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	<title>PM &#8211; Revista Sucesso na Segurança Privada</title>
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	<description>O melhor da Segurança Privada na palma da sua mão!</description>
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	<title>PM &#8211; Revista Sucesso na Segurança Privada</title>
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		<title>PMs presos por chacina na Paraíba já atuaram como seguranças de Hytalo Santos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Aug 2025 12:12:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Cinco policiais militares foram presos nesta segunda-feira (18) durante a Operação Arcus Pontis, que investiga a participação deles em uma chacina ocorrida em fevereiro deste ano, na cidade de Conde, Litoral Sul da Paraíba. O episódio resultou em cinco mortes e mobilizou diversas forças de segurança. Dos seis mandados de prisão expedidos, cinco já foram cumpridos. Apenas um tenente da Polícia Militar, que está em viagem internacional, ainda não foi localizado. Além das prisões temporárias, a Justiça determinou também seis mandados de busca e apreensão. No total, 72 agentes do Ministério Público, Polícia Civil e Polícia Militar participaram da ação. As investigações apontam que os policiais já realizaram atividades paralelas como seguranças particulares, inclusive prestando serviço ao influenciador digital Hytalo Santos. Apesar disso, a operação atual não tem ligação direta com a prisão do influenciador, investigado por suspeita de exploração de crianças e adolescentes. A chacina que motivou a operação ocorreu em 15 de fevereiro de 2025, quando cinco jovens, com idades entre 17 e 26 anos, planejavam se vingar de um feminicídio cometido horas antes. O grupo acabou sendo interceptado por policiais na Ponte do Arco e todos morreram durante a ação. De acordo com a apuração, o caso pode estar relacionado a disputas ligadas ao tráfico de drogas na região. Fonte: Guaremara News &#124; Reprodução https://guararemanews.com.br/seguranca/policia-investiga-ligacao-de-pms-presos-por-chacina-e-caso-hytalo-santos/]]></description>
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<p class="">Cinco policiais militares foram presos nesta segunda-feira (18) durante a Operação Arcus Pontis, que investiga a participação deles em uma chacina ocorrida em fevereiro deste ano, na cidade de Conde, Litoral Sul da Paraíba. O episódio resultou em cinco mortes e mobilizou diversas forças de segurança.</p>



<p class="">Dos seis mandados de prisão expedidos, cinco já foram cumpridos. Apenas um tenente da Polícia Militar, que está em viagem internacional, ainda não foi localizado. Além das prisões temporárias, a Justiça determinou também seis mandados de busca e apreensão. No total, 72 agentes do Ministério Público, Polícia Civil e Polícia Militar participaram da ação.</p>



<p class="">As investigações apontam que os policiais já realizaram atividades paralelas como seguranças particulares, inclusive prestando serviço ao influenciador digital Hytalo Santos. Apesar disso, a operação atual não tem ligação direta com a prisão do influenciador, investigado por suspeita de exploração de crianças e adolescentes.</p>



<p class="">A chacina que motivou a operação ocorreu em 15 de fevereiro de 2025, quando cinco jovens, com idades entre 17 e 26 anos, planejavam se vingar de um feminicídio cometido horas antes. O grupo acabou sendo interceptado por policiais na Ponte do Arco e todos morreram durante a ação. De acordo com a apuração, o caso pode estar relacionado a disputas ligadas ao tráfico de drogas na região.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="">Fonte: Guaremara News | Reprodução</p>



<p class=""><a href="https://guararemanews.com.br/seguranca/policia-investiga-ligacao-de-pms-presos-por-chacina-e-caso-hytalo-santos/">https://guararemanews.com.br/seguranca/policia-investiga-ligacao-de-pms-presos-por-chacina-e-caso-hytalo-santos/</a></p>



