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	<title>Cibersegurança &#8211; Revista Sucesso na Segurança Privada</title>
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	<description>O melhor da Segurança Privada na palma da sua mão!</description>
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	<title>Cibersegurança &#8211; Revista Sucesso na Segurança Privada</title>
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		<title>O que esperar da próxima fase da IA na Cibersegurança?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Feb 2025 19:35:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[Cibersegurança]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SSP]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo o relatório Cybersecurity Forecast 2025, do Google Cloud, este ano marcará a transição para operações semiautônomas com uso da Inteligência Artificial na proteção contra ciberataques, preparando o caminho para uma defesa digital totalmente automatizada A Inteligência Artificial está deixando de ser apenas uma ferramenta auxiliar na Cibersegurança para se tornar um agente de defesa ativa. É o que destaca o relatório Cybersecurity Forecast 2025, do Google Cloud, que aponta que 2025 marcará uma nova fase nessa evolução, consolidando operações semiautônomas e acelerando a preparação para um futuro em que a IA atuará de forma totalmente automatizada na proteção digital. Hoje, a IA já desempenha um papel importante na triagem de alertas, detecção de anomalias e resposta a incidentes. No entanto, a crescente sofisticação dos ataques e a necessidade de tempos de reação cada vez menores estão forçando a transição para um modelo em que a IA não apenas identifica ameaças, mas age contra elas em tempo real, sem intervenção humana na maior parte dos casos. Na visão do Google, essa é uma fase de defesa cibernética totalmente automatizada. O relatório não especifica uma data exata para a chegada dessa fase mais avançada da IA colaborando com a Cibersegurança, mas reforça que esse ano será a virada de chave, aonde a IA ainda exigirá supervisão humana, mas assumirá um papel cada vez mais ativo. A big tech sugere que a automação total virá em uma etapa posterior, possivelmente na segunda metade da década, conforme a própria evolução da tecnologia na tomada de decisões mais complexas. Esse avanço dependerá de fatores como: O relatório destaca que a promessa de automação nesta próxima fase da IA na Cibersegurança será avançada, onde sistemas inteligentes poderão mitigar ataques assim que forem detectados, antecipar ameaças por meio de análise preditiva e ajustar estratégias de defesa de forma contínua. Futuro próximo E essa promessa de uma segurança autônoma, porém, não está livre de desafios. O relatório aponta também que a governança da IA será um ponto crítico, exigindo transparência nos processos de decisão, auditorias e regulações. Para os CISOs, o desafio será equilibrar automação e controle. A adoção de IA precisa ser estratégica, garantindo que a tecnologia fortaleça a Cibersegurança sem comprometer a governança ou criar riscos inesperados. “Empresas que não avançarem nessa direção correm o risco de ficarem vulneráveis em um cenário onde atacantes também estão explorando IA para sofisticar seus métodos”, conclui o relatório. Fonte: Security Leaders &#124; Reprodução https://securityleaders.com.br/o-que-esperar-da-proxima-fase-da-ia-na-ciberseguranca/]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="">Segundo o relatório Cybersecurity Forecast 2025, do Google Cloud, este ano marcará a transição para operações semiautônomas com uso da Inteligência Artificial na proteção contra ciberataques, preparando o caminho para uma defesa digital totalmente automatizada</p>



<p class="">A Inteligência Artificial está deixando de ser apenas uma ferramenta auxiliar na Cibersegurança para se tornar um agente de defesa ativa. É o que destaca o relatório Cybersecurity Forecast 2025, do Google Cloud, que aponta que 2025 marcará uma nova fase nessa evolução, consolidando operações semiautônomas e acelerando a preparação para um futuro em que a IA atuará de forma totalmente automatizada na proteção digital.</p>



<p class="">Hoje, a IA já desempenha um papel importante na triagem de alertas, detecção de anomalias e resposta a incidentes. No entanto, a crescente sofisticação dos ataques e a necessidade de tempos de reação cada vez menores estão forçando a transição para um modelo em que a IA não apenas identifica ameaças, mas age contra elas em tempo real, sem intervenção humana na maior parte dos casos. Na visão do Google, essa é uma fase de defesa cibernética totalmente automatizada.</p>



<p class="">O relatório não especifica uma data exata para a chegada dessa fase mais avançada da IA colaborando com a Cibersegurança, mas reforça que esse ano será a virada de chave, aonde a IA ainda exigirá supervisão humana, mas assumirá um papel cada vez mais ativo.</p>



<p class="">A big tech sugere que a automação total virá em uma etapa posterior, possivelmente na segunda metade da década, conforme a própria evolução da tecnologia na tomada de decisões mais complexas. Esse avanço dependerá de fatores como:</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<ul class="wp-block-list">
<li class=""><strong>Maturidade dos modelos de IA</strong>, especialmente na redução de falsos positivos e na capacidade de adaptação a novas ameaças.</li>
</ul>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<ul class="wp-block-list">
<li class=""><strong>Confiança e governança,</strong> garantindo que as ações da IA sejam auditáveis e alinhadas às políticas organizacionais.</li>
</ul>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<ul class="wp-block-list">
<li class=""><strong>Adoção e regulamentação,</strong> pois setores críticos precisarão de padrões claros antes de permitir operações autônomas sem supervisão humana.</li>
</ul>



