi encaminhada ao Ministério da Previdência Social e à Secretaria de Relações Institucionais para análise. Fonte: Notícias CNTV &#124; Reprodução]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">No documento entregue a Lula, a CNTV solicita que o Presidente &#8220;encaminhe ao Congresso Nacional a providência necessária para que os Vigilantes brasileiros possam contar com a sua aposentadoria especial digna e ainda em vida&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Agora, a CNTV se reunirá com o Ministro da Previdência, Carlos Lupi, e o Ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Rui Costa, para pedir celeridade na análise e aceitação da solicitação dos vigilantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Aposentadoria Especial foi preservada na Constituição Brasileira com a derrota da proposta do governo Bolsonaro, que visava proibi-la na reforma previdenciária de 2019. No entanto, a Constituição requer uma lei ordinária. Esse é o pedido feito ao Presidente: &#8220;uma aposentadoria digna e ainda em vida&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa é uma luta para aqueles que sabem e têm coragem de lutar.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O pedido, entregue pessoalmente ao Presidente Lula pelo Deputado e Diretor da CNTV, Chico Vigilante, no dia 9 de setembro, durante a cerimônia de sanção do Estatuto da Segurança Privada, foi respondido nesta terça-feira, 17 de setembro. O Gabinete da Presidência informou que a questão foi encaminhada ao Ministério da Previdência Social e à Secretaria de Relações Institucionais para análise.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Fonte: Notícias CNTV | Reprodução</p>
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