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	<title>Came &#8211; Revista Sucesso na Segurança Privada</title>
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	<description>O melhor da Segurança Privada na palma da sua mão!</description>
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	<title>Came &#8211; Revista Sucesso na Segurança Privada</title>
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		<title>Antes de sua 13ª Exposec, Came celebra 15 anos de operação no Brasil e prevê fechar semestre com alta de 35% nas vendas no setor de segurança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jun 2025 16:55:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Marco Barbosa, diretor da empresa, exalta expansão contínua de filial no país e confirma projeção de crescimento em relação ao mesmo período de 2024 Junho, 2025 – Líder mundial em produtos de controle de acesso no mercado de segurança e com filiais em mais de 20 países, a Came está celebrando 15 anos de operação no Brasil, onde iniciou as suas atividades em abril de 2010. De lá para cá, ampliou de forma crescente a sua participação no seu setor e dobrou de tamanho desde 2021. Como reflexo desta expansão, a Came do Brasil está prestes a mudar de sede e migrar a sua produção para uma nova fábrica em Indaiatuba (SP), cuja inauguração é prevista para este ano. Antes disso, o diretor da empresa, Marco Barbosa, confirmou a projeção de fechar o primeiro semestre de 2025 com um aumento de 35% nas vendas na comparação com o mesmo período de 2024 e celebrou a evolução constante da companhia em território brasileiro. Essa previsão de crescimento foi revelada antes de a Came marcar presença como expositora, entre os próximos dias 10 e 12 de junho, pela 13ª vez em uma edição da Exposec, a Feira Internacional de Tecnologia em Segurança, no São Paulo Exhibition &#38; Convention Center, onde vai apresentar três novos equipamentos que serão inseridos ao seu portfólio a partir da segunda metade do ano: um modelo de catraca torniquete e outros dois de automatizadores de portão, feitos totalmente com aço inox, que chegarão como boas opções de custo reduzido e servirão a um universo de clientes maior no segmento de alta proteção. E ao lembrar do histórico da multinacional no Brasil, Barbosa exalta a oferta de produtos cada vez mais diversificada que a empresa foi disponibilizando aos seus clientes ao longo destes 15 anos de atuação no país. “A Came começou, em abril de 2010, como um investimento estratégico do grupo para as Américas. Para a América do Sul, o ponto de desenvolvimento estratégico da companhia foi o Brasil, que estava em evidência, crescendo bastante. Então, a escolha foi lógica para a abertura da filial aqui. Inicialmente, só trabalhávamos com produtos importados, basicamente cancelas e motores de portão. Mas, ao longo dos anos subsequentes, as cancelas se tornaram um produto de destaque para a unidade brasileira, ao ponto de começarmos a montá-las localmente até para podermos oferecê-las com um preço mais competitivo. E o processo de fortalecimento da marca como fornecedora de cancelas teve grande repercussão em função da própria qualidade apresentada por elas”, ressalta o diretor, para em seguida destacar a variedade de equipamentos que a multinacional conseguiu adicionar ao seu portfólio no país. “A partir daí, a Came passou a produzir naturalmente uma gama cada vez maior de produtos de controle de acesso, como reservadores de vaga, portas automáticas e com detectores de metal, além de equipamentos de alta segurança, nicho no qual a empresa se sobressaiu com bollards e roadblockers (barreiras retráteis capazes de suportar fortes impactos), além de garras de tigre (dilaceradores de pneus fixados no solo) e até mesmo as cancelas resistentes a impactos de veículos pesados como caminhões, o que colaborou para que se tornasse a referência que é