<div style="height:25px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="">O relatório destaca que a promessa de automação nesta próxima fase da IA na Cibersegurança será avançada, onde sistemas inteligentes poderão mitigar ataques assim que forem detectados, antecipar ameaças por meio de análise preditiva e ajustar estratégias de defesa de forma contínua.</p>



<div style="height:25px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Futuro próximo</strong></p>



<p class="">E essa promessa de uma segurança autônoma, porém, não está livre de desafios. O relatório aponta também que a governança da IA será um ponto crítico, exigindo transparência nos processos de decisão, auditorias e regulações.</p>



<p class="">Para os CISOs, o desafio será equilibrar automação e controle. A adoção de IA precisa ser estratégica, garantindo que a tecnologia fortaleça a Cibersegurança sem comprometer a governança ou criar riscos inesperados. <em>“Empresas que não avançarem nessa direção correm o risco de ficarem vulneráveis em um cenário onde atacantes também estão explorando IA para sofisticar seus métodos”</em>, conclui o relatório.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Fonte: Security Leaders | Reprodução</strong></p>



<p class=""><a href="https://securityleaders.com.br/o-que-esperar-da-proxima-fase-da-ia-na-ciberseguranca/">https://securityleaders.com.br/o-que-esperar-da-proxima-fase-da-ia-na-ciberseguranca/</a></p>



<p class=""></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Embratel lança pacote de soluções de cibersegurança flexível e escalável</title>
		<link>https://revistassp.com.br/embratel-lanca-pacote-de-solucoes-de-ciberseguranca-flexivel-e-escalavel/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Dec 2024 19:16:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[Cibersegurança]]></category>
		<category><![CDATA[Embratel]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SSP]]></category>
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					<description><![CDATA[O Flex Security, lançado pela Embratel, oferece modelo comercial proporcionando economia e previsibilidade de investimento A Embratel acaba de lançar o Flex Security, pacote de soluções avançadas de cibersegurança para ambientes computacionais, que proporciona um modelo comercial flexível e escalável para o atendimento das mais variadas necessidades e sazonalidades de negócios em geral. O Flex Security se apresenta como uma importante opção na estratégia de segurança cibernética das organizações, oferecendo soluções para segurança perimetral de ambientes virtuais e em nuvem; aplicações web; estações de trabalho e servidores; implementação de política de acesso de confiança zero (zero trust) no acesso a aplicações internas; e solução de serviços de segurança em borda (SSE), para a elevação de segurança de usuários remotos e híbridos. Isso tudo por meio do uso de diversas tecnologias, como Firewall Virtual, WAF, ZTNA, SSE e EDR. Um de seus grandes diferenciais, além da estrutura e suporte da Embratel, é a comercialização. O Flex Security oferece um modelo no qual os clientes podem ajustar o dimensionamento e até mesmo as soluções e funcionalidades contratadas ao longo do ano. Assim, permite que as empresas ajustem o dimensionamento, e consequentemente, suas despesas, de acordo com as necessidades operacionais de seu negócio. “As empresas precisam contar com diferentes tecnologias para formatar um ambiente seguro para os clientes e colaboradores – e nisso a Embratel sempre pôde ajudar, com suas soluções de última linha. Agora, também oferecemos uma situação ainda mais personalizada que ajuda na economia e no provisionamento mensal de cada empresa. É uma solução com flexibilidade, escalabilidade e adaptabilidade, permitindo ao cliente adequar sua contratação à necessidade exata de seu negócio, adaptando-se às sazonalidades e crescimento de forma eficiente”, explica Mário Rachid, Diretor Executivo de Soluções Digitais da Embratel. Os serviços permitem uma visibilidade centralizada e padronização de políticas e regras de segurança para ambientes diversos, incluindo ambientes híbridos e multinuvem. Inicialmente, a solução do Flex Security já conta com os produtos abaixo, e ainda está prevista a expansão e incorporação novos recursos, gradualmente. “A relevância de ferramentas completas e eficientes se faz maior a cada dia. Além de entregar uma segurança robusta e eficaz, é fundamental que auxiliem na redução do overhead operacional dos nossos clientes, reduzindo a complexidade e permitindo que, mesmo com equipes reduzidas, as empresas consigam ganhar eficiência operacional na hora de lidar com os incidentes”, completa Rachid. A adição do Flex Security na ampliação do portfólio de segurança reforça o compromisso da Embratel em ofertar projetos completos e personalizados, que realizem a proteção dos ambientes digitais das empresas. Fonte: Crypto ID &#124; Reprodução https://cryptoid.com.br/ciberseguranca-seguranca-da-informacao/embratel-lanca-pacote-de-solucoes-de-ciberseguranca-flexivel-e-escalavel]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="">O Flex Security, lançado pela Embratel, oferece modelo comercial proporcionando economia e previsibilidade de investimento</p>



<p class="">A Embratel acaba de lançar o Flex Security, pacote de soluções avançadas de cibersegurança para ambientes computacionais, que proporciona um modelo comercial flexível e escalável para o atendimento das mais variadas necessidades e sazonalidades de negócios em geral.</p>



