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	<title>Inteligência artificial &#8211; Revista Sucesso na Segurança Privada</title>
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	<description>O melhor da Segurança Privada na palma da sua mão!</description>
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	<title>Inteligência artificial &#8211; Revista Sucesso na Segurança Privada</title>
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		<title>Florianópolis ganha ‘muralha digital’ com 700 câmeras de inteligência artificial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2025 16:56:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SSP]]></category>
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					<description><![CDATA[Ação busca ampliar a capacidade de videomonitoramento pelas forças de segurança A Prefeitura Municipal de Florianópolis (PMF) anunciou nesta quarta-feira (12) um novo sistema de segurança na cidade, chamado de “muralha digital”. A ação tem como objetivo ampliar a capacidade de videomonitoramento por parte da Guarda Municipal (GMF). Segundo a prefeitura, a partir de agora, todas as mais de 700 câmeras de monitoramento instaladas na capital passaram a utilizar um software de inteligência artificial. Através deste sistema, as imagens são espelhadas na nova central de monitoramento da base da GMF, que foi inaugurada na semana passada. A prefeitura ainda está realizando investimentos para garantir que as câmeras tenham tecnologia de reconhecimento facial e leitura de caracteres para analisar placas de carros. O sistema cruza dados com a Polícia Civil e gera alertas quando foragidos da Justiça são identificados através das imagens. Atualmente, as câmeras de monitoramento com tecnologia para leitura de placas de carros estão localizadas nas entradas e saídas das três pontes, na Avenida Gustavo Richard, Avenida Mauro Ramos, Avenida da Saudade, entre outras vias da capital. Ainda segundo a PMF, foi ampliado o número de totens equipados com quatro câmeras de segurança na Ilha. O dispositivo conta com a tecnologia PTZ, que além do reconhecimento facial, também permite o controle à distância, com a possibilidade de movimentação em todas as direções e ampliação da imagem. Alguns dos locais que receberam reforço de videomonitoramento na capital foram a entrada da praia de Canasvieiras, a Praça dos Ingleses e o viaduto da Chico Mendes, na divisa com São José. A vice-prefeita e Secretária Municipal de Segurança e Ordem Pública, Maryanne Mattos, afirmou que o sistema é uma “muralha digital equipada com tudo que temos de mais avançado na tecnologia”. Ela ainda destacou que os investimentos realizados têm como objetivo “apertar o cerco contra criminosos e garantir que a nossa capital continue sendo a mais segura do Brasil, aliando equipamentos refinados e a cooperação com outras forças de segurança”. Fonte: TVBV Online &#124; Reprodução&#160; https://www.tvbv.com.br/florianopolis-ganha-muralha-digital-com-700-cameras-de-inteligencia-artificial/]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="">Ação busca ampliar a capacidade de videomonitoramento pelas forças de segurança</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="">A Prefeitura Municipal de Florianópolis (PMF) anunciou nesta quarta-feira (12) um novo sistema de segurança na cidade, chamado de “muralha digital”. A ação tem como objetivo ampliar a capacidade de videomonitoramento por parte da Guarda Municipal (GMF). Segundo a prefeitura, a partir de agora, todas as mais de 700 câmeras de monitoramento instaladas na capital passaram a utilizar um software de inteligência artificial.</p>



<p class="">Através deste sistema, as imagens são espelhadas na nova central de monitoramento da base da GMF, que foi inaugurada na semana passada. A prefeitura ainda está realizando investimentos para garantir que as câmeras tenham tecnologia de reconhecimento facial e leitura de caracteres para analisar placas de carros. O sistema cruza dados com a Polícia Civil e gera alertas quando foragidos da Justiça são identificados através das imagens.</p>



<p class="">Atualmente, as câmeras de monitoramento com tecnologia para leitura de placas de carros estão localizadas nas entradas e saídas das três pontes, na Avenida Gustavo Richard, Avenida Mauro Ramos, Avenida da Saudade, entre outras vias da capital.</p>



<p class="">Ainda segundo a PMF, foi ampliado o número de totens equipados com quatro câmeras de segurança na Ilha. O dispositivo conta com a tecnologia PTZ, que além do reconhecimento facial, também permite o controle à distância, com a possibilidade de movimentação em todas as direções e ampliação da imagem. Alguns dos locais que receberam reforço de videomonitoramento na capital foram a entrada da praia de Canasvieiras, a Praça dos Ingleses e o viaduto da Chico Mendes, na divisa com São José.</p>



<p class="">A vice-prefeita e Secretária Municipal de Segurança e Ordem Pública, Maryanne Mattos, afirmou que o sistema é uma “muralha digital equipada com tudo que temos de mais avançado na tecnologia”. Ela ainda destacou que os investimentos realizados têm como objetivo “apertar o cerco contra criminosos e garantir que a nossa capital continue sendo a mais segura do Brasil, aliando equipamentos refinados e a cooperação com outras forças de segurança”.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Fonte: TVBV Online | Reprodução&nbsp;</strong></p>



<p class=""><a href="https://www.tvbv.com.br/florianopolis-ganha-muralha-digital-com-700-cameras-de-inteligencia-artificial/">https://www.tvbv.com.br/florianopolis-ganha-muralha-digital-com-700-cameras-de-inteligencia-artificial/</a></p>
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		<item>
		<title>A inteligência artificial reforça o papel humano na segurança privada, sem o substituir</title>
		<link>https://revistassp.com.br/a-inteligencia-artificial-reforca-o-papel-humano-na-seguranca-privada-sem-o-substituir/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Oct 2025 16:21:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Privada]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SSP]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança privada]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Vigilante]]></category>
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					<description><![CDATA[Tecnologias não substituem vigilantes: colaboração amplia funções e valoriza a atuação humana para entrega de soluções ainda mais seguras A discussão sobre o impacto da tecnologia no mercado de trabalho, substituindo empregos, é recorrente. Em diferentes setores, fica a dúvida: será que as máquinas vão substituir as funções humanas? Na área da segurança patrimonial, essa insegurança ganha ainda mais força com a chegada das câmeras inteligentes, softwares de análise em tempo real e drones autônomos. Afinal, se as máquinas conseguem identificar riscos e monitorar ambientes 24 horas por dia, qual seria o papel dos vigilantes? A resposta vai na direção oposta: a inovação não elimina funções, mas amplia o papel dos profissionais e cria novas possibilidades de carreira. É o que especialistas do setor chamam de Segurança 4.0, um modelo que une análise de dados, monitoramento inteligente e interação humana para oferecer soluções mais completas e estratégicas. O mito da substituição A substituição por robôs é mais mito de ficção do que realidade. No setor de segurança, a experiência mostra que as soluções tecnológicas funcionam como extensões do olhar e da inteligência dos profissionais. Em vez de passar horas diante de telas em busca de sinais suspeitos, os profissionais agora recebem alertas filtrados por algoritmos que analisam comportamentos em tempo real. Essa mudança transforma a rotina: o vigilante deixa de ser apenas observador e assume um papel estratégico, tomando decisões com base em informações mais precisas e na interação humana. Os dados da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE) reforçam essa tendência. Segundo a entidade, 90% das empresas do setor planejam contratar nos próximos anos. Hoje, o segmento já responde por mais de 2 milhões de vagas diretas e indiretas &#8211; número que tende a crescer com a digitalização. A tecnologia potencializando o trabalho humano Na prática, a combinação entre profissionais e tecnologia já está transformando rotinas. Alguns exemplos mostram como a integração funciona no dia a dia: Cada recurso libera os profissionais de tarefas repetitivas e amplia sua responsabilidade em atividades que exigem análise crítica, coordenação e estratégia. Segurança imbatível: integração homem &#8211; máquina O futuro da segurança corporativa aponta para um modelo colaborativo. Nesse cenário, a precisão da tecnologia se une à capacidade humana de julgamento, criando sistemas mais completos e eficazes. Esse equilíbrio traz benefícios tanto para empresas quanto para trabalhadores: há redução de riscos, otimização de processos e, ao mesmo tempo, criação de novos postos de trabalho mais especializados e com maior valor agregado. Com a chegada de drones, câmeras inteligentes com IA e sistemas integrados de análise, o setor de segurança passa por uma transformação silenciosa, mas profunda. Empresas que investem nessas soluções conquistam vantagem competitiva, enquanto profissionais capacitados encontram novas formas de atuação e crescimento. No Brasil, o movimento já está em andamento. A Segurança 4.0 no dia a dia de empresas deixou de ser tendência para se consolidar como realidade. O desafio agora é preparar pessoas e organizações para tirar o máximo proveito desse novo cenário. A tecnologia por si só não basta: é a combinação entre máquinas e seres humanos que gera resultados realmente transformadores. Por isso, a resposta para a pergunta inicial &#8211; se a tecnologia vai substituir os vigilantes? &#8211; tem uma resposta clara: não, ela vai potencializar o trabalho. E, com isso, abrir novas possibilidades de fortalecimento para um setor que cresce, se moderniza e se reinventa a cada ano. Fonte: G1 &#124; Reprodução https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/especial-publicitario/protal-seguranca-inteligente/noticia/2025/10/16/profissionais-de-seguranca-ganham-reforco-com-apoio-da-inteligencia-artificial.ghtml]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="">Tecnologias não substituem vigilantes: colaboração amplia funções e valoriza a atuação humana para entrega de soluções ainda mais seguras</p>