atualmente no mercado”, reforça Barbosa. Uma série de modelos desses dispositivos estarão no estande da companhia nesta próxima Exposec, em um espaço de 180 m², onde serão exibidos em funcionamento e os visitantes poderão operá-los por meio do aplicativo Came Connect, baixado em seus smartphones. E a ótima aceitação que esses produtos estão tendo em diferentes segmentos, somada a uma preocupação crescente dos seus clientes em se proteger contra a criminalidade, vem se refletindo em um alto volume de negócios da multinacional no Brasil em 2025. “Se compararmos com o mesmo período de 2024, neste primeiro semestre cresceremos mais de 35% no geral. Então, é um crescimento bastante expressivo, até porque, normalmente, a segunda metade do ano é mais forte para nós do que a primeira em termos de vendas. E nós estamos entendendo justamente que as empresas estão procurando por sistemas que possibilitem um melhor controle de acesso dentro de suas estruturas e uma maior segurança e confiança para o resguardo dos seus ativos como um todo”, explica Barbosa, que também faz uma projeção otimista ao vislumbrar os próximos passos da companhia no Brasil. “Acreditamos que, se continuarmos nesse ritmo atual, vamos acabar dobrando de tamanho nos próximos quatro anos de novo. Estamos muito focados nisso e, principalmente, em oferecer cada vez mais os produtos que a Came tem no exterior e integram uma gama muito grande, que trazemos aos poucos, à medida em que o mercado vai reagindo favoravelmente aos novos equipamentos e tecnologias disponibilizadas aqui”, completa. Em marco dos 15 anos, nova fábrica simboliza expansão Montada por meio de um investimento previsto de cerca de R$ 3,5 milhões e com um espaço três vezes maior do que o da sua planta fabril atual, a nova fábrica da Came será inaugurada pouco após a empresa completar 15 anos de operação no Brasil e simboliza a expansão contínua da empresa no país, hoje uma base estratégica importante para a multinacional no mundo. O fato foi exaltado por Andrea Menuzzo, CEO global do grupo de origem italiana, em fevereiro, quando visitou a filial em Indaiatuba (SP) e comentou sobre a necessidade do investimento na estrutura de produção para atender às demandas crescentes dos clientes da unidade brasileira, que em 2024 teve um faturamento aproximado de R$ 45 milhões e elevou as suas vendas de produtos, projetos e serviços em mais de 30%, no geral, e em mais de 50% no subsegmento de alta segurança na comparação com ciclo de 12 meses de 2023. Em seu novo polo industrial, a Came contará com um maior número de linhas de montagem de equipamentos, aumentará o seu poder de armazenagem dos produtos e terá melhor eficiência logística. “A perspectiva de mudança para o novo prédio é de que ocorra em julho ou no começo de agosto, sendo que no momento estamos fazendo todo o processo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="">Marco Barbosa, diretor da empresa, exalta expansão contínua de filial no país e confirma projeção de crescimento em relação ao mesmo período de 2024</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Junho, 2025 </strong>– Líder mundial em produtos de controle de acesso no mercado de segurança e com filiais em mais de 20 países, a Came está celebrando 15 anos de operação no Brasil, onde iniciou as suas atividades em abril de 2010. De lá para cá, ampliou de forma crescente a sua participação no seu setor e dobrou de tamanho desde 2021. Como reflexo desta expansão, a Came do Brasil está prestes a mudar de sede e migrar a sua produção para uma nova fábrica em Indaiatuba (SP), cuja inauguração é prevista para este ano. Antes disso, o diretor da empresa, Marco Barbosa, confirmou a projeção de fechar o primeiro semestre de 2025 com um aumento de 35% nas vendas na comparação com o mesmo período de 2024 e celebrou a evolução constante da companhia em território brasileiro.</p>