<p class="">O Flex Security se apresenta como uma importante opção na estratégia de segurança cibernética das organizações, oferecendo soluções para segurança perimetral de ambientes virtuais e em nuvem; aplicações web; estações de trabalho e servidores; implementação de política de acesso de confiança zero (zero trust) no acesso a aplicações internas; e solução de serviços de segurança em borda (SSE), para a elevação de segurança de usuários remotos e híbridos. Isso tudo por meio do uso de diversas tecnologias, como Firewall Virtual, WAF, ZTNA, SSE e EDR.</p>



<p class="">Um de seus grandes diferenciais, além da estrutura e suporte da Embratel, é a comercialização. O Flex Security oferece um modelo no qual os clientes podem ajustar o dimensionamento e até mesmo as soluções e funcionalidades contratadas ao longo do ano. Assim, permite que as empresas ajustem o dimensionamento, e consequentemente, suas despesas, de acordo com as necessidades operacionais de seu negócio.</p>



<p class=""><em>“As empresas precisam contar com diferentes tecnologias para formatar um ambiente seguro para os clientes e colaboradores – e nisso a Embratel sempre pôde ajudar, com suas soluções de última linha. Agora, também oferecemos uma situação ainda mais personalizada que ajuda na economia e no provisionamento mensal de cada empresa. É uma solução com flexibilidade, escalabilidade e adaptabilidade, permitindo ao cliente adequar sua contratação à necessidade exata de seu negócio, adaptando-se às sazonalidades e crescimento de forma eficiente”</em>, explica Mário Rachid, Diretor Executivo de Soluções Digitais da Embratel.</p>



<p class="">Os serviços permitem uma visibilidade centralizada e padronização de políticas e regras de segurança para ambientes diversos, incluindo ambientes híbridos e multinuvem. Inicialmente, a solução do Flex Security já conta com os produtos abaixo, e ainda está prevista a expansão e incorporação novos recursos, gradualmente.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<ul class="wp-block-list">
<li class=""><strong>Firewall Virtual</strong>: Segurança perimetral para ambientes virtuais e em nuvem.</li>



<li class=""><strong>WAF (Web Application Firewall): </strong>Camada adicional de segurança focada na proteção de ambientes web e APIs.</li>



<li class=""><strong>ZTNA (Zero Trust Network Access): </strong>Possibilita a implantação de uma política de segurança de confiança zero (zero trust) para o acesso a aplicações internas, tanto para usuários que estejam presencialmente nos escritórios da companhia, quanto para usuários remotos. Aumenta fortemente o nível de segurança das aplicações internas, visto que possibilita o controle granular de permissões de acesso às mesmas, validando constantemente a identidade do usuário e do dispositivo, bem como a postura de segurança do dispositivo e o contexto do acesso com base nas políticas estabelecidas.</li>



<li class=""><strong>SSE (Security Service Edge):</strong> Pode ser traduzido como “serviços de segurança em borda”. Trata-se de uma solução composta por diferentes componentes de segurança com o objetivo de aumentar a segurança de usuários híbridos ou remotos, entregando maior segurança em seus acessos a aplicações internas, soluções SaaS ou navegação web em geral.</li>



<li class=""><strong>EDR:</strong> Solução de segurança para estações de trabalho e servidores físicos, virtuais ou em nuvem.</li>
</ul>



<div style="height:25px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><em>“A relevância de ferramentas completas e eficientes se faz maior a cada dia. Além de entregar uma segurança robusta e eficaz, é fundamental que auxiliem na redução do overhead operacional dos nossos clientes, reduzindo a complexidade e permitindo que, mesmo com equipes reduzidas, as empresas consigam ganhar eficiência operacional na hora de lidar com os incidentes”,</em> completa Rachid.</p>



<p class="">A adição do Flex Security na ampliação do portfólio de segurança reforça o compromisso da Embratel em ofertar projetos completos e personalizados, que realizem a proteção dos ambientes digitais das empresas.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Fonte: Crypto ID | Reprodução</strong></p>



<p class=""><a href="https://cryptoid.com.br/ciberseguranca-seguranca-da-informacao/embratel-lanca-pacote-de-solucoes-de-ciberseguranca-flexivel-e-escalavel">https://cryptoid.com.br/ciberseguranca-seguranca-da-informacao/embratel-lanca-pacote-de-solucoes-de-ciberseguranca-flexivel-e-escalavel</a></p>



