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	<title>Empresas &#8211; Revista Sucesso na Segurança Privada</title>
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	<description>O melhor da Segurança Privada na palma da sua mão!</description>
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	<title>Empresas &#8211; Revista Sucesso na Segurança Privada</title>
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		<title>Como as empresas de segurança eletrônica podem se adaptar às novas demandas do mercado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Aug 2025 17:48:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Eletrônica]]></category>
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					<description><![CDATA[Com faturamento de R$ 14 bilhões no ano passado, o mercado se depara com inúmeras possibilidades na era da tecnologia O setor de segurança eletrônica está em constante transformação, impulsionado por avanços tecnológicos, mudanças nas demandas dos consumidores e novas regulamentações. Para se manterem competitivas, as empresas precisam adotar estratégias proativas que acompanhem essas evoluções. Mas quais os principais caminhos para que as empresas de segurança eletrônica prosperem nesse cenário dinâmico? Para o diretor de Novos Negócios da Veolink Rogério Custódio, a adoção de tecnologias como inteligência artificial (IA), Internet das Coisas (IoT) e análise de big data é essencial.&#160; “Essas ferramentas permitem um monitoramento inteligente com sistemas de câmeras com reconhecimento facial e análise comportamental. A integração de sensores IoT para respostas em tempo real, como alarmes conectados a centrais de monitoramento é muito importante para uma segurança mais assertiva, além da realização de uma análise preditiva com o uso de dados para antecipar incidentes e otimizar a alocação de recursos”, analisa. Capacitação contínua O capital humano é um diferencial competitivo. Treinamentos regulares sobre novas tecnologias, cibersegurança e atendimento ao cliente são cruciais. As empresas também devem oferecer cursos sobre operação de softwares avançados e manutenção de equipamentos. Outro ponto a ser destacado é o foco na cibersegurança. Com a crescente digitalização, sistemas de segurança eletrônica estão mais vulneráveis a ataques cibernéticos. As empresas devem, entre outras coisas, implementar protocolos robustos de proteção de dados, como criptografia e autenticação multifator. Devem também realizar auditorias regulares de segurança em seus sistemas. Para acompanhar as evoluções no setor de segurança eletrônica, as empresas precisam combinar inovação tecnológica, capacitação, foco no cliente e conformidade regulatória. “Aquelas que investirem em soluções inteligentes, sustentáveis e personalizadas, enquanto fortalecem a cibersegurança e parcerias estratégicas, estarão mais bem posicionadas para liderar o mercado”, finaliza Custódio. Fonte: Jornal do Brás &#124; Reprodução https://jornaldobras.com.br/noticia/83020/quais-os-melhores-caminhos-das-empresas-de-seguranca-eletronica-para-acompanharem-as-evolucoes-no-setor]]></description>
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<p class="wp-block-paragraph">Com faturamento de R$ 14 bilhões no ano passado, o mercado se depara com inúmeras possibilidades na era da tecnologia</p>



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<p class="wp-block-paragraph">O setor de segurança eletrônica está em constante transformação, impulsionado por avanços tecnológicos, mudanças nas demandas dos consumidores e novas regulamentações. Para se manterem competitivas, as empresas precisam adotar estratégias proativas que acompanhem essas evoluções. Mas quais os principais caminhos para que as empresas de segurança eletrônica prosperem nesse cenário dinâmico?</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o diretor de Novos Negócios da Veolink Rogério Custódio, a adoção de tecnologias como inteligência artificial (IA), Internet das Coisas (IoT) e análise de big data é essencial.&nbsp;</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>“Essas ferramentas permitem um monitoramento inteligente com sistemas de câmeras com reconhecimento facial e análise comportamental. A integração de sensores IoT para respostas em tempo real, como alarmes conectados a centrais de monitoramento é muito importante para uma segurança mais assertiva, além da realização de uma análise preditiva com o uso de dados para antecipar incidentes e otimizar a alocação de recursos”</em>, analisa.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Capacitação contínua</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">O capital humano é um diferencial competitivo. Treinamentos regulares sobre novas tecnologias, cibersegurança e atendimento ao cliente são cruciais. As empresas também devem oferecer cursos sobre operação de softwares avançados e manutenção de equipamentos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outro ponto a ser destacado é o foco na cibersegurança. Com a crescente digitalização, sistemas de segurança eletrônica estão mais vulneráveis a ataques cibernéticos. As empresas devem, entre outras coisas, implementar protocolos robustos de proteção de dados, como criptografia e autenticação multifator. Devem também realizar auditorias regulares de segurança em seus sistemas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para acompanhar as evoluções no setor de segurança eletrônica, as empresas precisam combinar inovação tecnológica, capacitação, foco no cliente e conformidade regulatória. <em>“Aquelas que investirem em soluções inteligentes, sustentáveis e personalizadas, enquanto fortalecem a cibersegurança e parcerias estratégicas, estarão mais bem posicionadas para liderar o mercado”</em>, finaliza Custódio.