<p class=""></p>
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		<title>Ministério Público prende 8 PMs em nova fase de operação contra segurança privada durante o expediente no RJ</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Aug 2025 12:28:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[De acordo com a denúncia, os policiais recebiam propina semanal de diversos comerciantes para prestar segurança armada a estabelecimentos em Belford Roxo durante o expediente no batalhão O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) iniciou nesta quinta-feira (14) mais um desdobramento da Operação Patrinus, contra policiais militares que atuam na Baixada Fluminense. Até a postagem desta matéria, 8 haviam sido presos. De acordo com a denúncia, os policiais recebiam propina semanal de diversos comerciantes para prestar segurança armada a estabelecimentos em Belford Roxo durante o expediente no batalhão. Os mandados expedidos pela Auditoria da Justiça Militar são cumpridos em endereços na capital, em Duque de Caxias, Belford Roxo, Magé e Nova Iguaçu. A operação conta com o apoio da Corregedoria-Geral da Polícia Militar. Outro setor, esquema semelhante Em julho de 2025, o Gaesp já havia denunciado outros 11 policiais militares lotados no 39º BPM. Agora, a nova denúncia atinge integrantes de outro setor da mesma unidade, identificados pela investigação como responsáveis por esquema semelhante de cobrança de propina e “concessão de tratamento diferenciado” a comerciantes e prestadores de serviço. Na denúncia da operação desta quinta-feira, o MPRJ chama atenção para o fato de o esquema criminoso “configurar uma verdadeira subversão da lógica da segurança pública”. “Policiais militares, que deveriam proteger a população sem cobrar qualquer valor, recebem, solicitam ou exigem de prestadores de atividades econômicas o pagamento de taxas para, justamente, prover o serviço de segurança, no exercício de suas funções e utilizando-se de viatura, uniforme e armamento da corporação”, diz o MPRJ. Os lojistas que aderiam ao esquema ilegal eram chamados de “padrinhos”. Esses apadrinhados recebiam “atenção especial” dos policiais militares, que passavam a comparecer aos comércios e guiar as rotas de policiamento ostensivo de forma a privilegiar esses locais. Ainda segundo a denúncia, a atuação criminosa dos PMs era ampla a ponto de, por vezes, estabelecimentos comerciais serem achacados por mais de um grupo de policiais daquele batalhão. Outras etapas A 1ª fase da Operação Patrinus foi em maio de 2024, quando 13 PMs foram presos por organização criminosa, corrupção passiva e peculato. A denúncia aceita pela Justiça revelava que o grupo vendia armas e drogas apreendidas em operações de combate ao tráfico em Belford Roxo. Os promotores descobriram que os PMs também cobravam propina para não reprimir irregularidades de motoristas de transporte alternativo e de mototaxistas e exigiam taxas semanais de comerciantes em troca de “proteção”. Esses lojistas eram chamados de padrinhos pelo grupo — daí o nome da operação, no latim patrinus. No mês passado, na 2ª etapa da Patrinus, o Gaesp prendeu 9 PMs que faziam essa “segurança privada” durante o expediente. Entre os estabelecimentos que “contrataram” os militares estavam restaurantes, mercados, postos de combustíveis, farmácias, universidades, feiras livres e até um posto do Detran. Esse grupo se dizia “pior que milícia” ao extorquir das vítimas. Fonte: G1 &#124; Reprodução https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2025/08/14/mprj-cumpre-mandados-contra-policiais-militares.ghtml]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="">De acordo com a denúncia, os policiais recebiam propina semanal de diversos comerciantes para prestar segurança armada a estabelecimentos em Belford Roxo durante o expediente no batalhão</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="">O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) iniciou nesta quinta-feira (14) mais um desdobramento da Operação Patrinus, contra policiais militares que atuam na Baixada Fluminense. Até a postagem desta matéria, 8 haviam sido presos.</p>



<p class="">De acordo com a denúncia, os policiais recebiam propina semanal de diversos comerciantes para prestar segurança armada a estabelecimentos em Belford Roxo durante o expediente no batalhão.</p>