<p class=""></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Regulamentação da IA e proteção de Dados são tendências em Cibersegurança para 2025</title>
		<link>https://revistassp.com.br/regulamentacao-da-ia-e-protecao-de-dados-sao-tendencias-em-ciberseguranca-para-2025/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Dec 2024 12:35:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[Cibersegurança]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SSP]]></category>
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					<description><![CDATA[Regulamentar a forma como os dados dos usuários são usados, para protegê-los contra uso indevido por desenvolvedores, fornecedores ou invasores, define as prioridades de segurança cibernética para o próximo ano. A Forcepoint, organização especializada em soluções de segurança digital, compartilha uma série de publicações com os principais desafios e tendências que irão ditar os próximos passos para o avanço da cibersegurança em 2025. Embora a proteção de informações sensíveis, principalmente na utilização de inteligência artificial (IA), já seja uma problemática com diversas soluções pelo mercado, a empresa afirma que a inovação na proteção de dados deve acompanhar o crescimento exacerbado dessa ferramenta.&#160; Além disso, a Forcepoint também se preocupa em explicar a situação reguladora em relação a essa tecnologia, levando em consideração o estado emergente na sua utilização, principalmente no setor corporativo, e a forma da qual as instituições reguladoras podem afetar negativamente essa inovação. Proteção de dados e gerenciamento de IA&#160;&#160; Graças ao avanço da cibersegurança, conseguimos entender que as medidas para proteção de dados vão muito além de captação de atividades suspeitas ou bloqueio de acessos quando nos referimos ao consumo de dados por IA. No entanto, ainda há uma necessidade de compreensão sobre a troca de informações e adaptação de infraestrutura, pois as vulnerabilidades dos sistemas corporativos são complexas e podem significar brechas para ataques cibernéticos. Levando isso em consideração, as tendências do próximo ano para a otimização dessa segurança são o gerenciamento de acessos e a segurança de dados. Isso porque, além da mitigação de ataques, essas informações podem ser analisadas de forma personalizada e diminuir possíveis brechas que podem prejudicar o sistema. O AISPM, por exemplo, é uma solução oferecida pela Forcepoint que propõe o gerenciamento de sistemas de IA e machine learning, identificando riscos e gerenciando acessos. Legislação e desenvolvimento de medidas protetivas para dados&#160;&#160; A implementação de leis e diretrizes que regulamentam a utilização da IA ainda é um ponto em desenvolvimento que terá grande relevância para o próximo ano. Isso porque, mesmo com vários países já tendo adotado medidas em relação à proteção de dados, como os EUA, o Canadá e o Brasil, ainda há muito a ser feito em questão de privacidade do usuário e manipulação de dados. Além disso, é necessária uma responsabilidade individual de cada empresa a fim que essas legislações promovam um ambiente mais seguro. Assim, os sistemas que se baseiam nessa tecnologia precisam ser transparentes para que o gerenciamento de dados esteja claro e permita que o usuário final saiba quais dados estão sendo manipulados e, até mesmo, tenha a opção de desativar a ferramenta caso queira. Regulamentação no uso de dados&#160; Com o avanço da IA, o gerenciamento na utilização de dados vem se tornado um desafio cada vez mais complexo em questões de regulamentação. Isso porque, ao longo do tempo, muitas leis de diversos níveis (nacionais, subnacionais e supranacionais) foram criadas para que fossem estabelecidos limites nessa manipulação de informações. Essa variedade se tornou um fator complicado para a aplicação das leis pois nem todas entram em conformidade o que, por consequência, causa um certo conflito entre as jurisdições. O fato é que os regulamentos para gerenciar informações sensíveis não são uma novidade e podem impactar negativamente no crescimento da inovação pelo seu excesso de reguladores. Uma empresa, por exemplo, pode ser obrigada a seguir diversos modeladores discordantes e ter o seu sistema prejudicado. A verdade é que uma solução para esse problema seria algo bem complexo. As empresas precisarão fazer uma análise de dados, além de adotar ferramentas de segurança, porque isso permite que a jurisdição não atrapalhe a eficiência e fluxo de trabalho dos processos. Também seria útil uma mudança geopolítica, ou seja, uma ordem mundial multilateral que simplificasse essa regularização ao alinhar essas leis e ditasse apenas uma lista de regras para as empresas de cada território. Fonte: InforChannel &#124; Reprodução https://inforchannel.com.br/2024/12/04/regulamentacao-da-ia-e-protecao-de-dados-impulsionam-as-tendencias-em-ciberseguranca-para-2025]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="">Regulamentar a forma como os dados dos usuários são usados, para protegê-los contra uso indevido por desenvolvedores, fornecedores ou invasores, define as prioridades de segurança cibernética para o próximo ano.</p>



<p class="">A Forcepoint, organização especializada em soluções de segurança digital, compartilha uma série de publicações com os principais desafios e tendências que irão ditar os próximos passos para o avanço da cibersegurança em 2025.</p>



<p class="">Embora a proteção de informações sensíveis, principalmente na utilização de inteligência artificial (IA), já seja uma problemática com diversas soluções pelo mercado, a empresa afirma que a inovação na proteção de dados deve acompanhar o crescimento exacerbado dessa ferramenta.&nbsp;</p>



<p class="">Além disso, a Forcepoint também se preocupa em explicar a situação reguladora em relação a essa tecnologia, levando em consideração o estado emergente na sua utilização, principalmente no setor corporativo, e a forma da qual as instituições reguladoras podem afetar negativamente essa inovação.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Proteção de dados e gerenciamento de IA&nbsp;&nbsp;</strong></p>



<p class="">Graças ao avanço da cibersegurança, conseguimos entender que as medidas para proteção de dados vão muito além de captação de atividades suspeitas ou bloqueio de acessos quando nos referimos ao consumo de dados por IA. No entanto, ainda há uma necessidade de compreensão sobre a troca de informações e adaptação de infraestrutura, pois as vulnerabilidades dos sistemas corporativos são complexas e podem significar brechas para ataques cibernéticos.</p>