<p class="">A discussão sobre o impacto da tecnologia no mercado de trabalho, substituindo empregos, é recorrente. Em diferentes setores, fica a dúvida: será que as máquinas vão substituir as funções humanas? Na área da segurança patrimonial, essa insegurança ganha ainda mais força com a chegada das câmeras inteligentes, softwares de análise em tempo real e drones autônomos. Afinal, se as máquinas conseguem identificar riscos e monitorar ambientes 24 horas por dia, qual seria o papel dos vigilantes?</p>



<p class="">A resposta vai na direção oposta: a inovação não elimina funções, mas amplia o papel dos profissionais e cria novas possibilidades de carreira. É o que especialistas do setor chamam de Segurança 4.0, um modelo que une análise de dados, monitoramento inteligente e interação humana para oferecer soluções mais completas e estratégicas.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>O mito da substituição</strong></p>



<p class="">A substituição por robôs é mais mito de ficção do que realidade. No setor de segurança, a experiência mostra que as soluções tecnológicas funcionam como extensões do olhar e da inteligência dos profissionais.</p>



<p class="">Em vez de passar horas diante de telas em busca de sinais suspeitos, os profissionais agora recebem alertas filtrados por algoritmos que analisam comportamentos em tempo real. Essa mudança transforma a rotina: o vigilante deixa de ser apenas observador e assume um papel estratégico, tomando decisões com base em informações mais precisas e na interação humana.</p>



<p class="">Os dados da Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança (ABESE) reforçam essa tendência. Segundo a entidade, 90% das empresas do setor planejam contratar nos próximos anos. Hoje, o segmento já responde por mais de 2 milhões de vagas diretas e indiretas &#8211; número que tende a crescer com a digitalização.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>A tecnologia potencializando o trabalho humano</strong></p>



<p class="">Na prática, a combinação entre profissionais e tecnologia já está transformando rotinas. Alguns exemplos mostram como a integração funciona no dia a dia:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li class=""><strong>Do monitoramento passivo à análise proativa:</strong> câmeras com IA detectam comportamentos suspeitos e notificam equipes em tempo real. O vigilante não precisa acompanhar telas continuamente e recebe dados prontos para ação imediata;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li class=""><strong>Drones como apoio aéreo: </strong>em áreas extensas, drones oferecem visão panorâmica e resposta rápida. O profissional humano atua como coordenador, direcionando equipes com base em imagens transmitidas ao vivo;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li class=""><strong>Controle de acesso inteligente:</strong> sistemas integrados com reconhecimento facial reforçam a segurança, reduzem burocracias e também melhoram a gestão de recursos humanos;</li>
</ul>



<ul class="wp-block-list">
<li class=""><strong>Sensores de prevenção em saúde e segurança do trabalho (SST): </strong>monitoramento de fumaça, gás, temperatura e umidade permitem identificar riscos antes que ocorram acidentes. Além disso, ferramentas auxiliam no controle do uso de equipamentos de proteção individual (EPIs), garantindo conformidade com normas regulamentadoras.</li>
</ul>



<div style="height:30px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="">Cada recurso libera os profissionais de tarefas repetitivas e amplia sua responsabilidade em atividades que exigem análise crítica, coordenação e estratégia.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Segurança imbatível: integração homem &#8211; máquina</strong></p>



<p class="">O futuro da segurança corporativa aponta para um modelo colaborativo. Nesse cenário, a precisão da tecnologia se une à capacidade humana de julgamento, criando sistemas mais completos e eficazes. Esse equilíbrio traz benefícios tanto para empresas quanto para trabalhadores: há redução de riscos, otimização de processos e, ao mesmo tempo, criação de novos postos de trabalho mais especializados e com maior valor agregado.</p>



<p class="">Com a chegada de drones, câmeras inteligentes com IA e sistemas integrados de análise, o setor de segurança passa por uma transformação silenciosa, mas profunda. Empresas que investem nessas soluções conquistam vantagem competitiva, enquanto profissionais capacitados encontram novas formas de atuação e crescimento.</p>



<p class="">No Brasil, o movimento já está em andamento. A Segurança 4.0 no dia a dia de empresas deixou de ser tendência para se consolidar como realidade. O desafio agora é preparar pessoas e organizações para tirar o máximo proveito desse novo cenário.</p>



<p class="">A tecnologia por si só não basta: é a combinação entre máquinas e seres humanos que gera resultados realmente transformadores. Por isso, a resposta para a pergunta inicial &#8211; se a tecnologia vai substituir os vigilantes? &#8211; tem uma resposta clara: não, ela vai potencializar o trabalho. E, com isso, abrir novas possibilidades de fortalecimento para um setor que cresce, se moderniza e se reinventa a cada ano.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Fonte: G1 | Reprodução</strong></p>



<p class=""><a href="https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/especial-publicitario/protal-seguranca-inteligente/noticia/2025/10/16/profissionais-de-seguranca-ganham-reforco-com-apoio-da-inteligencia-artificial.ghtml">https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/especial-publicitario/protal-seguranca-inteligente/noticia/2025/10/16/profissionais-de-seguranca-ganham-reforco-com-apoio-da-inteligencia-artificial.ghtml</a></p>
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		<item>
		<title>Inteligência artificial ajuda a monitorar mais de 80 mil câmeras de segurança</title>
		<link>https://revistassp.com.br/inteligencia-artificial-ajuda-a-monitorar-mais-de-80-mil-cameras-de-seguranca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Oct 2025 17:47:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SSP]]></category>
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					<description><![CDATA[Imagine o desafio de garantir que mais de 80 mil câmeras de segurança, instaladas em mais de 15 mil sistemas de monitoramento espalhados pelo Brasil, estejam em pleno funcionamento e na posição ideal para visualizar a melhor imagem do ambiente. Esse é o desafio enfrentado pela Orsegups, empresa de segurança eletrônica que incorporou há anos a inteligência artificial (IA) como aliada estratégica em seus serviços. Com histórico de mais de dez anos de uso de IA, a empresa desenvolveu ferramentas inteligentes capazes de analisar, em tempo real, as imagens captadas pelos equipamentos. A função principal é identificar invasões ou situações suspeitas. Mas a ação do monitoramento da Orsegups vai além. A tecnologia verifica se cada câmera está operando dentro da normalidade e detectam rapidamente eventuais falhas como interrupção no fornecimento de energia, defeitos técnicos ou até danos provocados de forma intencional. Quando algo anormal é identificado, o sistema emite um alerta. A IA também mapeia objetos fixos no ambiente e analisa o posicionamento das câmeras. Qualquer alteração no ambiente ou no ângulo da câmera gera um alerta para que seja realizada a verificação humana do ambiente. Instaladas para garantir a melhor posição de vigilância, elas podem ter sua posição alterada de forma acidental ou proposital. “Sem essa tecnologia, seria praticamente impossível fazer a verificação de volume tão grande de equipamentos diversas vezes ao dia”, diz o Alexandre Daniel Weber, Gerente Nacional de Operações – Segmento Eletrônica da empresa Orsegups. “A Inteligência Artificial permite ampliarmos muito nossa capacidade e o volume de verificações, identificação e correção de quaisquer problemas nos sistemas”. Para a empresa, significa maior eficiência e eficácia sem aumento de custos com pessoas, mantendo o time de monitoramento focado e atento nas demandas mais importantes e não rotineiras. Fonte: Revista Segurança Eletrônica &#124; Reprodução https://revistasegurancaeletronica.com.br/inteligencia-artificial-ajuda-a-monitorar-mais-de-80-mil-cameras-de-seguranca/]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="">Imagine o desafio de garantir que mais de 80 mil câmeras de segurança, instaladas em mais de 15 mil sistemas de monitoramento espalhados pelo Brasil, estejam em pleno funcionamento e na posição ideal para visualizar a melhor imagem do ambiente. Esse é o desafio enfrentado pela Orsegups, empresa de segurança eletrônica que incorporou há anos a inteligência artificial (IA) como aliada estratégica em seus serviços.</p>