<p class="">Essa previsão de crescimento foi revelada antes de a Came marcar presença como expositora, entre os próximos dias 10 e 12 de junho, pela 13ª vez em uma edição da Exposec, a Feira Internacional de Tecnologia em Segurança, no São Paulo Exhibition &amp; Convention Center, onde vai apresentar três novos equipamentos que serão inseridos ao seu portfólio a partir da segunda metade do ano: um modelo de catraca torniquete e outros dois de automatizadores de portão, feitos totalmente com aço inox, que chegarão como boas opções de custo reduzido e servirão a um universo de clientes maior no segmento de alta proteção. E ao lembrar do histórico da multinacional no Brasil, Barbosa exalta a oferta de produtos cada vez mais diversificada que a empresa foi disponibilizando aos seus clientes ao longo destes 15 anos de atuação no país.</p>



<p class=""><em>“A Came começou, em abril de 2010, como um investimento estratégico do grupo para as Américas. Para a América do Sul, o ponto de desenvolvimento estratégico da companhia foi o Brasil, que estava em evidência, crescendo bastante. Então, a escolha foi lógica para a abertura da filial aqui. Inicialmente, só trabalhávamos com produtos importados, basicamente cancelas e motores de portão. Mas, ao longo dos anos subsequentes, as cancelas se tornaram um produto de destaque para a unidade brasileira, ao ponto de começarmos a montá-las localmente até para podermos oferecê-las com um preço mais competitivo. E o processo de fortalecimento da marca como fornecedora de cancelas teve grande repercussão em função da própria qualidade apresentada por elas”,</em> ressalta o diretor, para em seguida destacar a variedade de equipamentos que a multinacional conseguiu adicionar ao seu portfólio no país.</p>



<p class=""><em>“A partir daí, a Came passou a produzir naturalmente uma gama cada vez maior de produtos de controle de acesso, como reservadores de vaga, portas automáticas e com detectores de metal, além de equipamentos de alta segurança, nicho no qual a empresa se sobressaiu com bollards e roadblockers (barreiras retráteis capazes de suportar fortes impactos), além de garras de tigre (dilaceradores de pneus fixados no solo) e até mesmo as cancelas resistentes a impactos de veículos pesados como caminhões, o que colaborou para que se tornasse a referência que é atualmente no mercado”</em>, reforça Barbosa.</p>



<p class="">Uma série de modelos desses dispositivos estarão no estande da companhia nesta próxima Exposec, em um espaço de 180 m², onde serão exibidos em funcionamento e os visitantes poderão operá-los por meio do aplicativo Came Connect, baixado em seus smartphones. E a ótima aceitação que esses produtos estão tendo em diferentes segmentos, somada a uma preocupação crescente dos seus clientes em se proteger contra a criminalidade, vem se refletindo em um alto volume de negócios da multinacional no Brasil em 2025.</p>



<p class=""><em>“Se compararmos com o mesmo período de 2024, neste primeiro semestre cresceremos mais de 35% no geral. Então, é um crescimento bastante expressivo, até porque, normalmente, a segunda metade do ano é mais forte para nós do que a primeira em termos de vendas. E nós estamos entendendo justamente que as empresas estão procurando por sistemas que possibilitem um melhor controle de acesso dentro de suas estruturas e uma maior segurança e confiança para o resguardo dos seus ativos como um todo”, explica Barbosa, que também faz uma projeção otimista ao vislumbrar os próximos passos da companhia no Brasil. “Acreditamos que, se continuarmos nesse ritmo atual, vamos acabar dobrando de tamanho nos próximos quatro anos de novo. Estamos muito focados nisso e, principalmente, em oferecer cada vez mais os produtos que a Came tem no exterior e integram uma gama muito grande, que trazemos aos poucos, à medida em que o mercado vai reagindo favoravelmente aos novos equipamentos e tecnologias disponibilizadas aqui”,</em> completa.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Em marco dos 15 anos, nova fábrica simboliza expansão</strong></p>



<p class="">Montada por meio de um investimento previsto de cerca de R$ 3,5 milhões e com um espaço três vezes maior do que o da sua planta fabril atual, a nova fábrica da Came será inaugurada pouco após a empresa completar 15 anos de operação no Brasil e simboliza a expansão contínua da empresa no país, hoje uma base estratégica importante para a multinacional no mundo. O fato foi exaltado por Andrea Menuzzo, CEO global do grupo de origem italiana, em fevereiro, quando visitou a filial em Indaiatuba (SP) e comentou sobre a necessidade do investimento na estrutura de produção para atender às demandas crescentes dos clientes da unidade brasileira, que em 2024 teve um faturamento aproximado de R$ 45 milhões e elevou as suas vendas de produtos, projetos e serviços em mais de 30%, no geral, e em mais de 50% no subsegmento de alta segurança na comparação com ciclo de 12 meses de 2023.</p>