<p class="">Levando isso em consideração, as tendências do próximo ano para a otimização dessa segurança são o gerenciamento de acessos e a segurança de dados. Isso porque, além da mitigação de ataques, essas informações podem ser analisadas de forma personalizada e diminuir possíveis brechas que podem prejudicar o sistema. O AISPM, por exemplo, é uma solução oferecida pela Forcepoint que propõe o gerenciamento de sistemas de IA e machine learning, identificando riscos e gerenciando acessos.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Legislação e desenvolvimento de medidas protetivas para dados&nbsp;&nbsp;</strong></p>



<p class="">A implementação de leis e diretrizes que regulamentam a utilização da IA ainda é um ponto em desenvolvimento que terá grande relevância para o próximo ano. Isso porque, mesmo com vários países já tendo adotado medidas em relação à proteção de dados, como os EUA, o Canadá e o Brasil, ainda há muito a ser feito em questão de privacidade do usuário e manipulação de dados.</p>



<p class="">Além disso, é necessária uma responsabilidade individual de cada empresa a fim que essas legislações promovam um ambiente mais seguro. Assim, os sistemas que se baseiam nessa tecnologia precisam ser transparentes para que o gerenciamento de dados esteja claro e permita que o usuário final saiba quais dados estão sendo manipulados e, até mesmo, tenha a opção de desativar a ferramenta caso queira.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Regulamentação no uso de dados&nbsp;</strong></p>



<p class="">Com o avanço da IA, o gerenciamento na utilização de dados vem se tornado um desafio cada vez mais complexo em questões de regulamentação. Isso porque, ao longo do tempo, muitas leis de diversos níveis (nacionais, subnacionais e supranacionais) foram criadas para que fossem estabelecidos limites nessa manipulação de informações.</p>



<p class="">Essa variedade se tornou um fator complicado para a aplicação das leis pois nem todas entram em conformidade o que, por consequência, causa um certo conflito entre as jurisdições.</p>



<p class="">O fato é que os regulamentos para gerenciar informações sensíveis não são uma novidade e podem impactar negativamente no crescimento da inovação pelo seu excesso de reguladores. Uma empresa, por exemplo, pode ser obrigada a seguir diversos modeladores discordantes e ter o seu sistema prejudicado.</p>



<p class="">A verdade é que uma solução para esse problema seria algo bem complexo. As empresas precisarão fazer uma análise de dados, além de adotar ferramentas de segurança, porque isso permite que a jurisdição não atrapalhe a eficiência e fluxo de trabalho dos processos. Também seria útil uma mudança geopolítica, ou seja, uma ordem mundial multilateral que simplificasse essa regularização ao alinhar essas leis e ditasse apenas uma lista de regras para as empresas de cada território.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="">Fonte: InforChannel | Reprodução</p>



<p class=""><a href="https://inforchannel.com.br/2024/12/04/regulamentacao-da-ia-e-protecao-de-dados-impulsionam-as-tendencias-em-ciberseguranca-para-2025">https://inforchannel.com.br/2024/12/04/regulamentacao-da-ia-e-protecao-de-dados-impulsionam-as-tendencias-em-ciberseguranca-para-2025</a></p>