<p class="">Com histórico de mais de dez anos de uso de IA, a empresa desenvolveu ferramentas inteligentes capazes de analisar, em tempo real, as imagens captadas pelos equipamentos. A função principal é identificar invasões ou situações suspeitas. Mas a ação do monitoramento da Orsegups vai além. A tecnologia verifica se cada câmera está operando dentro da normalidade e detectam rapidamente eventuais falhas como interrupção no fornecimento de energia, defeitos técnicos ou até danos provocados de forma intencional. Quando algo anormal é identificado, o sistema emite um alerta.</p>



<p class="">A IA também mapeia objetos fixos no ambiente e analisa o posicionamento das câmeras. Qualquer alteração no ambiente ou no ângulo da câmera gera um alerta para que seja realizada a verificação humana do ambiente. Instaladas para garantir a melhor posição de vigilância, elas podem ter sua posição alterada de forma acidental ou proposital.</p>



<p class="">“Sem essa tecnologia, seria praticamente impossível fazer a verificação de volume tão grande de equipamentos diversas vezes ao dia”, diz o Alexandre Daniel Weber, Gerente Nacional de Operações – Segmento Eletrônica da empresa Orsegups. “A Inteligência Artificial permite ampliarmos muito nossa capacidade e o volume de verificações, identificação e correção de quaisquer problemas nos sistemas”.</p>



<p class="">Para a empresa, significa maior eficiência e eficácia sem aumento de custos com pessoas, mantendo o time de monitoramento focado e atento nas demandas mais importantes e não rotineiras.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Fonte: Revista Segurança Eletrônica | Reprodução</strong></p>



<p class=""><a href="https://revistasegurancaeletronica.com.br/inteligencia-artificial-ajuda-a-monitorar-mais-de-80-mil-cameras-de-seguranca/">https://revistasegurancaeletronica.com.br/inteligencia-artificial-ajuda-a-monitorar-mais-de-80-mil-cameras-de-seguranca/</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Grupo Protege lança solução de IA que amplia segurança no controle de acessos</title>
		<link>https://revistassp.com.br/grupo-protege-lanca-solucao-de-ia-que-amplia-seguranca-no-controle-de-acessos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Oct 2025 12:48:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo Protege]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SSP]]></category>
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					<description><![CDATA[O sistema integra câmeras inteligentes, detector de metais e portaria remota capaz de ser fundamental em horários críticos O Grupo Protege, empresa de segurança privada com mais de 50 anos de atuação e presente em todas as regiões do País, apresenta uma nova tecnologia baseada em inteligência artificial que reforça os protocolos de controle de acesso e que pode suprir a inspeção presencial realizada em condomínios, empresas e centros logísticos. Nomeada de Revista Remota, a tecnologia combina detector de metais com sensores integrados, câmeras com inteligência artificial e sistema de reconhecimento facial, conectados a uma central de portaria remota com monitoramento 24 horas. Dessa forma, o processo de revista passa a ser feito de maneira automatizada e supervisionada a distância, com registro de acessos e comunicação de voz em tempo real entre usuários e operadores da central. Para a empresa, a solução não substitui os vigilantes, mas se soma às equipes tradicionais de segurança para aumentar a eficiência e oferecer camadas adicionais de proteção. A nova solução oferece aumento de segurança, principalmente em horários críticos — como madrugadas, finais de semana e feriados — mas também promete ganhos de eficiência e redução significativa de custos operacionais. Além disso, é ideal para locais com grande circulação de pessoas e que exigem um controle de acesso rigoroso, sendo especialmente indicada para indústrias, centros de distribuição, prédios comerciais, grandes condomínios e empresas. O sistema gera registros automáticos de entradas e saídas, centraliza decisões e padroniza o processo de revista, garantindo mais agilidade e controle. “A Revista Remota reforça nossa estratégia de investir em tecnologia de ponta para entregar soluções que unem segurança e eficiência. Trata-se de um recurso que mitiga falhas operacionais e assegura mais previsibilidade para nossos clientes. Essa inovação se soma ao nosso ecossistema de segurança eletrônica, sempre com apoio da nossa renomada central de monitoramento 24 horas do Grupo Protege”, explica Alecsandro Rocha, Gerente Corporativo de Segurança do Grupo Protege. Fonte: Robb Report Brasil &#124; Reprodução https://robbreportbrasil.com.br/noticias-lide/inovacao-futuro/grupo-protege-lanca-solucao-de-ia-que-amplia-seguranca-no-controle-de-acessos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="">O sistema integra câmeras inteligentes, detector de metais e portaria remota capaz de ser fundamental em horários críticos</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="">O Grupo Protege, empresa de segurança privada com mais de 50 anos de atuação e presente em todas as regiões do País, apresenta uma nova tecnologia baseada em inteligência artificial que reforça os protocolos de controle de acesso e que pode suprir a inspeção presencial realizada em condomínios, empresas e centros logísticos.</p>



<p class="">Nomeada de Revista Remota, a tecnologia combina detector de metais com sensores integrados, câmeras com inteligência artificial e sistema de reconhecimento facial, conectados a uma central de portaria remota com monitoramento 24 horas. Dessa forma, o processo de revista passa a ser feito de maneira automatizada e supervisionada a distância, com registro de acessos e comunicação de voz em tempo real entre usuários e operadores da central.</p>



<p class="">Para a empresa, a solução não substitui os vigilantes, mas se soma às equipes tradicionais de segurança para aumentar a eficiência e oferecer camadas adicionais de proteção.</p>



<p class="">A nova solução oferece aumento de segurança, principalmente em horários críticos — como madrugadas, finais de semana e feriados — mas também promete ganhos de eficiência e redução significativa de custos operacionais. Além disso, é ideal para locais com grande circulação de pessoas e que exigem um controle de acesso rigoroso, sendo especialmente indicada para indústrias, centros de distribuição, prédios comerciais, grandes condomínios e empresas. O sistema gera registros automáticos de entradas e saídas, centraliza decisões e padroniza o processo de revista, garantindo mais agilidade e controle.</p>



<p class="">“A Revista Remota reforça nossa estratégia de investir em tecnologia de ponta para entregar soluções que unem segurança e eficiência. Trata-se de um recurso que mitiga falhas operacionais e assegura mais previsibilidade para nossos clientes. Essa inovação se soma ao nosso ecossistema de segurança eletrônica, sempre com apoio da nossa renomada central de monitoramento 24 horas do Grupo Protege”, explica Alecsandro Rocha, Gerente Corporativo de Segurança do Grupo Protege.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Fonte: Robb Report Brasil | Reprodução</strong></p>



<p class=""><a href="https://robbreportbrasil.com.br/noticias-lide/inovacao-futuro/grupo-protege-lanca-solucao-de-ia-que-amplia-seguranca-no-controle-de-acessos">https://robbreportbrasil.com.br/noticias-lide/inovacao-futuro/grupo-protege-lanca-solucao-de-ia-que-amplia-seguranca-no-controle-de-acessos</a></p>
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		<item>
		<title>IA revoluciona a segurança eletrônica</title>
		<link>https://revistassp.com.br/ia-revoluciona-a-seguranca-eletronica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 16:57:08 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Segurança Eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SSP]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://revistassp.com.br/?p=6667</guid>