<p class="">Os mandados expedidos pela Auditoria da Justiça Militar são cumpridos em endereços na capital, em Duque de Caxias, Belford Roxo, Magé e Nova Iguaçu. A operação conta com o apoio da Corregedoria-Geral da Polícia Militar.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Outro setor, esquema semelhante</strong></p>



<p class="">Em julho de 2025, o Gaesp já havia denunciado outros 11 policiais militares lotados no 39º BPM. Agora, a nova denúncia atinge integrantes de outro setor da mesma unidade, identificados pela investigação como responsáveis por esquema semelhante de cobrança de propina e “concessão de tratamento diferenciado” a comerciantes e prestadores de serviço.</p>



<p class="">Na denúncia da operação desta quinta-feira, o MPRJ chama atenção para o fato de o esquema criminoso “configurar uma verdadeira subversão da lógica da segurança pública”.</p>



<p class=""><em>“Policiais militares, que deveriam proteger a população sem cobrar qualquer valor, recebem, solicitam ou exigem de prestadores de atividades econômicas o pagamento de taxas para, justamente, prover o serviço de segurança, no exercício de suas funções e utilizando-se de viatura, uniforme e armamento da corporação”</em>, diz o MPRJ.</p>



<p class="">Os lojistas que aderiam ao esquema ilegal eram chamados de “padrinhos”. Esses apadrinhados recebiam “atenção especial” dos policiais militares, que passavam a comparecer aos comércios e guiar as rotas de policiamento ostensivo de forma a privilegiar esses locais.</p>



<p class="">Ainda segundo a denúncia, a atuação criminosa dos PMs era ampla a ponto de, por vezes, estabelecimentos comerciais serem achacados por mais de um grupo de policiais daquele batalhão.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Outras etapas</strong></p>



<p class="">A 1ª fase da Operação Patrinus foi em maio de 2024, quando 13 PMs foram presos por organização criminosa, corrupção passiva e peculato. A denúncia aceita pela Justiça revelava que o grupo vendia armas e drogas apreendidas em operações de combate ao tráfico em Belford Roxo.</p>



<p class="">Os promotores descobriram que os PMs também cobravam propina para não reprimir irregularidades de motoristas de transporte alternativo e de mototaxistas e exigiam taxas semanais de comerciantes em troca de “proteção”. Esses lojistas eram chamados de padrinhos pelo grupo — daí o nome da operação, no latim patrinus.</p>



<p class="">No mês passado, na 2ª etapa da Patrinus, o Gaesp prendeu 9 PMs que faziam essa “segurança privada” durante o expediente. Entre os estabelecimentos que “contrataram” os militares estavam restaurantes, mercados, postos de combustíveis, farmácias, universidades, feiras livres e até um posto do Detran.</p>



<p class="">Esse grupo se dizia “pior que milícia” ao extorquir das vítimas.</p>



<div style="height:43px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Fonte: G1 | Reprodução</strong></p>



<p class=""><a href="https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2025/08/14/mprj-cumpre-mandados-contra-policiais-militares.ghtml">https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/noticia/2025/08/14/mprj-cumpre-mandados-contra-policiais-militares.ghtml</a></p>