<p class=""></p>
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		<title>Cibersegurança em dispositivos IoT é o principal alvo de hackers</title>
		<link>https://revistassp.com.br/ciberseguranca-em-dispositivos-iot-e-o-principal-alvo-de-hackers/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Nov 2024 11:42:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[Cibersegurança]]></category>
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		<category><![CDATA[Revista SSP]]></category>
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					<description><![CDATA[A Internet das Coisas (IoT) tem transformado o cotidiano e revolucionado o modo como interagimos com a tecnologia. A conectividade que facilita a vida moderna também cria vulnerabilidades que podem ser exploradas por hackers, tornando os dispositivos IoT uma porta de entrada para um ciberataque.&#160; Com equipamentos que muitas vezes negligenciam requisitos básicos de segurança, a IoT representa uma das maiores preocupações da cibersegurança atual. Por que os dispositivos IoT são alvos fáceis para hackers? Os dispositivos IoT, projetados para simplificar tarefas e integrar tecnologias, geralmente têm a segurança posta a um papel secundário. Muitos desses aparelhos possuem recursos de hardware e software limitados, o que dificulta a implementação de proteções robustas, como criptografia avançada. Além disso, fabricantes frequentemente deixam de fornecer atualizações regulares, tornando os dispositivos vulneráveis a brechas já conhecidas. Outro fator preocupante é a interconectividade. Dispositivos IoT geralmente fazem parte de redes maiores, como sistemas domésticos ou corporativos. Isso significa que uma vulnerabilidade em um único dispositivo pode se tornar a porta de entrada para hackers acessarem outros sistemas conectados, expondo dados sensíveis ou comprometendo a infraestrutura. Estratégias de ataque em dispositivos IoT Hackers exploram vulnerabilidades de IoT utilizando diversas estratégias. Alguns exemplos incluem: A sofisticação desses ataques está em constante evolução, com invasores adaptando suas táticas para explorar novas vulnerabilidades. Em contextos empresariais, dispositivos IoT são frequentemente usados como base para ciberataques mais amplos, afetando sistemas administrativos, financeiros ou operacionais. Impactos para empresas No âmbito corporativo, os danos podem ser ainda mais extensos. Empresas que utilizam IoT em operações críticas, como sensores industriais ou dispositivos logísticos, enfrentam o risco de paralisações operacionais. A interrupção dessas atividades pode impactar diretamente a produtividade e causar prejuízos financeiros consideráveis.&#160; Falhas de segurança podem abalar a confiança dos consumidores e resultar em penalidades legais, dependendo das regulamentações locais sobre proteção de dados. A responsabilidade dos fabricantes para diminuir os riscos Os fabricantes têm um papel fundamental na construção de dispositivos mais seguros. Práticas como o desenvolvimento com “segurança por design” integrando recursos de proteção desde a concepção do produto são essenciais.&#160; Também é necessário garantir atualizações regulares para corrigir vulnerabilidades identificadas ao longo do tempo. A adoção de autenticação multifator e a eliminação de senhas padrão são outras medidas importantes que fortalecem a segurança dos dispositivos. O papel da Inteligência Artificial na segurança de IoT A Inteligência Artificial (IA) tem desempenhado um papel crescente na segurança de dispositivos IoT. Algoritmos de IA são capazes de monitorar redes em tempo real, identificar comportamentos estranhos e responder rapidamente a ameaças. Essa tecnologia pode, por exemplo, bloquear tentativas de acesso não autorizado ou desconectar dispositivos comprometidos antes que causem danos. Por outro lado, a integração entre IA e IoT também apresenta novos desafios. Sistemas mais complexos aumentam a superfície de ataque, enquanto hackers podem manipular algoritmos para enganar os sistemas de segurança. O equilíbrio entre a automação e a supervisão humana será essencial para garantir que os benefícios da IA não sejam superados por seus riscos. O futuro da IoT e os desafios da cibersegurança A IoT continua a crescer em ritmo acelerado, com bilhões de dispositivos conectados previstos até o final da década. O avanço do 5G também ampliará as capacidades da IoT, permitindo conexões mais rápidas e maior integração. No entanto, isso também exigirá uma vigilância constante sobre a segurança, já que redes mais amplas e rápidas podem aumentar os riscos de ataques em larga escala. A IoT transformou a maneira como vivemos e trabalhamos, mas também trouxe desafios para a cibersegurança. Garantir que dispositivos IoT não se tornem pontos fracos em redes conectadas requer esforços coordenados de fabricantes, governos e usuários. O futuro da IoT é promissor, mas sua segurança deve ser tratada como uma prioridade, e não como uma reflexão tardia. Fonte: Updateordie &#124; Reprodução&#160; https://updateordie.com/2024/11/18/ciberseguranca-em-dispositivos-iot-uma-porta-de-entrada-para-hackers/]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="">A Internet das Coisas (IoT) tem transformado o cotidiano e revolucionado o modo como interagimos com a tecnologia. A conectividade que facilita a vida moderna também cria vulnerabilidades que podem ser exploradas por hackers, tornando os dispositivos IoT uma porta de entrada para um ciberataque.&nbsp;</p>



<p class="">Com equipamentos que muitas vezes negligenciam requisitos básicos de segurança, a IoT representa uma das maiores preocupações da cibersegurança atual.</p>



<div style="height:25px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Por que os dispositivos IoT são alvos fáceis para hackers?</strong></p>



<p class="">Os dispositivos IoT, projetados para simplificar tarefas e integrar tecnologias, geralmente têm a segurança posta a um papel secundário. Muitos desses aparelhos possuem recursos de hardware e software limitados, o que dificulta a implementação de proteções robustas, como criptografia avançada. Além disso, fabricantes frequentemente deixam de fornecer atualizações regulares, tornando os dispositivos vulneráveis a brechas já conhecidas.</p>



<p class="">Outro fator preocupante é a interconectividade. Dispositivos IoT geralmente fazem parte de redes maiores, como sistemas domésticos ou corporativos. Isso significa que uma vulnerabilidade em um único dispositivo pode se tornar a porta de entrada para hackers acessarem outros sistemas conectados, expondo dados sensíveis ou comprometendo a infraestrutura.</p>



<div style="height:25px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Estratégias de ataque em dispositivos IoT</strong></p>



<p class="">Hackers exploram vulnerabilidades de IoT utilizando diversas estratégias. Alguns exemplos incluem:</p>



<div style="height:15px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<ul class="wp-block-list">
<li class=""><strong>Coleta de dados pessoais:</strong> dispositivos IoT monitoram atividades diárias, coletando informações que podem ser utilizadas para espionagem, chantagens ou venda de dados.</li>



<li class=""><strong>Acesso a sistemas mais complexos</strong>: um dispositivo IoT comprometido pode fornecer um ponto de entrada para redes maiores, permitindo ataques direcionados a sistemas corporativos ou industriais.</li>



<li class=""><strong>Ataques coordenados:</strong> dispositivos IoT podem ser usados em massa para sobrecarregar servidores e causar interrupções em serviços críticos.</li>
</ul>