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: Jornal do Brás | Reprodução</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://jornaldobras.com.br/noticia/83020/quais-os-melhores-caminhos-das-empresas-de-seguranca-eletronica-para-acompanharem-as-evolucoes-no-setor">https://jornaldobras.com.br/noticia/83020/quais-os-melhores-caminhos-das-empresas-de-seguranca-eletronica-para-acompanharem-as-evolucoes-no-setor</a></p>
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		<title>57% dos brasileiros utilizam IA, enquanto empresas buscam diretrizes éticas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Dec 2024 19:13:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo dados da consultoria global Oliver Wyman, 57% dos brasileiros já entraram em contato com a tecnologia, porém a falta de regulamentações claras e os questionamentos sobre o uso ético da tecnologia ainda deixam empresas receosas A globalização digital caminha em passos largos e mesmo as tecnologias lançadas recentemente já acabam parando nos cliques dos usuários, como no caso da Inteligência Artificial (IA) que tem sido o principal assunto dos fóruns sobre tecnologia e comércio on-line. De acordo com uma pesquisa feita pela consultoria global Oliver Wyman, publicado no site da Exame, 57% dos brasileiros afirmam já terem usado plataformas de IA, passando na frente de países como Espanha, Austrália, França e Estados Unidos. É por isso que as empresas estão cada vez mais se esforçando para se manterem atualizadas e atenderem às novas tecnologias, porém segundo pesquisa do departamento de estatística SAS, apenas 10% das empresas brasileiras estão realmente preparadas para lidar com regulamentações relativas à IA generativa, sendo a falta de regulamentações claras e os questionamentos sobre o uso ético da tecnologia os principais obstáculos. Nesse contexto, existem empresas que buscam se antecipar para utilização ética e responsável da IA, como a EASY2B2. “As empresas brasileiras estão cada vez mais conscientes de que a digitalização impulsionada pela IA não só promove a eficiência, mas também oferece insights estratégicos e automação para áreas críticas”, conta Renato Ferraz, CEO da EASYB2B. Na pesquisa divulgada pela McKinsey, apenas 13% das organizações brasileiras que digitalizaram partes de suas cadeias conseguem aproveitar todo o potencial dessas tecnologias. “Muitas empresas enfrentam dificuldades para integrar a IA de forma eficiente em toda a cadeia de suprimentos devido a limitações em infraestrutura tecnológica, falta de padronização de dados e desafios na integração de sistemas legados”, afirma Ferraz. “Além disso, a ausência de uma cultura organizacional voltada para a inovação tecnológica e a necessidade de capacitação para lidar com essas novas ferramentas são outros fatores que limitam o uso efetivo da tecnologia”, acrescenta Dentro desse cenário, o CEO explica que “enquanto muitas empresas enfrentam dificuldades para integrar IA em suas operações, a EASYB2B oferece soluções que buscam auxiliar na gestão de fornecedores, compras e estoques em processos automatizados e otimizados. Nosso uso de machine learning tem como objetivo facilitar a análise de grandes volumes de dados, permitindo decisões estratégicas mais rápidas e precisas”. A Agência EY também divulgou recentemente o Relatório de Integridade Global 2024, e revelou que 92% das pessoas que utilizam as plataformas de Inteligência Artificial afirmam que suas empresas estão preocupadas em estabelecer processos que observem os riscos relacionados à adoção de IA, como aspectos de segurança da informação e privacidade de dados. Para Ferraz, o cenário revela um potencial no mercado B2B. “A IA pode transformar a digitalização em empresas B2B ao otimizar processos complexos, como a gestão de fornecedores, a análise de compras e o gerenciamento de estoques. Por meio de algoritmos de machine learning, as plataformas conseguem processar grandes volumes de dados e identificar padrões que facilitam decisões estratégicas. Além disso, ajuda na padronização e estruturação de informações, o que é crucial em catálogos de produtos e em negociações, tornando os processos mais ágeis e eficazes”, reforça. O CEO também acredita que essa é somente a ponta do iceberg, que ainda está em pleno desenvolvimento e descobrimento. “Estamos apenas no início da jornada digital no B2B, e a EASYB2B está comprometida em liderar essa transformação, capacitando empresas para extrair o máximo das novas tecnologias. No entanto, é necessário um planejamento estratégico que considere tanto a tecnologia quanto o fator humano, capacitando as equipes para que possam extrair o máximo das ferramentas”, conclui. Fonte: O Globo &#124; Reprodução https://oglobo.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2024/12/10/ia-empresas-se-esforcam-para-se-manterem-atualizadas.ghtml]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">Segundo dados da consultoria global Oliver Wyman, 57% dos brasileiros já entraram em contato com a tecnologia, porém a falta de regulamentações claras e os questionamentos sobre o uso ético da tecnologia ainda deixam empresas receosas</p>