					<description><![CDATA[Por Nicanor Júnior, especialista de soluções da Dahua Technology Brasil A aplicação da inteligência artificial na segurança eletrônica passou, em poucos anos, de uma promessa tecnológica para uma realidade em constante evolução. O avanço dos processadores neurais, tanto em borda quanto em processadores dedicados, tornou possível o treinamento de diferentes algoritmos visuais com alta precisão e desempenho. Hoje, modelos podem ser customizados de forma acessível, seja por meio de soluções de IA generativa, seja pela programação em linguagens de desenvolvimento. Essa evolução abriu caminho para que sistemas de segurança fossem além da simples detecção de objetos, ampliando sua capacidade de compreender contextos e comportamentos. O que antes parecia impossível, hoje é prática comum nas operações de segurança. A grande questão, porém, deixou de ser apenas identificar eventos e passou a ser: como interpretá-los e transformá-los em ação preventiva? Para isso, surgiram algoritmos “sob medida”, adaptados às necessidades de cada operação. Mais do que reconhecer padrões visuais anômalos, eles são capazes de inferir comportamentos suspeitos a partir da correlação de dados. Um exemplo concreto é a identificação de veículos com placas “frias”, que circulam sem restrições aparentes, mas que ao serem cruzadas com bases de dados revelam vínculos com furtos, roubos ou outros incidentes. Essa análise inteligente gera indícios de que um novo crime pode estar prestes a ocorrer, permitindo que forças de segurança ajam de forma antecipada. Além disso, as principais plataformas do setor contam com grandes bases de dados alimentadas por algoritmos de deep learning aplicados a imagens e comportamentos. A partir delas, modelos de machine learning identificam padrões recorrentes, correlacionam alertas e evoluem continuamente, em um ciclo de aprimoramento que combina tecnologia e experiência operacional. Com o poder da inteligência artificial aplicada à segurança, tornou-se possível correlacionar pessoas, veículos e dados de diferentes fontes. O resultado é a criação de uma verdadeira “teia de relacionamentos”, capaz de revelar padrões de deslocamento, contatos frequentes e atividades rotineiras. Essa visão integrada eleva a segurança a um novo patamar: permite identificar criminosos que dificilmente seriam descobertos por métodos tradicionais, além de transformar a forma como investigações forenses e operações preventivas são conduzidas. Trata-se de um avanço decisivo para a segurança pública e privada, que agora pode se apoiar em soluções mais inteligentes e proativas. A inteligência artificial deixou de ser um recurso experimental e consolidou-se como um pilar da segurança eletrônica moderna. Sua capacidade de antecipar riscos e gerar segurança preditiva redefine o papel da tecnologia no dia a dia das cidades e organizações. O setor caminha para um futuro em que a segurança será cada vez mais preventiva, integrada e eficiente, um futuro em que a tecnologia transforma dados em impacto real e prepara a sociedade para enfrentar os desafios que estão por vir. Fonte: Economia SP &#124; Reprodução https://economiasp.com/2025/09/23/ia-revoluciona-a-seguranca-eletronica/]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="">Por Nicanor Júnior, especialista de soluções da Dahua Technology Brasil</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="">A aplicação da inteligência artificial na segurança eletrônica passou, em poucos anos, de uma promessa tecnológica para uma realidade em constante evolução.</p>



<p class="">O avanço dos processadores neurais, tanto em borda quanto em processadores dedicados, tornou possível o treinamento de diferentes algoritmos visuais com alta precisão e desempenho.</p>



<p class="">Hoje, modelos podem ser customizados de forma acessível, seja por meio de soluções de IA generativa, seja pela programação em linguagens de desenvolvimento.</p>



<p class="">Essa evolução abriu caminho para que sistemas de segurança fossem além da simples detecção de objetos, ampliando sua capacidade de compreender contextos e comportamentos.</p>



<p class="">O que antes parecia impossível, hoje é prática comum nas operações de segurança. A grande questão, porém, deixou de ser apenas identificar eventos e passou a ser: como interpretá-los e transformá-los em ação preventiva?</p>



<p class="">Para isso, surgiram algoritmos “sob medida”, adaptados às necessidades de cada operação. Mais do que reconhecer padrões visuais anômalos, eles são capazes de inferir comportamentos suspeitos a partir da correlação de dados.</p>



<p class="">Um exemplo concreto é a identificação de veículos com placas “frias”, que circulam sem restrições aparentes, mas que ao serem cruzadas com bases de dados revelam vínculos com furtos, roubos ou outros incidentes.</p>



<p class="">Essa análise inteligente gera indícios de que um novo crime pode estar prestes a ocorrer, permitindo que forças de segurança ajam de forma antecipada.</p>



<p class="">Além disso, as principais plataformas do setor contam com grandes bases de dados alimentadas por algoritmos de deep learning aplicados a imagens e comportamentos.</p>



<p class="">A partir delas, modelos de machine learning identificam padrões recorrentes, correlacionam alertas e evoluem continuamente, em um ciclo de aprimoramento que combina tecnologia e experiência operacional.</p>



<p class="">Com o poder da inteligência artificial aplicada à segurança, tornou-se possível correlacionar pessoas, veículos e dados de diferentes fontes. O resultado é a criação de uma verdadeira “teia de relacionamentos”, capaz de revelar padrões de deslocamento, contatos frequentes e atividades rotineiras.</p>



<p class="">Essa visão integrada eleva a segurança a um novo patamar: permite identificar criminosos que dificilmente seriam descobertos por métodos tradicionais, além de transformar a forma como investigações forenses e operações preventivas são conduzidas.</p>



<p class="">Trata-se de um avanço decisivo para a segurança pública e privada, que agora pode se apoiar em soluções mais inteligentes e proativas.</p>



<p class="">A inteligência artificial deixou de ser um recurso experimental e consolidou-se como um pilar da segurança eletrônica moderna. Sua capacidade de antecipar riscos e gerar segurança preditiva redefine o papel da tecnologia no dia a dia das cidades e organizações.</p>



<p class="">O setor caminha para um futuro em que a segurança será cada vez mais preventiva, integrada e eficiente, um futuro em que a tecnologia transforma dados em impacto real e prepara a sociedade para enfrentar os desafios que estão por vir.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Fonte: Economia SP | Reprodução</strong></p>



<p class=""><a href="https://economiasp.com/2025/09/23/ia-revoluciona-a-seguranca-eletronica/">https://economiasp.com/2025/09/23/ia-revoluciona-a-seguranca-eletronica/</a></p>
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		<title>O sistema de CFTV potencializado pela Inteligência Artificial: transformando imagens em informação estratégica</title>
		<link>https://revistassp.com.br/o-sistema-de-cftv-potencializado-pela-inteligencia-artificial-transformando-imagens-em-informacao-estrategica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 16:54:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[CFTV]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SSP]]></category>
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					<description><![CDATA[No mundo cada vez mais conectado e volátil, a segurança empresarial não pode mais se limitar a um simples registro de eventos. O sistema de Circuito Fechado de Televisão (CFTV), quando potencializado pela Inteligência Artificial (IA), evolui para uma ferramenta estratégica que converte imagens em dados acionáveis, proporcionando uma visão preditiva e inteligente dos ambientes monitorados. “Mais do que capturar vídeos passivos, essa solução analisa cenários em tempo real, processando fluxos de imagens para identificar padrões, comportamentos anormais e ameaças potenciais antes que se tornem problemas graves”, explica o diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Veolink, Renato da Silva Pereira. Imagine um sistema que, em vez de apenas gravar movimentos, utiliza algoritmos de IA para detectar intrusões não autorizadas, aglomerações suspeitas ou até mesmo veículos não identificados, alertando equipes de segurança de forma imediata. Essa análise em tempo real é possível graças a tecnologias como o “AI on the Edge”, onde a inteligência é embarcada diretamente nas câmeras, reduzindo a latência e o processamento em nuvem desnecessário. Além disso, a IA minimiza falsos alarmes – um dos maiores desafios dos sistemas tradicionais – ao diferenciar entre eventos reais, como uma invasão, e falsos positivos, como sombras ou animais, alcançando taxas de precisão superiores a 90% em muitos casos. “A integração com outras soluções de segurança, como alarmes, controle de acesso e sistemas de portaria eletrônica, cria um ecossistema unificado, onde o CFTV não opera isolado, mas como o cérebro central de uma rede de proteção. O resultado é uma maior inteligência operacional, eficiência nos recursos humanos e, acima de tudo, proteção aprimorada para ativos, colaboradores e operações da empresa”, complementa Renato. No Brasil, essa tecnologia tem ganhado tração acelerada, impulsionada pela crescente demanda por soluções inovadoras em um país que enfrenta desafios como urbanização rápida e aumento da criminalidade organizada.&#160; Os dados da ABESE reforçam o impacto dessa evolução no mercado nacional. De acordo com o Panorama do Setor de Segurança Eletrônica 2024/2025, o faturamento do setor atingiu R$ 14 bilhões em 2024, um crescimento de 16,1% em relação aos R$ 12 bilhões de 2023, impulsionado principalmente pela adoção de tecnologias como IA em soluções de CFTV e videomonitoramento. O relatório destaca que o CFTV, ao lado de controle de acesso e alarmes, domina a demanda, representando uma fatia significativa do mercado, com mais de 33,5 mil empresas ativas no segmento. A presença de tecnologia em soluções de segurança saltou de 54% para 64,3% em apenas um ano, com 54% dos produtos já incorporando IA embarcada, especialmente em sistemas de monitoramento. Fonte: Revista Segurança Eletrônica &#124; Reprodução https://revistasegurancaeletronica.com.br/o-sistema-de-cftv-potencializado-pela-inteligencia-artificial-transformando-imagens-em-informacao-estrategica/ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="">No mundo cada vez mais conectado e volátil, a segurança empresarial não pode mais se limitar a um simples registro de eventos. O sistema de Circuito Fechado de Televisão (CFTV), quando potencializado pela Inteligência Artificial (IA), evolui para uma ferramenta estratégica que converte imagens em dados acionáveis, proporcionando uma visão preditiva e inteligente dos ambientes monitorados.</p>