<p class=""></p>
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		<title>SP não sabe quantos PMs são investigados por &#8216;bicos&#8217; ilegais em segurança</title>
		<link>https://revistassp.com.br/sp-nao-sabe-quantos-pms-sao-investigados-por-bicos-ilegais-em-seguranca/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jun 2025 14:43:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A SSP-SP (Secretaria da Segurança Pública de São Paulo) não tem controle sobre o número de PMs autuados por trabalhar em &#8220;bicos&#8221; — serviços exercidos irregularmente no contraturno da atividade policial — mesmo quando agentes são envolvidos em crimes de repercussão durante as atividades ilegais. O que aconteceu Policiais são proibidos de trabalhar com segurança privada ou usar equipamento público durante a folga. A regra serve para evitar conflito de interesses. O cliente particular não pode ficar em primeiro plano, causando prejuízo para a função pública, ou usufruir de recursos e influência militar. PM-SP não tem levantamento de quantos agentes foram investigados internamente por &#8220;bicos&#8221;. Questionada pelo UOL, a Secretaria de Segurança Pública do estado disse que as ações administrativas que ocorrem dentro da Polícia Militar não são classificadas por delito, o que impede um acesso ao recorte. Federação calcula cerca de 500 mil agentes públicos trabalhando de forma irregular no Brasil. A Fenavist, que representa as empresas de segurança e transporte de valores, inclui na estimativa policiais que exercem funções ou lideram equipes de segurança privada. Na Polícia Civil, apenas um caso foi contabilizado pela SSP-SP. A apuração dessa denúncia, feita de forma anônima, ainda está em andamento. Um policial teria usado carro oficial da polícia durante &#8220;bico&#8221;. Apesar disso, a SSP-SP diz que coíbe a prática e pune irregularidades. A pasta informou que &#8220;a PM reforça que medidas de fiscalização e controle vêm sendo continuamente adotadas com o objetivo de coibir práticas irregulares, preservar a integridade da instituição e garantir a segurança da população&#8221;.O UOL apurou que a PM teve 279 ações internas nos últimos três anos. Os Processos Administrativos Disciplinares englobam todas as irregularidades: insubordinação, negligência, conduta desonrosa, conflito de interesse. Por que isso importa Apesar de proibida, prática é amplamente conhecida e casos emblemáticos expuseram ainda mais o problema. A morte do delator do PCC no aeroporto de Guarulhos (SP) revelou que 14 PMs e 1 policial civil escoltavam Vinicius Gritzbach, sendo que um deles era dono de uma empresa de consultoria em segurança. Além disso, um policial de folga que trabalhava como segurança privado matou um homem na porta da balada Dois Dois, no centro de SP. PMs são os preferidos da segurança privada por terem acesso a armas e recursos públicos. Dados da polícia são usados em dossiês privados, segundo a antropóloga Susana Durão no artigo &#8220;Nas sombras da proteção: a polícia brasileira na segurança privada&#8221;, o que também é ilegal. Além disso, existe o &#8220;bico fardado&#8221;, que desfalca batalhão para dar segurança a lojas. O UOL teve acesso a um documento que relata a suposta obrigação de policiais permanecerem em uma base móvel próxima a lojas de varejo, em uma situação classificada como &#8220;falsa emergência&#8221;. Os agentes se intercalavam, durante o expediente, por 20 horas no local, garantindo a guarda dos estabelecimentos mesmo sem comprovação de perigo iminente. Os agentes não tinham permissão para sair, e tinham dificuldade para se alimentar ou usar o banheiro durante a estada, segundo denúncia. Governo