<div style="height:15px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="">A sofisticação desses ataques está em constante evolução, com invasores adaptando suas táticas para explorar novas vulnerabilidades. Em contextos empresariais, dispositivos IoT são frequentemente usados como base para ciberataques mais amplos, afetando sistemas administrativos, financeiros ou operacionais.</p>



<div style="height:25px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Impactos para empresas</strong></p>



<p class="">No âmbito corporativo, os danos podem ser ainda mais extensos. Empresas que utilizam IoT em operações críticas, como sensores industriais ou dispositivos logísticos, enfrentam o risco de paralisações operacionais. A interrupção dessas atividades pode impactar diretamente a produtividade e causar prejuízos financeiros consideráveis.&nbsp;</p>



<p class="">Falhas de segurança podem abalar a confiança dos consumidores e resultar em penalidades legais, dependendo das regulamentações locais sobre proteção de dados.</p>



<div style="height:25px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>A responsabilidade dos fabricantes para diminuir os riscos</strong></p>



<p class="">Os fabricantes têm um papel fundamental na construção de dispositivos mais seguros. Práticas como o desenvolvimento com “segurança por design” integrando recursos de proteção desde a concepção do produto são essenciais.&nbsp;</p>



<p class="">Também é necessário garantir atualizações regulares para corrigir vulnerabilidades identificadas ao longo do tempo. A adoção de autenticação multifator e a eliminação de senhas padrão são outras medidas importantes que fortalecem a segurança dos dispositivos.</p>



<div style="height:25px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>O papel da Inteligência Artificial na segurança de IoT</strong></p>



<p class="">A Inteligência Artificial (IA) tem desempenhado um papel crescente na segurança de dispositivos IoT. Algoritmos de IA são capazes de monitorar redes em tempo real, identificar comportamentos estranhos e responder rapidamente a ameaças. Essa tecnologia pode, por exemplo, bloquear tentativas de acesso não autorizado ou desconectar dispositivos comprometidos antes que causem danos.</p>



<p class="">Por outro lado, a integração entre IA e IoT também apresenta novos desafios. Sistemas mais complexos aumentam a superfície de ataque, enquanto hackers podem manipular algoritmos para enganar os sistemas de segurança. O equilíbrio entre a automação e a supervisão humana será essencial para garantir que os benefícios da IA não sejam superados por seus riscos.</p>



<div style="height:25px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>O futuro da IoT e os desafios da cibersegurança</strong></p>



<p class="">A IoT continua a crescer em ritmo acelerado, com bilhões de dispositivos conectados previstos até o final da década. O avanço do 5G também ampliará as capacidades da IoT, permitindo conexões mais rápidas e maior integração. No entanto, isso também exigirá uma vigilância constante sobre a segurança, já que redes mais amplas e rápidas podem aumentar os riscos de ataques em larga escala.</p>



<p class="">A IoT transformou a maneira como vivemos e trabalhamos, mas também trouxe desafios para a cibersegurança. Garantir que dispositivos IoT não se tornem pontos fracos em redes conectadas requer esforços coordenados de fabricantes, governos e usuários. O futuro da IoT é promissor, mas sua segurança deve ser tratada como uma prioridade, e não como uma reflexão tardia.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Fonte: Updateordie | Reprodução&nbsp;</strong></p>



<p class=""><a href="https://updateordie.com/2024/11/18/ciberseguranca-em-dispositivos-iot-uma-porta-de-entrada-para-hackers/">https://updateordie.com/2024/11/18/ciberseguranca-em-dispositivos-iot-uma-porta-de-entrada-para-hackers/</a></p>