<p class=""><em>“Mais do que capturar vídeos passivos, essa solução analisa cenários em tempo real, processando fluxos de imagens para identificar padrões, comportamentos anormais e ameaças potenciais antes que se tornem problemas graves”,</em> explica o diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Veolink, Renato da Silva Pereira.</p>



<p class="">Imagine um sistema que, em vez de apenas gravar movimentos, utiliza algoritmos de IA para detectar intrusões não autorizadas, aglomerações suspeitas ou até mesmo veículos não identificados, alertando equipes de segurança de forma imediata. Essa análise em tempo real é possível graças a tecnologias como o <em>“AI on the Edge”,</em> onde a inteligência é embarcada diretamente nas câmeras, reduzindo a latência e o processamento em nuvem desnecessário.</p>



<p class="">Além disso, a IA minimiza falsos alarmes – um dos maiores desafios dos sistemas tradicionais – ao diferenciar entre eventos reais, como uma invasão, e falsos positivos, como sombras ou animais, alcançando taxas de precisão superiores a 90% em muitos casos. <em>“A integração com outras soluções de segurança, como alarmes, controle de acesso e sistemas de portaria eletrônica, cria um ecossistema unificado, onde o CFTV não opera isolado, mas como o cérebro central de uma rede de proteção. O resultado é uma maior inteligência operacional, eficiência nos recursos humanos e, acima de tudo, proteção aprimorada para ativos, colaboradores e operações da empresa”</em>, complementa Renato.</p>



<p class="">No Brasil, essa tecnologia tem ganhado tração acelerada, impulsionada pela crescente demanda por soluções inovadoras em um país que enfrenta desafios como urbanização rápida e aumento da criminalidade organizada.&nbsp; Os dados da ABESE reforçam o impacto dessa evolução no mercado nacional.</p>



<p class="">De acordo com o Panorama do Setor de Segurança Eletrônica 2024/2025, o faturamento do setor atingiu R$ 14 bilhões em 2024, um crescimento de 16,1% em relação aos R$ 12 bilhões de 2023, impulsionado principalmente pela adoção de tecnologias como IA em soluções de CFTV e videomonitoramento. O relatório destaca que o CFTV, ao lado de controle de acesso e alarmes, domina a demanda, representando uma fatia significativa do mercado, com mais de 33,5 mil empresas ativas no segmento. A presença de tecnologia em soluções de segurança saltou de 54% para 64,3% em apenas um ano, com 54% dos produtos já incorporando IA embarcada, especialmente em sistemas de monitoramento.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Fonte: Revista Segurança Eletrônica | Reprodução </strong></p>



<p class=""><a href="https://revistasegurancaeletronica.com.br/o-sistema-de-cftv-potencializado-pela-inteligencia-artificial-transformando-imagens-em-informacao-estrategica/"><strong>https://revistasegurancaeletronica.com.br/o-sistema-de-cftv-potencializado-pela-inteligencia-artificial-transformando-imagens-em-informacao-estrategica/</strong></a><strong> </strong></p>
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		<title>IA na segurança eletrônica: do reconhecimento de padrões à antecipação de crimes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2025 17:51:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Reconhecimento facial]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SSP]]></category>
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					<description><![CDATA[Por Nicanor Júnior, Especialista de Soluções da Dahua Technology Brasil A aplicação da inteligência artificial na segurança eletrônica passou, em poucos anos, de uma promessa tecnológica para uma realidade em constante evolução. O avanço dos processadores neurais, tanto em borda quanto em processadores dedicados, tornou possível o treinamento de diferentes algoritmos visuais com alta precisão e desempenho. Hoje, modelos podem ser customizados de forma acessível, seja por meio de soluções de IA generativa, seja pela programação em linguagens de desenvolvimento. Essa evolução abriu caminho para que sistemas de segurança fossem além da simples detecção de objetos, ampliando sua capacidade de compreender contextos e comportamentos. O que antes parecia impossível, hoje é prática comum nas operações de segurança. A grande questão, porém, deixou de ser apenas identificar eventos e passou a ser: como interpretá-los e transformá-los em ação preventiva? Para isso, surgiram algoritmos “sob medida”, adaptados às necessidades de cada operação. Mais do que reconhecer padrões visuais anômalos, eles são capazes de inferir comportamentos suspeitos a partir da correlação de dados. Com o poder da inteligência artificial aplicada à segurança, tornou-se possível correlacionar pessoas, veículos e dados de diferentes fontes. O resultado é a criação de uma verdadeira “teia de relacionamentos”, capaz de revelar padrões de deslocamento, contatos frequentes e atividades rotineiras. Essa visão integrada eleva a segurança a um novo patamar: permite identificar criminosos que dificilmente seriam descobertos por métodos tradicionais, além de transformar a forma como investigações forenses e operações preventivas são conduzidas. Trata-se de um avanço decisivo para a segurança pública e privada, que agora pode se apoiar em soluções mais inteligentes e proativas. A inteligência artificial deixou de ser um recurso experimental e consolidou-se como um pilar da segurança eletrônica moderna. Sua capacidade de antecipar riscos e gerar segurança preditiva redefine o papel da tecnologia no dia a dia das cidades e organizações. O setor caminha para um futuro em que a segurança será cada vez mais preventiva, integrada e eficiente — um futuro em que a tecnologia transforma dados em impacto real e prepara a sociedade para enfrentar os desafios que estão por vir. Fonte: Contábeis &#124; Reprodução https://www.contabeis.com.br/artigos/72843/inteligencia-artificial-revoluciona-a-seguranca-eletronica]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="">Por Nicanor Júnior, Especialista de Soluções da Dahua Technology Brasil</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="">A aplicação da inteligência artificial na segurança eletrônica passou, em poucos anos, de uma promessa tecnológica para uma realidade em constante evolução. O avanço dos processadores neurais, tanto em borda quanto em processadores dedicados, tornou possível o treinamento de diferentes algoritmos visuais com alta precisão e desempenho.</p>



<p class="">Hoje, modelos podem ser customizados de forma acessível, seja por meio de soluções de IA generativa, seja pela programação em linguagens de desenvolvimento. Essa evolução abriu caminho para que sistemas de segurança fossem além da simples detecção de objetos, ampliando sua capacidade de compreender contextos e comportamentos.</p>



<p class="">O que antes parecia impossível, hoje é prática comum nas operações de segurança. A grande questão, porém, deixou de ser apenas identificar eventos e passou a ser: como interpretá-los e transformá-los em ação preventiva?</p>



<p class="">Para isso, surgiram algoritmos “sob medida”, adaptados às necessidades de cada operação. Mais do que reconhecer padrões visuais anômalos, eles são capazes de inferir comportamentos suspeitos a partir da correlação de dados.</p>



<p class="">Com o poder da inteligência artificial aplicada à segurança, tornou-se possível correlacionar pessoas, veículos e dados de diferentes fontes. O resultado é a criação de uma verdadeira “teia de relacionamentos”, capaz de revelar padrões de deslocamento, contatos frequentes e atividades rotineiras. Essa visão integrada eleva a segurança a um novo patamar: permite identificar criminosos que dificilmente seriam descobertos por métodos tradicionais, além de transformar a forma como investigações forenses e operações preventivas são conduzidas.</p>



<p class="">Trata-se de um avanço decisivo para a segurança pública e privada, que agora pode se apoiar em soluções mais inteligentes e proativas.</p>



<p class="">A inteligência artificial deixou de ser um recurso experimental e consolidou-se como um pilar da segurança eletrônica moderna. Sua capacidade de antecipar riscos e gerar segurança preditiva redefine o papel da tecnologia no dia a dia das cidades e organizações.</p>



<p class="">O setor caminha para um futuro em que a segurança será cada vez mais preventiva, integrada e eficiente — um futuro em que a tecnologia transforma dados em impacto real e prepara a sociedade para enfrentar os desafios que estão por vir.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Fonte: Contábeis | Reprodução</strong></p>