<p class="">Em seu novo polo industrial, a Came contará com um maior número de linhas de montagem de equipamentos, aumentará o seu poder de armazenagem dos produtos e terá melhor eficiência logística.<em> “A perspectiva de mudança para o novo prédio é de que ocorra em julho ou no começo de agosto, sendo que no momento estamos fazendo todo o processo de adequação do local para as nossas novas necessidades, de ampliar a capacidade produtiva, de estoque e da organização de toda a parte logística para poder satisfazer a essa demanda que nos últimos anos tem aumentado bastante para nós, seja de controle de acesso ou de materiais de alta segurança. E isso vai propiciar também a possibilidade de trazer outros produtos lá de fora para poder apresentar aqui no mercado brasileiro, sejam eles produtos acabados finais ou sejam eles com montagem parcial, como a gente faz hoje com as cancelas. Será uma grande oportunidade para ampliar o nosso portfólio e consequentemente continuar crescendo de maneira agressiva”</em>, enfatiza o diretor da Came do Brasil.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Exposec é aliada de peso para crescimento desde 2011</strong></p>



<p class="">Depois de iniciar as suas operações no Brasil em 2010, a Came começou a participar da Exposec em 2011, esteve presente anualmente em todas as edições seguintes da feira até 2019 e depois entre 2022 e 2024 – em 2020 e 2021, o evento acabou sendo cancelado devido à pandemia do novo coronavírus. E antes de a empresa expor os seus produtos e serviços pela 13ª vez neste grande encontro internacional de tecnologia em segurança, Barbosa enaltece a atração como uma vitrine fundamental que ajudou a alavancar os negócios da empresa ao longo destes 15 anos de atividades em solo nacional.</p>



<p class=""><em>“Nós aqui da Came entendemos muito rápido que, apesar de estarmos em campo praticamente todos os meses do ano visitando o Brasil inteiro, não conseguimos ter essa permeabilidade de estar em todos os lugares, conhecendo todos os clientes, porque é praticamente impossível. Por mais que a gente viaje, pesquise, receba as informações e invista muito dinheiro o ano inteiro para visitar clientes, percebemos que a feira é um catalisador de potenciais consumidores. E é na Exposec que todo mundo se concentra para ver as novidades do mercado de segurança e controle de acesso. Então, a parceria que formamos com o evento acabou acontecendo de forma natural para podermos estar expondo aquilo que temos de melhor lá fora, que atende ao mundo inteiro e também pode atender aqui ao mercado brasileiro”</em>, ressalta o diretor da filial brasileira da multinacional.</p>



<p class=""><em>“O sucesso para nós da feira é justamente poder ter essa proximidade com os clientes que muitas vezes não conseguimos detectar em nosso radar, mas que acabamos conhecendo quando eles visitam o nosso estande, onde temos mais oportunidades de fazer negócios e levar nossos produtos para serem conhecidos nas regiões de cada um porque cada cliente tem uma necessidade específica e, por meio deste contato mais próximo, conseguimos adequá-las de acordo com os nossos produtos”</em>, reforça Barbosa.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Panorama de violência ajuda a impulsionar expansão</strong></p>



<p class="">Uma recente pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha, que ouviu 3.054 pessoas de 172 municípios, entre os dias 1º e 3 de abril, apontou que 58% dos brasileiros perceberam aumento da criminalidade em suas cidades. Em meio a esse panorama de preocupação crescente com a violência, a última edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública destacou que foram gastos no país R$ 137,9 bilhões com financiamento de políticas de segurança pública em 2023, um aumento de 4,9% em comparação ao valor gasto com essa finalidade em 2022.</p>



<p class="">Os números refletem a realidade dos brasileiros, que há décadas convivem com índices criminais alarmantes. E desde o início do seu período de atuação em solo nacional, a Came vê a busca crescente da população por maior proteção ajudar a impulsionar a expansão dos seus negócios no território nacional.</p>