<p class=""></p>
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		<title>Cibersegurança: 45% das empresas não possuem estratégia formal para Inteligência Artificial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Nov 2024 13:01:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[Cibersegurança]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SSP]]></category>
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					<description><![CDATA[Um total de 45% das empresas não possuem uma estratégia formal para IA, segundo o Cybersecurity Workforce Study, pesquisa publicada pela ISC². O documento mostra que, em 2024, as organizações enfrentaram um aumento significativo de riscos e desafios. Pressões econômicas e incertezas geopolíticas geraram cortes de orçamento e pessoal em vários setores, enquanto ameaças cibernéticas continuam a crescer.  Esses desafios se somam a rápida evolução da tecnologia, especialmente com a Inteligência Artificial (IA), que traz tanto benefícios quanto novos riscos regulatórios e de segurança. No contexto da cibersegurança, profissionais estão com recursos limitados, dificultando a adoção de novas tecnologias e a proteção contra ameaças cada vez mais sofisticadas. O estudo anual da ISC2 sobre a força de trabalho em cibersegurança revelou que as condições econômicas afetaram o setor, agravando as lacunas de talentos e habilidades. Profissionais da área têm recorrido à IA generativa (Gen AI) para apoiar transformações estratégicas e atender a crescente demanda.&#160; No entanto, gerentes de contratação estão priorizando habilidades transferíveis, como resolução de problemas, em vez de competências técnicas específicas, antecipando que os maiores retornos da IA ocorrerão a médio prazo, com cautela quanto aos riscos adicionais trazidos pela tecnologia. Para o estudo, a ISC2 ouviu mais de 15 mil profissionais de cibersegurança ao redor do mundo. A pesquisa identificou que a falta de recursos financeiros limita a contratação e o desenvolvimento de equipes de segurança cibernética, o que representa um dos principais desafios do setor. Além disso, 67% dos entrevistados reportaram uma escassez de pessoal este ano, problema que se intensifica com cortes orçamentários e demissões. A falta de habilidades essenciais tem impacto significativo: 59% dos participantes relataram que isso afeta a capacidade de proteger as organizações. A pesquisa aponta que a IA tem potencial para beneficiar a cibersegurança, mas também eleva a exposição ao risco, especialmente em organizações que implementam IA em outros departamentos. Profissionais de cibersegurança estão pressionando por estratégias claras e regulamentações para o uso seguro da Gen AI, sendo que 45% das empresas não possuem uma estratégia formal para IA. A ausência dessa regulamentação pode prejudicar o equilíbrio entre aproveitar os benefícios da IA e mitigar seus riscos. As equipes de cibersegurança veem a Gen AI como uma oportunidade para melhorar a eficiência e reduzir lacunas de habilidades no futuro. Quase 70% dos profissionais acreditam que, nos próximos dois anos, a IA terá impacto positivo, auxiliando na detecção de ameaças e na tomada de decisões. No entanto, eles destacam a necessidade urgente de diretrizes que orientem a adoção responsável da IA, garantindo que seu uso traga benefícios sem comprometer a segurança organizacional. Fonte: Ciso Advisor &#124; Reprodução https://www.cisoadvisor.com.br/45-das-empresas-nao-tem-estrategia-para-ia/#:~:text=Um%20total%20de%2045%25%20das,significativo%20de%20riscos%20e%20desafios.]]></description>
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<p class="">Um total de <strong>45% das empresas não possuem uma estratégia formal para IA</strong>, segundo o Cybersecurity Workforce Study, pesquisa publicada pela ISC². O documento mostra que, em 2024, as organizações enfrentaram um aumento significativo de riscos e desafios. Pressões econômicas e incertezas geopolíticas geraram cortes de orçamento e pessoal em vários setores, enquanto ameaças cibernéticas continuam a crescer. </p>



<p class="">Esses desafios se somam a rápida evolução da tecnologia, especialmente com a Inteligência Artificial (IA), que traz tanto benefícios quanto novos riscos regulatórios e de segurança. No contexto da cibersegurança, profissionais estão com recursos limitados, dificultando a adoção de novas tecnologias e a proteção contra ameaças cada vez mais sofisticadas.</p>



<p class="">O estudo anual da ISC2 sobre a força de trabalho em cibersegurança revelou que as condições econômicas afetaram o setor, agravando as lacunas de talentos e habilidades. Profissionais da área têm recorrido à IA generativa (Gen AI) para apoiar transformações estratégicas e atender a crescente demanda.&nbsp;</p>



<p class="">No entanto, gerentes de contratação estão priorizando habilidades transferíveis, como resolução de problemas, em vez de competências técnicas específicas, antecipando que os maiores retornos da IA ocorrerão a médio prazo, com cautela quanto aos riscos adicionais trazidos pela tecnologia.</p>



<p class="">Para o estudo, a ISC2 ouviu mais de 15 mil profissionais de cibersegurança ao redor do mundo. A pesquisa identificou que a falta de recursos financeiros limita a contratação e o desenvolvimento de equipes de segurança cibernética, o que representa um dos principais desafios do setor. Além disso, 67% dos entrevistados reportaram uma escassez de pessoal este ano, problema que se intensifica com cortes orçamentários e demissões. A falta de habilidades essenciais tem impacto significativo: 59% dos participantes relataram que isso afeta a capacidade de proteger as organizações.</p>



<p class="">A pesquisa aponta que a IA tem potencial para beneficiar a cibersegurança, mas também eleva a exposição ao risco, especialmente em organizações que implementam IA em outros departamentos. Profissionais de cibersegurança estão pressionando por estratégias claras e regulamentações para o uso seguro da Gen AI, sendo que 45% das empresas não possuem uma estratégia formal para IA. A ausência dessa regulamentação pode prejudicar o equilíbrio entre aproveitar os benefícios da IA e mitigar seus riscos.</p>



<p class="">As equipes de cibersegurança veem a Gen AI como uma oportunidade para melhorar a eficiência e reduzir lacunas de habilidades no futuro. Quase 70% dos profissionais acreditam que, nos próximos dois anos, a IA terá impacto positivo, auxiliando na detecção de ameaças e na tomada de decisões. No entanto, eles destacam a necessidade urgente de diretrizes que orientem a adoção responsável da IA, garantindo que seu uso traga benefícios sem comprometer a segurança organizacional.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Fonte: Ciso Advisor | Reprodução</strong></p>



<p class=""><a href="https://www.cisoadvisor.com.br/45-das-empresas-nao-tem-estrategia-para-ia/#:~:text=Um%20total%20de%2045%25%20das,significativo%20de%20riscos%20e%20desafios.">https://www.cisoadvisor.com.br/45-das-empresas-nao-tem-estrategia-para-ia/#:~:text=Um%20total%20de%2045%25%20das,significativo%20de%20riscos%20e%20desafios.</a></p>
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