de São Paulo permite &#8220;bico institucional&#8221;: policiais trabalham legalmente para órgãos públicos fora do expediente. Nas Operações Delegadas, agentes fardados e amparados pela estrutura pública atuam no contraturno em convênio com as prefeituras. Em caso de grande repercussão, um PM nessa situação matou ambulante senegalês que tentava proteger mercadoria no Brás. Pesquisa revelou que 18% dos ouvidos reconheciam serviço de vigilância privada feito por policiais de folga nos bairros. O levantamento, do FBSP (Fórum Brasileiro de Segurança Pública) entrevistou 2.508 pessoas em todas as regiões do Brasil no ano passado. Entidade que representa empresas de segurança declarou guerra aos &#8220;bicos&#8221; policiais. A Fenavist passou a denunciar casos aos órgãos competentes por entender que a segurança privada &#8220;exige treinamento específico&#8221; e policiais na função &#8220;colocam a sociedade em risco&#8221;. &#8220;Estamos denunciando com foto e endereço as ilegalidades&#8221;, diz Frederico Camara, presidente da entidade. “Um vigilante armado e sem conhecimento da área privada pode causar uma grande tragédia, como vimos no caso do Carrefour do Rio Grande do Sul, de espancamento e morte.” &#8211; Frederico Camara Por que o &#8220;bico&#8221; acontece Remuneração é insuficiente, diz federação. Soldados e cabos, os chamados praças, recebem entre R$ 3.000 e R$ 7.000, sem os privilégios das patentes mais altas. Eles &#8220;sofrem com a desvalorização profissional&#8221; e &#8220;teriam que ter o salário duplicado ou mais&#8221;, disse ao UOL o presidente da Fenepe (Federação Nacional de Entidades de Praças Militares Estaduais do Brasil), o subtenente da PM-SC João Pawlick. “O policial vive estressado, porque não tem vida familiar, lazer, vida social. Bico institucional é um absurdo, pois leva o policial à exaustão.” &#8211; João Pawlick Muitos PMs estão endividados, mas só salário não resolve, diz coronel. Alan Fernandes, coronel, doutor em ciências policiais de segurança e conselheiro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, ressalta que dificilmente o salário de um servidor vai se equiparar ao oferecido pela iniciativa privada. “Ainda que os salários aumentem, não sei se seria eficaz. Você tem bons salários sendo pagos na iniciativa privada, e a demanda é alta. Mas pagar bem ajuda. O policial federal, por exemplo, não faz bico, porque ganha muito bem.” &#8211; Alan Fernandes.&#160; Superiores fazem vista grossa. O UOL apurou que é comum, dentro das corporações, que os superiores relativizem os &#8220;bicos&#8221; dos policiais, pois boa parte dos agentes também já teve que fazer isso em algum momento da carreira. Há um consenso de que as condições trabalhistas facilitam o cenário. “Em regra, há acordo tácito. Se o policial não der problema na atividade dele, não vai dar nada. Se você cometer um crime ou se chegar uma denúncia, você vai ser punido. O policial sabe disso. A punição é um a três dias de detenção, em que o policial tem que permanecer no quartel na folga dele. É um risco que ele assume.” &#8211; Alan Fernandes Fonte: Uol &#124; Reprodução https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2025/06/03/policiais-bicos-sp.htm]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="">A SSP-SP (Secretaria da Segurança Pública de São Paulo) não tem controle sobre o número de PMs autuados por trabalhar em &#8220;bicos&#8221; — serviços exercidos irregularmente no contraturno da atividade policial — mesmo quando agentes são envolvidos em crimes de repercussão durante as atividades ilegais.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>O que aconteceu</strong></h5>