<p class=""><em>“Ao longo desses 15 anos, a Came do Brasil vem crescendo junto com o mercado de segurança daqui. E a partir do momento em que temos um país que possui problemas de segurança crônicos e que não são resolvidos pelo poder público, as empresas do nosso setor acabam sendo uma das possibilidades de trazer essa sensação de mais segurança porque disponibilizamos produtos que inibem algum tipo de invasão ou a possibilidade de ter um bem subtraído das pessoas. E a Came vem crescendo ano após ano ao trazer produtos do exterior que atendem diferentes necessidades, até mesmo alguns que, lá fora, normalmente são usados para outro tipo de abordagem, como antiterrorismo. E por meio desses equipamentos e nossos projetos estamos combatendo a violência doméstica com muito sucesso”</em>, comemora Barbosa.</p>



<p class="">A Came disponibiliza atualmente uma extensa carteira de equipamentos em seu portfólio para satisfazer às necessidades do mercado brasileiro, com catracas, cancelas, portas automáticas e com detectores de metais, automatizadores de portões em sua linha de controle de acesso; bollards, road blockers, dilaceradores de pneus, cancelas e portas capazes de absorver fortes impactos em sua gama de alta segurança, além do Came Key, do Came Connect e do Came QBE, acessórios remotos para operar dispositivos à distância.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Fonte: Assessoria Came do Brasil</strong></p>