<p class="wp-block-paragraph">A globalização digital caminha em passos largos e mesmo as tecnologias lançadas recentemente já acabam parando nos cliques dos usuários, como no caso da Inteligência Artificial (IA) que tem sido o principal assunto dos fóruns sobre tecnologia e comércio on-line. De acordo com uma pesquisa feita pela consultoria global Oliver Wyman, publicado no site da Exame, 57% dos brasileiros afirmam já terem usado plataformas de IA, passando na frente de países como Espanha, Austrália, França e Estados Unidos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É por isso que as empresas estão cada vez mais se esforçando para se manterem atualizadas e atenderem às novas tecnologias, porém segundo pesquisa do departamento de estatística SAS, apenas 10% das empresas brasileiras estão realmente preparadas para lidar com regulamentações relativas à IA generativa, sendo a falta de regulamentações claras e os questionamentos sobre o uso ético da tecnologia os principais obstáculos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nesse contexto, existem empresas que buscam se antecipar para utilização ética e responsável da IA, como a EASY2B2.<em> “As empresas brasileiras estão cada vez mais conscientes de que a digitalização impulsionada pela IA não só promove a eficiência, mas também oferece insights estratégicos e automação para áreas críticas”</em>, conta Renato Ferraz, CEO da EASYB2B.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na pesquisa divulgada pela McKinsey, apenas 13% das organizações brasileiras que digitalizaram partes de suas cadeias conseguem aproveitar todo o potencial dessas tecnologias. <em>“Muitas empresas enfrentam dificuldades para integrar a IA de forma eficiente em toda a cadeia de suprimentos devido a limitações em infraestrutura tecnológica, falta de padronização de dados e desafios na integração de sistemas legados”</em>, afirma Ferraz. “<em>Além disso, a ausência de uma cultura organizacional voltada para a inovação tecnológica e a necessidade de capacitação para lidar com essas novas ferramentas são outros fatores que limitam o uso efetivo da tecnologia”</em>, acrescenta</p>



<p class="wp-block-paragraph">Dentro desse cenário, o CEO explica que <em>“enquanto muitas empresas enfrentam dificuldades para integrar IA em suas operações, a EASYB2B oferece soluções que buscam auxiliar na gestão de fornecedores, compras e estoques em processos automatizados e otimizados. Nosso uso de machine learning tem como objetivo facilitar a análise de grandes volumes de dados, permitindo decisões estratégicas mais rápidas e precisas”</em>.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A Agência EY também divulgou recentemente o Relatório de Integridade Global 2024, e revelou que 92% das pessoas que utilizam as plataformas de Inteligência Artificial afirmam que suas empresas estão preocupadas em estabelecer processos que observem os riscos relacionados à adoção de IA, como aspectos de segurança da informação e privacidade de dados.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para Ferraz, o cenário revela um potencial no mercado B2B.<em> “A IA pode transformar a digitalização em empresas B2B ao otimizar processos complexos, como a gestão de fornecedores, a análise de compras e o gerenciamento de estoques. Por meio de algoritmos de machine learning, as plataformas conseguem processar grandes volumes de dados e identificar padrões que facilitam decisões estratégicas. Além disso, ajuda na padronização e estruturação de informações, o que é crucial em catálogos de produtos e em negociações, tornando os processos mais ágeis e eficazes”</em>, reforça.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O CEO também acredita que essa é somente a ponta do iceberg, que ainda está em pleno desenvolvimento e descobrimento. <em>“Estamos apenas no início da jornada digital no B2B, e a EASYB2B está comprometida em liderar essa transformação, capacitando empresas para extrair o máximo das novas tecnologias. No entanto, é necessário um planejamento estratégico que considere tanto a tecnologia quanto o fator humano, capacitando as equipes para que possam extrair o máximo das ferramentas”</em>, conclui.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Fonte: O Globo | Reprodução</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph"><a href="https://oglobo.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2024/12/10/ia-empresas-se-esforcam-para-se-manterem-atualizadas.ghtml">https://oglobo.globo.com/patrocinado/dino/noticia/2024/12/10/ia-empresas-se-esforcam-para-se-manterem-atualizadas.ghtml</a></p>
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