<p class=""><a href="https://www.contabeis.com.br/artigos/72843/inteligencia-artificial-revoluciona-a-seguranca-eletronica"><strong>https://www.contabeis.com.br/artigos/72843/inteligencia-artificial-revoluciona-a-seguranca-eletronica</strong></a></p>
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		<title>Biometria e Inteligência Artificial: os novos pilares da segurança nos condomínios</title>
		<link>https://revistassp.com.br/biometria-e-inteligencia-artificial-os-novos-pilares-da-seguranca-nos-condominios/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Aug 2025 17:01:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[ABESE]]></category>
		<category><![CDATA[Biometria]]></category>
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		<category><![CDATA[Revista SSP]]></category>
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					<description><![CDATA[Por Selma Migliori, presidente da ABESE O setor de segurança eletrônica atravessa uma revolução altamente eficiente. Em 2024, o mercado brasileiro movimentou R$ 14 bilhões, impulsionado especialmente pelo avanço de soluções baseadas em biometria e inteligência artificial (IA). Só o uso de IA cresceu 10 pontos percentuais em um ano, passando de 54% para 64,3% nos produtos e serviços de segurança, segundo o Panorama ABESE – Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança 2024/2025. Essa transformação é visível nos condomínios residenciais e comerciais, que buscam cada vez mais soluções integradas, inteligentes e ágeis. O reconhecimento facial, por exemplo, já substitui as tradicionais chaves e tags em milhares de edifícios, oferecendo não apenas comodidade, mas também um controle de acesso mais seguro e rastreável. Para quem não deseja cadastrar a face, o local pode manter as alternativas de tags ou senhas. No entanto, é importante lembrar que essas opções apresentam riscos adicionais: a pessoa pode perder a tag, esquecer a senha ou até mesmo ser coagida a fornecê-las. Nesse ponto, a biometria se destaca, pois reduz significativamente essas vulnerabilidades ao identificar de forma única e segura o usuário. Também é preciso combater a desinformação. Há quem acredite que uma simples foto poderia ser utilizada para enganar o sistema de reconhecimento facial e abrir um portão. A realidade é que os equipamentos atuais contam com sensibilidade técnica e recursos como prova de vida, capazes de diferenciar uma pessoa real de uma imagem impressa ou exibida em tela A grande virada está na combinação dessas tecnologias com algoritmos de IA, que permitem a identificação de padrões suspeitos, a redução de falsos positivos e a resposta proativa a incidentes. Em outras palavras: os sistemas não apenas reconhecem quem entra, mas aprendem com o comportamento dos usuários e alertam em caso de movimentações fora do padrão. Imagine um condomínio onde a entrada de um visitante autorizado ocorre sem intervenção humana, mas ainda assim com total controle: o morador envia uma autorização via aplicativo, o visitante é identificado pela câmera com tecnologia biométrica e a IA analisa, em tempo real, se aquele comportamento é usual, como o horário da visita, o trajeto até o elevador, a permanência nas áreas comuns. Qualquer desvio pode gerar um alerta automático. Isso não é futuro. É o presente da segurança inteligente. Essas inovações também têm impulsionado o crescimento da portaria remota, uma das áreas que mais evoluem no Brasil. Mais de 14 mil condomínios já operam nesse modelo, que pode reduzir custos operacionais em até 60% e melhorar o nível de segurança. A integração com biometria com prova de vida, autenticação por QR Code, sensores de presença e softwares com IA está tornando esse modelo ainda mais eficiente e confiável. Além disso, a portaria remota eleva o nível de controle, pois tudo fica registrado e documentado, possibilitando análises e auditorias. A adoção desse tipo de solução deve sempre ser decidida em assembleia, respeitando a vontade da coletividade e a soberania dos condomínios, motivos pelos quais qualquer iniciativa para a proibição da implementação de tecnologias para viabilizar os serviços de portaria remota, a ABESE irá agir por ser inconstitucional, ferindo a livre iniciativa e a livre concorrência. Por outro lado, mesmo com toda a tecnologia disponível, é essencial educar os usuários para adotarem boas práticas de segurança. Nem o sistema mais avançado do mundo impedirá que alguém segure o portão para dar “carona” a uma pessoa não autorizada. A conscientização dos moradores e funcionários é parte indispensável da eficácia das soluções implantadas. No entanto, como toda inovação tecnológica, a biometria traz consigo responsabilidades. Por se tratar de um dado sensível, uma característica única e imutável da pessoa, seu uso exige consentimento explícito, armazenamento seguro e total conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). A ABESE reforça que a conformidade legal deve estar presente desde o projeto da solução, com base legal, minimização de dados, rastreabilidade e possibilidade de revogação do consentimento. A biometria, quando bem aplicada, não é apenas um meio de identificação. É um símbolo de confiança. Fonte: Revista Segurança Eletrônica &#124; Reprodução https://revistasegurancaeletronica.com.br/biometria-e-inteligencia-artificial-os-novos-pilares-da-seguranca-nos-condominios/]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class=""><strong>Por Selma Migliori, presidente da ABESE</strong></p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="">O setor de segurança eletrônica atravessa uma revolução altamente eficiente. Em 2024, o mercado brasileiro movimentou R$ 14 bilhões, impulsionado especialmente pelo avanço de soluções baseadas em biometria e inteligência artificial (IA). Só o uso de IA cresceu 10 pontos percentuais em um ano, passando de 54% para 64,3% nos produtos e serviços de segurança, segundo o Panorama ABESE – Associação Brasileira das Empresas de Sistemas Eletrônicos de Segurança 2024/2025.</p>



<p class="">Essa transformação é visível nos condomínios residenciais e comerciais, que buscam cada vez mais soluções integradas, inteligentes e ágeis. O reconhecimento facial, por exemplo, já substitui as tradicionais chaves e tags em milhares de edifícios, oferecendo não apenas comodidade, mas também um controle de acesso mais seguro e rastreável.</p>



<p class="">Para quem não deseja cadastrar a face, o local pode manter as alternativas de tags ou senhas. No entanto, é importante lembrar que essas opções apresentam riscos adicionais: a pessoa pode perder a tag, esquecer a senha ou até mesmo ser coagida a fornecê-las. Nesse ponto, a biometria se destaca, pois reduz significativamente essas vulnerabilidades ao identificar de forma única e segura o usuário.</p>



<p class="">Também é preciso combater a desinformação. Há quem acredite que uma simples foto poderia ser utilizada para enganar o sistema de reconhecimento facial e abrir um portão. A realidade é que os equipamentos atuais contam com sensibilidade técnica e recursos como prova de vida, capazes de diferenciar uma pessoa real de uma imagem impressa ou exibida em tela</p>



<p class="">A grande virada está na combinação dessas tecnologias com algoritmos de IA, que permitem a identificação de padrões suspeitos, a redução de falsos positivos e a resposta proativa a incidentes. Em outras palavras: os sistemas não apenas reconhecem quem entra, mas aprendem com o comportamento dos usuários e alertam em caso de movimentações fora do padrão.</p>



<p class="">Imagine um condomínio onde a entrada de um visitante autorizado ocorre sem intervenção humana, mas ainda assim com total controle: o morador envia uma autorização via aplicativo, o visitante é identificado pela câmera com tecnologia biométrica e a IA analisa, em tempo real, se aquele comportamento é usual, como o horário da visita, o trajeto até o elevador, a permanência nas áreas comuns. Qualquer desvio pode gerar um alerta automático. Isso não é futuro. É o presente da segurança inteligente.</p>



<p class="">Essas inovações também têm impulsionado o crescimento da portaria remota, uma das áreas que mais evoluem no Brasil. Mais de 14 mil condomínios já operam nesse modelo, que pode reduzir custos operacionais em até 60% e melhorar o nível de segurança. A integração com biometria com prova de vida, autenticação por QR Code, sensores de presença e softwares com IA está tornando esse modelo ainda mais eficiente e confiável. Além disso, a portaria remota eleva o nível de controle, pois tudo fica registrado e documentado, possibilitando análises e auditorias.</p>



<p class="">A adoção desse tipo de solução deve sempre ser decidida em assembleia, respeitando a vontade da coletividade e a soberania dos condomínios, motivos pelos quais qualquer iniciativa para a proibição da implementação de tecnologias para viabilizar os serviços de portaria remota, a ABESE irá agir por ser inconstitucional, ferindo a livre iniciativa e a livre concorrência.</p>



<p class="">Por outro lado, mesmo com toda a tecnologia disponível, é essencial educar os usuários para adotarem boas práticas de segurança. Nem o sistema mais avançado do mundo impedirá que alguém segure o portão para dar “carona” a uma pessoa não autorizada. A conscientização dos moradores e funcionários é parte indispensável da eficácia das soluções implantadas.</p>



<p class="">No entanto, como toda inovação tecnológica, a biometria traz consigo responsabilidades. Por se tratar de um dado sensível, uma característica única e imutável da pessoa, seu uso exige consentimento explícito, armazenamento seguro e total conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).</p>