<p class=""></p>
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		<item>
		<title>Sancionada, lei do Estatuto da Segurança Privada abre caminho para regulamentar setor e reduzir o alto número de empresas clandestinas</title>
		<link>https://revistassp.com.br/sancionada-lei-do-estatuto-da-seguranca-privada-abre-caminho-para-regulamentar-setor-e-reduzir-o-alto-numero-de-empresas-clandestinas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Sep 2024 18:46:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estatuto da Segurança Privada]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Came]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SSP]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança privada]]></category>
		<category><![CDATA[Vigilante]]></category>
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					<description><![CDATA[Diretor da Came do Brasil, Marco Barbosa exalta importância da nova legislação no mercado nacional, hoje com mais de 11 mil firmas irregulares neste segmento Setembro, 2024 – A Lei 14.967/2024, que institui uma remodelada normatização ao Estatuto da Segurança Privada, foi sancionada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, no último dia 9 de setembro, em uma decisão que é considerada um marco histórico para o setor. Embora tenha sido aprovada com sete vetos pelo líder maior do governo brasileiro, a nova legislação abre um caminho importante para regulamentar efetivamente o segmento e reduzir o alto número de empresas de segurança que operam de forma clandestina no país. A norma atualizada que acaba de passar pela sanção presidencial substitui a Lei 7.102/83, que estava em vigor há 41 anos e era considerada arcaica. E o estatuto estabelece, principalmente, novas regulamentações para as companhias de segurança privada e de transporte de valores, que, entre as exigências para poderem funcionar legalmente, terão de receber autorização da Polícia Federal depois de serem submetidas à fiscalização dessa instituição. Marco Barbosa, diretor da unidade brasileira da Came, líder mundial em produtos de controle de acesso no mercado de segurança, exaltou a importância da nova legislação em meio a um cenário preocupante de ilegalidade neste setor no Brasil. Um relatório recente divulgado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores da Segurança Privada (Contrasp), que representa sete federações e 82 sindicatos em território nacional, apontou a existência de 11.231 empresas clandestinas e apenas 2.694 formais atuando neste ramo no país. “No meu ponto de vista, tudo que pudermos ter que garanta uma certificação, uma normatização, é muito bom para o mercado e para os seus clientes. Desta maneira, os usuários dos serviços prestados saberão que estará sendo disponibilizado a eles produtos de alta qualidade, certificados por órgãos de fiscalização, cuja ação atestará que os produtos oferecidos funcionam como prometido quando foram vendidos ou anunciados”, analisa Barbosa. Especialista em segurança, o diretor da Came também considera que a aprovação do novo Estatuto da Segurança Privada era urgente também para ajudar a tornar cada vez mais inviável a atuação das empresas que figuram de forma ilegal neste mercado. “Infelizmente, esse grande número de companhias clandestinas é um sintoma do Brasil para grande parte dos setores. Não é uma exclusividade da área de segurança. Muitas pessoas, infelizmente, vão buscar empresas que não têm um orçamento previsto, que trabalham com dificuldades de verba e oferecem serviços clandestinos ou não legalizados, que são muito mais baratos. E essas companhias nem sempre possuem os melhores produtos e quase nunca dispõem dos melhores profissionais. E quando a empresa se legaliza, ainda fica muito difícil (sobreviver no mercado) por causa dos impostos que têm de ser pagos”, completa Barbosa.  O texto da lei sancionada no último dia 9 destaca que o novo estatuto também promove a regulamentação da segurança eletrônica, que “se expandiu de forma desordenada, gerando desemprego, além de promover a concorrência desleal por não haver a necessidade de prestação de serviço com profissionais devidamente habilitados”. Em meio a esse cenário, a Contrasp, que baseou os números do seu último relatório em dados de juntas comerciais de estados das cinco regiões do país, indica que a proporção atual do setor de proteção privada é a de que, para cada uma empresa legalizada, existem quatro clandestinas. “Muitas vezes, a empresa não tem o suporte financeiro necessário para se regularizar. Então, como todo mundo precisa trabalhar ou necessita de algum serviço de segurança, muitos acabam recorrendo à solução mais fácil e mais barata, que nunca é a melhor para se proteger contra a violência e a criminalidade. Então, essa diferença expressiva do número de companhias regulares e irregulares é um sintoma que vamos encontrar em vários setores no Brasil e, infelizmente, é um problema muito mais profundo, que precisa ser revisto dentro da esfera federal, como ocorre agora por meio do estatuto sancionado neste mês pela presidência”, reforça o diretor da Came ao analisar o panorama da área de segurança em solo nacional. Fiscalização eficiente é fundamental O Estatuto da Segurança Privada aponta uma direção para transformar o perfil deste mercado no Brasil, mas essa almejada condição só será uma realidade se houver uma fiscalização eficiente, que aplique punições às empresas clandestinas e não permita que elas sigam funcionando irregularmente. O fato é alertado por Barbosa, que agora espera ver a legislação vigorar, de fato, na prática. “Em teoria, a nova lei traz benefícios ao consumidor final, que vai ter produtos e profissionais melhores para atendê-lo e equipamentos com certificação, atestando aquilo que eles se propõem a entregar. Então, o estatuto proporciona ao mercado um cenário mais arejado. Mas, com o tempo, se isso for se perdendo por falta de fiscalização, vamos voltar para a mesma situação de hoje, já que, por mais que tenhamos as leis atualizadas, o consumidor muitas vezes acaba buscando a solução mais fácil dentro do mercado, que não é a melhor, mas a mais barata, oferecida pelas empresas ilegais”, enfatiza. A Associação Brasileira das Empresas de Segurança Eletrônica (Abese) também analisa, inicialmente, com certa cautela os impactos do estatuto. Embora reconheça a enorme importância que a aprovação da nova lei representa para o seu setor, a entidade revela que já está trabalhando na criação de um dossiê detalhado com as particularidades do segmento, para apresentá-lo à Polícia Federal, responsável pela regulamentação da legislação recém-sancionada. “Para o nosso mercado, a regulamentação trará maior segurança jurídica, elevando os padrões de qualidade e combatendo a concorrência desleal. Teremos um mercado mais estruturado, com normas claras que valorizam as empresas e profissionais comprometidos com a excelência”, projeta Selma Migliori, presidente da Abese, que, em 2007, entregou diretamente ao então deputado federal Michel Temer a proposta para regulamentar o setor. Barbosa concorda com a visão de Selma e recorda que o mercado brasileiro de segurança é muito exigente, tendo em vista os altos índices de criminalidade no país. Entretanto, pondera que é preciso oferecer condições para as companhias deste setor reunirem condições de cumprir as obrigações do novo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><em>Diretor da Came do Brasil, Marco Barbosa exalta importância da nova legislação no mercado nacional, hoje com mais de 11 mil firmas irregulares neste segmento</em></p>