<p class=""><strong>Policiais são proibidos de trabalhar com segurança privada ou usar equipamento público durante a folga.</strong> A regra serve para evitar conflito de interesses. O cliente particular não pode ficar em primeiro plano, causando prejuízo para a função pública, ou usufruir de recursos e influência militar.</p>



<p class=""><strong>PM-SP não tem levantamento de quantos agentes foram investigados internamente por &#8220;bicos&#8221;. </strong>Questionada pelo UOL, a Secretaria de Segurança Pública do estado disse que as ações administrativas que ocorrem dentro da Polícia Militar não são classificadas por delito, o que impede um acesso ao recorte.</p>



<p class=""><strong>Federação calcula cerca de 500 mil agentes públicos trabalhando de forma irregular no Brasil.</strong> A Fenavist, que representa as empresas de segurança e transporte de valores, inclui na estimativa policiais que exercem funções ou lideram equipes de segurança privada.</p>



<p class=""><strong>Na Polícia Civil, apenas um caso foi contabilizado pela SSP-SP. </strong>A apuração dessa denúncia, feita de forma anônima, ainda está em andamento. Um policial teria usado carro oficial da polícia durante &#8220;bico&#8221;.</p>



<p class=""><strong>Apesar disso, a SSP-SP diz que coíbe a prática e pune irregularidades.</strong> A pasta informou que &#8220;a PM reforça que medidas de fiscalização e controle vêm sendo continuamente adotadas com o objetivo de coibir práticas irregulares, preservar a integridade da instituição e garantir a segurança da população&#8221;.<strong>O UOL apurou que a PM teve 279 ações internas nos últimos três anos. </strong>Os Processos Administrativos Disciplinares englobam todas as irregularidades: insubordinação, negligência, conduta desonrosa, conflito de interesse.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>Por que isso importa</strong></h5>



<p class=""><strong>Apesar de proibida, prática é amplamente conhecida e casos emblemáticos expuseram ainda mais o problema. </strong>A morte do delator do PCC no aeroporto de Guarulhos (SP) revelou que 14 PMs e 1 policial civil escoltavam Vinicius Gritzbach, sendo que um deles era dono de uma empresa de consultoria em segurança. Além disso, um policial de folga que trabalhava como segurança privado matou um homem na porta da balada Dois Dois, no centro de SP.</p>



<p class=""><strong>PMs são os preferidos da segurança privada por terem acesso a armas e recursos públicos. </strong>Dados da polícia são usados em dossiês privados, segundo a antropóloga Susana Durão no artigo &#8220;Nas sombras da proteção: a polícia brasileira na segurança privada&#8221;, o que também é ilegal.</p>



<p class=""><strong>Além disso, existe o &#8220;bico fardado&#8221;, que desfalca batalhão para dar segurança a lojas. </strong>O UOL teve acesso a um documento que relata a suposta obrigação de policiais permanecerem em uma base móvel próxima a lojas de varejo, em uma situação classificada como &#8220;falsa emergência&#8221;. Os agentes se intercalavam, durante o expediente, por 20 horas no local, garantindo a guarda dos estabelecimentos mesmo sem comprovação de perigo iminente. Os agentes não tinham permissão para sair, e tinham dificuldade para se alimentar ou usar o banheiro durante a estada, segundo denúncia.</p>



<p class=""><strong>Governo de São Paulo permite &#8220;bico institucional&#8221;: policiais trabalham legalmente para órgãos públicos fora do expediente.</strong> Nas Operações Delegadas, agentes fardados e amparados pela estrutura pública atuam no contraturno em convênio com as prefeituras. Em caso de grande repercussão, um PM nessa situação matou ambulante senegalês que tentava proteger mercadoria no Brás.</p>



<p class=""><strong>Pesquisa revelou que 18% dos ouvidos reconheciam serviço de vigilância privada feito por policiais de folga nos bairros. </strong>O levantamento, do FBSP (Fórum Brasileiro de Segurança Pública) entrevistou 2.508 pessoas em todas as regiões do Brasil no ano passado.</p>



<p class=""><strong>Entidade que representa empresas de segurança declarou guerra aos &#8220;bicos&#8221; policiais</strong>. A Fenavist passou a denunciar casos aos órgãos competentes por entender que a segurança privada &#8220;exige treinamento específico&#8221; e policiais na função &#8220;colocam a sociedade em risco&#8221;. &#8220;Estamos denunciando com foto e endereço as ilegalidades&#8221;, diz Frederico Camara, presidente da entidade.</p>



<p class=""><em>“Um vigilante armado e sem conhecimento da área privada pode causar uma grande tragédia, como vimos no caso do Carrefour do Rio Grande do Sul, de espancamento e morte.” &#8211; </em><strong><em>Frederico Camara</em></strong></p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>Por que o &#8220;bico&#8221; acontece</strong></h5>



<p class=""><strong>Remuneração é insuficiente, diz federação.</strong> Soldados e cabos, os chamados praças, recebem entre R$ 3.000 e R$ 7.000, sem os privilégios das patentes mais altas. Eles &#8220;sofrem com a desvalorização profissional&#8221; e &#8220;teriam que ter o salário duplicado ou mais&#8221;, disse ao UOL o presidente da Fenepe (Federação Nacional de Entidades de Praças Militares Estaduais do Brasil), o subtenente da PM-SC João Pawlick.</p>