<p class="">A ABESE reforça que a conformidade legal deve estar presente desde o projeto da solução, com base legal, minimização de dados, rastreabilidade e possibilidade de revogação do consentimento. A biometria, quando bem aplicada, não é apenas um meio de identificação. É um símbolo de confiança.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Fonte: Revista Segurança Eletrônica | Reprodução</strong></p>



<p class=""><a href="https://revistasegurancaeletronica.com.br/biometria-e-inteligencia-artificial-os-novos-pilares-da-seguranca-nos-condominios/">https://revistasegurancaeletronica.com.br/biometria-e-inteligencia-artificial-os-novos-pilares-da-seguranca-nos-condominios/</a></p>



<p class=""></p>
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			</item>
		<item>
		<title>World Security Congress 2026: encontro global da segurança privada</title>
		<link>https://revistassp.com.br/world-security-congress-2026-encontro-global-da-seguranca-privada/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Aug 2025 11:50:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Eletrônica]]></category>
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		<category><![CDATA[World Security Congress 2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Nos dias 22 e 23 de abril de 2026, o Distrito Anhembi, em São Paulo, será palco da 6⁠ª edição do World Security Congress (WSC) – um dos congresso internacionais mais relevantes voltado ao setor da segurança privada. O evento reunirá C-Levels, Heads, CEOs, consultores, líderes técnicos, representantes da segurança pública e profissionais do setor, vindos do Brasil e de diversos países. Realizado pela WSF – Federação Mundial da Segurança, entidade reconhecida por sua atuação estratégica no cenário internacional, o WSC’26 tem como missão promover a troca de experiências, o acesso ao conhecimento e o fortalecimento da rede global de segurança privada.&#160; A WSF representa o segmento perante organizações internacionais, fomenta a integração entre empresas do setor e oferece ferramentas sobre tecnologia, legislação e competências profissionais. Conteúdo que transforma A programação do WSC’26 foi cuidadosamente desenhada para oferecer uma visão ampla e atualizada do mercado, abordando os temas mais relevantes da segurança, tecnologia e serviços. Serão dois dias de debates, painéis e palestras com foco em: • Planejamento estratégico; • Desenvolvimento de soluções inovadoras; • Ferramentas para enfrentar os desafios do setor. Com trilhas temáticas voltadas para experiências, conhecimento e tendências emergentes, o congresso será um espaço de aprendizado e inspiração para os mais de 3.000 participantes esperados, entre líderes, diretores, analistas e autoridades. Reconhecimento internacional O WSC’26 também celebra uma conquista histórica, em 2024 a WSF foi reconhecida pela ONU como entidade de valor mundial, passando a integrar a ECOSOC – Comissão para o Desenvolvimento Social da ONU. Esse reconhecimento é altamente significativo e posiciona a WSF como uma entidade de valor global no setor de segurança privada. Status concedido a organizações não governamentais que demonstram alinhamento com os valores e objetivos da ONU. Simultaneamente ao congresso, acontece o World Security Show, uma exposição que reunirá as principais inovações do setor em um espaço de mais de 1.500m2. A feira será uma vitrine para as melhores soluções em segurança mundial, promovendo o encontro entre empresas e profissionais e criando oportunidades reais de negócios. Apoio institucional O evento conta com o apoio da FENAVIST, uma das mais importantes e representativas entidades do setor de segurança privada no Brasil, com atuação nacional e presença na Federação Panamericana de Segurança Privada – FEPASEP. World Security Congress 2026 Convention Hall 03 &#8211; Distrito Anhembi 22 e 23 de Abril de 2026 wscbrazil.com Fonte: Assessoria de Imprensa World Security Congress &#124; Reprodução]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="">Nos dias 22 e 23 de abril de 2026, o Distrito Anhembi, em São Paulo, será palco da 6⁠ª edição do World Security Congress (WSC) – um dos congresso internacionais mais relevantes voltado ao setor da segurança privada. O evento reunirá C-Levels, Heads, CEOs, consultores, líderes técnicos, representantes da segurança pública e profissionais do setor, vindos do Brasil e de diversos países.</p>



<p class="">Realizado pela WSF – Federação Mundial da Segurança, entidade reconhecida por sua atuação estratégica no cenário internacional, o WSC’26 tem como missão promover a troca de experiências, o acesso ao conhecimento e o fortalecimento da rede global de segurança privada.&nbsp;</p>



<p class="">A WSF representa o segmento perante organizações internacionais, fomenta a integração entre empresas do setor e oferece ferramentas sobre tecnologia, legislação e competências profissionais.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Conteúdo que transforma</strong></p>



<p class="">A programação do WSC’26 foi cuidadosamente desenhada para oferecer uma visão ampla e atualizada do mercado, abordando os temas mais relevantes da segurança, tecnologia e serviços. Serão dois dias de debates, painéis e palestras com foco em:</p>



<p class="">• Planejamento estratégico;</p>



<p class="">• Desenvolvimento de soluções inovadoras;</p>



<p class="">• Ferramentas para enfrentar os desafios do setor.</p>



<div style="height:15px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="">Com trilhas temáticas voltadas para experiências, conhecimento e tendências emergentes, o congresso será um espaço de aprendizado e inspiração para os mais de 3.000 participantes esperados, entre líderes, diretores, analistas e autoridades.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Reconhecimento internacional</strong></p>



<p class="">O WSC’26 também celebra uma conquista histórica, em 2024 a WSF foi reconhecida pela ONU como entidade de valor mundial, passando a integrar a ECOSOC – Comissão para o Desenvolvimento Social da ONU. Esse reconhecimento é altamente significativo e posiciona a WSF como uma entidade de valor global no setor de segurança privada. Status concedido a organizações não governamentais que demonstram alinhamento com os valores e objetivos da ONU.</p>



<p class="">Simultaneamente ao congresso, acontece o World Security Show, uma exposição que reunirá as principais inovações do setor em um espaço de mais de 1.500m2. A feira será uma vitrine para as melhores soluções em segurança mundial, promovendo o encontro entre empresas e profissionais e criando oportunidades reais de negócios.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Apoio institucional</strong></p>



<p class="">O evento conta com o apoio da FENAVIST, uma das mais importantes e representativas entidades do setor de segurança privada no Brasil, com atuação nacional e presença na Federação Panamericana de Segurança Privada – FEPASEP.</p>



<div style="height:35px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>World Security Congress 2026</strong></p>



<p class="">Convention Hall 03 &#8211; Distrito Anhembi</p>



<p class="">22 e 23 de Abril de 2026</p>



<p class=""><a href="https://www.wscbrazil.com"><strong>wscbrazil.com</strong></a></p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



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<div style="height:45px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Fonte: Assessoria de Imprensa World Security Congress | Reprodução</strong></p>