<div style="height:18px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Setembro, 2024 – </strong>A <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2023-2026/2024/lei/L14967.htm" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Lei 14.967/2024</a>, que institui uma remodelada normatização ao Estatuto da Segurança Privada, foi sancionada pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, no último dia 9 de setembro, em uma decisão que é considerada um marco histórico para o setor. Embora tenha sido aprovada com sete vetos pelo líder maior do governo brasileiro, a nova legislação abre um caminho importante para regulamentar efetivamente o segmento e reduzir o alto número de empresas de segurança que operam de forma clandestina no país.</p>



<p>A norma atualizada que acaba de passar pela sanção presidencial substitui a <em>Lei 7.102/83</em>, que estava em vigor há 41 anos e era considerada arcaica. E o estatuto estabelece, principalmente, novas regulamentações para as companhias de segurança privada e de transporte de valores, que, entre as exigências para poderem funcionar legalmente, terão de receber autorização da Polícia Federal depois de serem submetidas à fiscalização dessa instituição.</p>



<p>Marco Barbosa, diretor da unidade brasileira da Came, líder mundial em produtos de controle de acesso no mercado de segurança, exaltou a importância da nova legislação em meio a um cenário preocupante de ilegalidade neste setor no Brasil. Um relatório recente divulgado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores da Segurança Privada (Contrasp), que representa sete federações e 82 sindicatos em território nacional, apontou a existência de 11.231 empresas clandestinas e apenas 2.694 formais atuando neste ramo no país.</p>



<p><strong><em>“No meu ponto de vista, tudo que pudermos ter que garanta uma certificação, uma normatização, é muito bom para o mercado e para os seus clientes. Desta maneira, os usuários dos serviços prestados saberão que estará sendo disponibilizado a eles produtos de alta qualidade, certificados por órgãos de fiscalização, cuja ação atestará que os produtos oferecidos funcionam como prometido quando foram vendidos ou anunciados”</em></strong>, analisa Barbosa.</p>



<p>Especialista em segurança, o diretor da Came também considera que a aprovação do novo Estatuto da Segurança Privada era urgente também para ajudar a tornar cada vez mais inviável a atuação das empresas que figuram de forma ilegal neste mercado. <em><strong>“Infelizmente, esse grande número de companhias clandestinas é um sintoma do Brasil para grande parte dos setores. Não é uma exclusividade da área de segurança. Muitas pessoas, infelizmente, vão buscar empresas que não têm um orçamento previsto, que trabalham com dificuldades de verba e oferecem serviços clandestinos ou não legalizados, que são muito mais baratos. E essas companhias nem sempre possuem os melhores produtos e quase nunca dispõem dos melhores profissionais. E quando a empresa se legaliza, ainda fica muito difícil (sobreviver no mercado) por causa dos impostos que têm de ser pagos”</strong></em>, completa Barbosa.<br> </p>



<p>O texto da lei sancionada no último dia 9 destaca que o novo estatuto também promove a regulamentação da segurança eletrônica, que “<strong><em>se expandiu de forma desordenada, gerando desemprego, além de promover a concorrência desleal por não haver a necessidade de prestação de serviço com profissionais devidamente habilitados”</em></strong>. Em meio a esse cenário, a Contrasp, que baseou os números do seu último relatório em dados de juntas comerciais de estados das cinco regiões do país, indica que a proporção atual do setor de proteção privada é a de que, para cada uma empresa legalizada, existem quatro clandestinas.</p>



<p><strong><em>“Muitas vezes, a empresa não tem o suporte financeiro necessário para se regularizar. Então, como todo mundo precisa trabalhar ou necessita de algum serviço de segurança, muitos acabam recorrendo à solução mais fácil e mais barata, que nunca é a melhor para se proteger contra a violência e a criminalidade. Então, essa diferença expressiva do número de companhias regulares e irregulares é um sintoma que vamos encontrar em vários setores no Brasil e, infelizmente, é um problema muito mais profundo, que precisa ser revisto dentro da esfera federal, como ocorre agora por meio do estatuto sancionado neste mês pela presidência”</em></strong>, reforça o diretor da Came ao analisar o panorama da área de segurança em solo nacional.</p>



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<p><strong>Fiscalização eficiente é fundamental</strong></p>