<p class=""></p>
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		<title>Segurança eletrônica com inteligência artificial é uma revolução para vigilância de empresas, escolas e condomínios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Aug 2025 18:23:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SSP]]></category>
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					<description><![CDATA[Por Felipe Szpigel &#8211; vice-presidente de Negócios de Segurança Eletrônica da Positivo Tecnologia&#160;&#160;&#160; Monitoramento em tempo real. Detecção automática de ameaças. Inteligência capaz de prever riscos. A segurança eletrônica tradicional evoluiu consideravelmente com as possibilidades promovidas pela inteligência artificial (IA). Empresas, escolas e condomínios residenciais, entre outros estabelecimentos, que desejam garantir proteção efetiva precisam, com urgência, olhar além das câmeras convencionais. Vivemos a era da vigilância inteligente e cada pixel monitorado revela padrões ocultos, protege vidas e patrimônios. Isso sem falar de uma economia financeira real.&#160; Para compreender a profundidade da transformação desse segmento, considere que mais de 64% dos dispositivos de segurança eletrônica no Brasil já possuem IA integrada, segundo a Associação Brasileira de Segurança Eletrônica (ABESE). O crescimento exponencial dessa tecnologia em soluções de videomonitoramento é, por si só, um argumento sólido: o mercado global de vigilância por vídeo baseada em IA foi avaliado em aproximadamente US$ 6,51 bilhões em 2024, com expectativa de crescimento anual de impressionantes 30,6% até 2030.&#160; A inteligência artificial tornou-se indispensável no setor de segurança eletrônica por sua capacidade de ir além dos sistemas passivos, que apenas gravam imagens. A IA interpreta contextos em tempo real. Softwares modernos baseados em algoritmos avançados de aprendizado profundo (deep learning), são capazes de identificar automaticamente atividades suspeitas, como pessoas rastejando, ultrapassando perímetros restritos ou adotando comportamentos incomuns em ambientes monitorados. A eficácia dessas tecnologias é mensurável: sistemas inteligentes podem reduzir em até 95% os falsos alarmes, direcionando recursos humanos apenas a ameaças concretas. Em ambientes escolares, por exemplo, câmeras inteligentes com reconhecimento comportamental alertam automaticamente quando alunos estão isolados em áreas de risco ou interagindo em situações atípicas. Em condomínios residenciais, a tecnologia permite identificar pessoas desconhecidas antes mesmo que ocorra uma violação física, graças à combinação de reconhecimento facial e análise preditiva.&#160; Essa evolução tecnológica, uma das vertentes mais conhecidas da IA, evoluiu muito além da identificação simples. Soluções atuais utilizam algoritmos biométricos que realizam identificação com altíssima precisão, assegurando um controle de acesso confiável e praticamente impossível de burlar. Outro grande avanço recente é a integração dessa tecnologia com outras fontes de dados, como sensores de movimento, áudio e até mesmo reconhecimento de placas veiculares, o que amplia significativamente o escopo de proteção.&#160; Um destaque adicional é o uso da IA na análise massiva de dados gerados por centrais de monitoramento. Empresas que operam essas centrais têm em mãos bilhões de registros que, analisados com técnicas de machine learning, fornecem insights preciosos para antecipar e prevenir incidentes. Não é exagero dizer que, hoje, a eficácia da segurança eletrônica está diretamente ligada à capacidade preditiva.&#160; Ainda assim, investir em segurança eletrônica inteligente exige atenção especial a desafios éticos e legais. A privacidade é um tema sensível, sobretudo em ambientes escolares e condomínios residenciais. Soluções de IA devem respeitar limites claros para não invadir espaços privados nem realizar coletas abusivas de dados. Normas como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) precisam nortear cada etapa da implementação tecnológica, garantindo que proteção patrimonial jamais comprometa direitos fundamentais dos indivíduos.&#160; Há também uma outra questão técnica essencial: o uso de inteligência artificial embarcada diretamente nas câmeras (Edge AI) versus soluções baseadas na nuvem. O processamento na borda permite decisões rápidas, ideais em situações críticas, mas exige maior investimento inicial em hardware. Já as soluções em nuvem facilitam a implementação. Por outro lado, dependem da qualidade da conexão com a internet, o que pode gerar vulnerabilidades adicionais. A tendência é que uma abordagem híbrida – que combina as duas estratégias – prevaleça no mercado brasileiro nos próximos anos.&#160; No Brasil, a demanda por portarias remotas dotadas de inteligência artificial disparou. Em 2024, já existiam mais de 14 mil portarias remotas em operação no país, com faturamento médio superior a R$ 18 milhões por empresa fornecedora desses serviços, segundo a ABESE. A popularidade dessas soluções está diretamente ligada à capacidade da IA de prover segurança robusta, diminuir custos operacionais e aumentar a eficiência no monitoramento 24 horas.&#160; Em segurança eletrônica com IA, gestores de facilities em empresas e escolas, assim como síndicos, já sabem: segurança eficaz está totalmente ligada à integração com a inteligência artificial. Ignorar essa revolução é colocar em risco o patrimônio, a segurança pessoal e a própria competitividade. Não se trata mais de futuro. Agora, aquele dispositivo que vigia também pensa, interpreta e, sobretudo, antecipa. Fonte: Revista Segurança Eletrônica &#124; Reprodução https://revistasegurancaeletronica.com.br/seguranca-eletronica-com-inteligencia-artificial-e-uma-revolucao-para-vigilancia-de-empresas-escolas-e-condominios/]]></description>
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<p class="">Por Felipe Szpigel &#8211; vice-presidente de Negócios de Segurança Eletrônica da Positivo Tecnologia&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="">Monitoramento em tempo real. Detecção automática de ameaças. Inteligência capaz de prever riscos. A segurança eletrônica tradicional evoluiu consideravelmente com as possibilidades promovidas pela inteligência artificial (IA). Empresas, escolas e condomínios residenciais, entre outros estabelecimentos, que desejam garantir proteção efetiva precisam, com urgência, olhar além das câmeras convencionais. Vivemos a era da vigilância inteligente e cada pixel monitorado revela padrões ocultos, protege vidas e patrimônios. Isso sem falar de uma economia financeira real.&nbsp;</p>



<p class="">Para compreender a profundidade da transformação desse segmento, considere que mais de 64% dos dispositivos de segurança eletrônica no Brasil já possuem IA integrada, segundo a Associação Brasileira de Segurança Eletrônica (ABESE). O crescimento exponencial dessa tecnologia em soluções de videomonitoramento é, por si só, um argumento sólido: o mercado global de vigilância por vídeo baseada em IA foi avaliado em aproximadamente US$ 6,51 bilhões em 2024, com expectativa de crescimento anual de impressionantes 30,6% até 2030.&nbsp;</p>



<p class="">A inteligência artificial tornou-se indispensável no setor de segurança eletrônica por sua capacidade de ir além dos sistemas passivos, que apenas gravam imagens. A IA interpreta contextos em tempo real. Softwares modernos baseados em algoritmos avançados de aprendizado profundo (deep learning), são capazes de identificar automaticamente atividades suspeitas, como pessoas rastejando, ultrapassando perímetros restritos ou adotando comportamentos incomuns em ambientes monitorados.</p>



<p class="">A eficácia dessas tecnologias é mensurável: sistemas inteligentes podem reduzir em até 95% os falsos alarmes, direcionando recursos humanos apenas a ameaças concretas. Em ambientes escolares, por exemplo, câmeras inteligentes com reconhecimento comportamental alertam automaticamente quando alunos estão isolados em áreas de risco ou interagindo em situações atípicas. Em condomínios residenciais, a tecnologia permite identificar pessoas desconhecidas antes mesmo que ocorra uma violação física, graças à combinação de reconhecimento facial e análise preditiva.&nbsp;</p>



<p class="">Essa evolução tecnológica, uma das vertentes mais conhecidas da IA, evoluiu muito além da identificação simples. Soluções atuais utilizam algoritmos biométricos que realizam identificação com altíssima precisão, assegurando um controle de acesso confiável e praticamente impossível de burlar. Outro grande avanço recente é a integração dessa tecnologia com outras fontes de dados, como sensores de movimento, áudio e até mesmo reconhecimento de placas veiculares, o que amplia significativamente o escopo de proteção.&nbsp;</p>



<p class="">Um destaque adicional é o uso da IA na análise massiva de dados gerados por centrais de monitoramento. Empresas que operam essas centrais têm em mãos bilhões de registros que, analisados com técnicas de machine learning, fornecem insights preciosos para antecipar e prevenir incidentes. Não é exagero dizer que, hoje, a eficácia da segurança eletrônica está diretamente ligada à capacidade preditiva.&nbsp;</p>



<p class="">Ainda assim, investir em segurança eletrônica inteligente exige atenção especial a desafios éticos e legais. A privacidade é um tema sensível, sobretudo em ambientes escolares e condomínios residenciais. Soluções de IA devem respeitar limites claros para não invadir espaços privados nem realizar coletas abusivas de dados. Normas como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) precisam nortear cada etapa da implementação tecnológica, garantindo que proteção patrimonial jamais comprometa direitos fundamentais dos indivíduos.&nbsp;</p>



<p class="">Há também uma outra questão técnica essencial: o uso de inteligência artificial embarcada diretamente nas câmeras (Edge AI) versus soluções baseadas na nuvem. O processamento na borda permite decisões rápidas, ideais em situações críticas, mas exige maior investimento inicial em hardware. Já as soluções em nuvem facilitam a implementação. Por outro lado, dependem da qualidade da conexão com a internet, o que pode gerar vulnerabilidades adicionais. A tendência é que uma abordagem híbrida – que combina as duas estratégias – prevaleça no mercado brasileiro nos próximos anos.&nbsp;</p>



<p class="">No Brasil, a demanda por portarias remotas dotadas de inteligência artificial disparou. Em 2024, já existiam mais de 14 mil portarias remotas em operação no país, com faturamento médio superior a R$ 18 milhões por empresa fornecedora desses serviços, segundo a ABESE. A popularidade dessas soluções está diretamente ligada à capacidade da IA de prover segurança robusta, diminuir custos operacionais e aumentar a eficiência no monitoramento 24 horas.&nbsp;</p>



<p class="">Em segurança eletrônica com IA, gestores de facilities em empresas e escolas, assim como síndicos, já sabem: segurança eficaz está totalmente ligada à integração com a inteligência artificial. Ignorar essa revolução é colocar em risco o patrimônio, a segurança pessoal e a própria competitividade. Não se trata mais de futuro. Agora, aquele dispositivo que vigia também pensa, interpreta e, sobretudo, antecipa.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Fonte: Revista Segurança Eletrônica | Reprodução</strong></p>



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