<p>O Estatuto da Segurança Privada aponta uma direção para transformar o perfil deste mercado no Brasil, mas essa almejada condição só será uma realidade se houver uma fiscalização eficiente, que aplique punições às empresas clandestinas e não permita que elas sigam funcionando irregularmente. O fato é alertado por Barbosa, que agora espera ver a legislação vigorar, de fato, na prática. “<strong><em>Em teoria, a nova lei traz benefícios ao consumidor final, que vai ter produtos e profissionais melhores para atendê-lo e equipamentos com certificação, atestando aquilo que eles se propõem a entregar. Então, o estatuto proporciona ao mercado um cenário mais arejado. Mas, com o tempo, se isso for se perdendo por falta de fiscalização, vamos voltar para a mesma situação de hoje, já que, por mais que tenhamos as leis atualizadas, o consumidor muitas vezes acaba buscando a solução mais fácil dentro do mercado, que não é a melhor, mas a mais barata, oferecida pelas empresas ilegais”</em></strong>, enfatiza.</p>



<p>A Associação Brasileira das Empresas de Segurança Eletrônica (Abese) também analisa, inicialmente, com certa cautela os impactos do estatuto. Embora reconheça a enorme importância que a aprovação da nova lei representa para o seu setor, a entidade revela que já está trabalhando na criação de um dossiê detalhado com as particularidades do segmento, para apresentá-lo à Polícia Federal, responsável pela regulamentação da legislação recém-sancionada.</p>



<p><strong><em>“Para o nosso mercado, a regulamentação trará maior segurança jurídica, elevando os padrões de qualidade e combatendo a concorrência desleal. Teremos um mercado mais estruturado, com normas claras que valorizam as empresas e profissionais comprometidos com a excelência”</em></strong>, projeta Selma Migliori, presidente da Abese, que, em 2007, entregou diretamente ao então deputado federal Michel Temer a proposta para regulamentar o setor.</p>



<p>Barbosa concorda com a visão de Selma e recorda que o mercado brasileiro de segurança é muito exigente, tendo em vista os altos índices de criminalidade no país. Entretanto, pondera que é preciso oferecer condições para as companhias deste setor reunirem condições de cumprir as obrigações do novo estatuto.</p>



<p><strong><em>“A regulamentação chega para ajudar muito. A grande preocupação agora é saber como e em quanto tempo as empresas vão se adaptar a ela. E precisamos esperar para ver como a Polícia Federal conseguirá atuar em tantas empresas que prestam serviços de segurança e fiscalizar o enorme número de produtos deste mercado, com qualidade boa, ruim ou duvidosa, que precisarão ser testados para ganhar uma certificação ou serem reprovados. Acho que esse é o grande desafio”</em></strong>, ressalta o diretor da Came, que finaliza com um questionamento: “<strong><em>Como será realizado esse processo de transição para as companhias poderem se preparar para essa nova fase? E esse processo não pode ser feito ‘da noite para o dia’, pois grande parte delas não tem recurso financeiro e nem sequer humano para uma rápida adaptação”.</em></strong></p>



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<p>Referência mundial no setor de segurança, a Came possui filiais em mais de 20 países e disponibiliza atualmente uma extensa carteira de equipamentos em seu portfólio para atender às necessidades do mercado brasileiro, c<em>om catracas, cancelas, portas automáticas e com detectores de metais, automatizadores de portões em sua linha de controle de acesso; bollards, road blockers, dilaceradores de pneus, cancelas e portas capazes de absorver fortes impactos em sua gama de alta segurança, além do Came Key, do Came Connect e do Came QBE, acessórios remotos para operar dispositivos à distância. </em>Todos esses produtos possuem certificação de qualidade e a maior parte deles foi exibida, em funcionamento, no estande da companhia na última edição da feira internacional Exposec, realizada entre os dias 4 e 6 de junho, em São Paulo.</p>



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<p><strong>Fonte: Assessoria de Imprensa Came.</strong></p>



<p><strong>Sabia mais em: <a href="https://camedobrasil.com.br/">camedobrasil.com.br</a></strong></p>



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