<p class=""><em>“O policial vive estressado, porque não tem vida familiar, lazer, vida social. Bico institucional é um absurdo, pois leva o policial à exaustão.”</em> &#8211; <strong>João Pawlick</strong></p>



<p class=""><strong>Muitos PMs estão endividados, mas só salário não resolve, diz coronel</strong>. Alan Fernandes, coronel, doutor em ciências policiais de segurança e conselheiro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, ressalta que dificilmente o salário de um servidor vai se equiparar ao oferecido pela iniciativa privada.</p>



<p class=""><em>“Ainda que os salários aumentem, não sei se seria eficaz. Você tem bons salários sendo pagos na iniciativa privada, e a demanda é alta. Mas pagar bem ajuda. O policial federal, por exemplo, não faz bico, porque ganha muito bem.”</em> &#8211; <strong>Alan Fernandes.&nbsp;</strong></p>



<p class=""><strong>Superiores fazem vista grossa.</strong> O UOL apurou que é comum, dentro das corporações, que os superiores relativizem os &#8220;bicos&#8221; dos policiais, pois boa parte dos agentes também já teve que fazer isso em algum momento da carreira. Há um consenso de que as condições trabalhistas facilitam o cenário.</p>



<p class=""><em>“Em regra, há acordo tácito. Se o policial não der problema na atividade dele, não vai dar nada. Se você cometer um crime ou se chegar uma denúncia, você vai ser punido. O policial sabe disso. A punição é um a três dias de detenção, em que o policial tem que permanecer no quartel na folga dele. É um risco que ele assume.”</em> &#8211; <strong>Alan Fernandes</strong></p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Fonte: Uol | Reprodução</strong></p>



<p class=""><a href="https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2025/06/03/policiais-bicos-sp.htm">https://noticias.uol.com.br/cotidiano/ultimas-noticias/2025/06/03/policiais-bicos-sp.htm</a></p>
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		<title>Quando o bico na segurança privada por PMs vira crime</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Nov 2024 20:36:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Privada]]></category>
		<category><![CDATA[#RevistaSSP]]></category>
		<category><![CDATA[PM]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança irregular]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança privada]]></category>
		<category><![CDATA[Vigilante]]></category>
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					<description><![CDATA[O Coronel da reserva da Polícia Militar (PM), ex-comandante das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) e atualmente deputado federal pelo PP, Coronel Telhada nunca escondeu que atuou como segurança privada durante sua carreira na PM. Ele foi responsável pela segurança do apresentador Augusto Liberato, o Gugu, por 15 anos, desenvolvendo também uma relação de confiança e amizade com ele. O assunto voltou ao debate recentemente, após policiais militares serem flagrados fazendo a segurança de Vinícius Gritzbach, delator do Primeiro Comando da Capital (PCC), assassinado no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, há 10 dias. Em entrevista ao Metrópoles, Telhada revelou que chegou a ser punido e preso no quartel por realizar atividades paralelas, algo proibido pelo regulamento da corporação. &#8220;Todos nós que fazemos ou fizemos bico, sabemos que é público e notório que é proibido”, afirmou. Necessidade financeira e o &#8220;bico&#8221; como alternativa Telhada destacou que muitos policiais recorrem ao trabalho extra para complementar a renda, especialmente em períodos de salários defasados. Ele afirmou que, no passado, cerca de 70% dos policiais militares faziam segurança privada no horário de folga. &#8220;Mil vezes o homem fazer uma segurança, um trabalho na hora de folga do que ficar bebendo, tomando cachaça em boteco, arrumando problema, arrumando briga&#8221;, argumentou. No entanto, ele ressaltou que há limites “éticos” e legais para essas atividades, como evitar trabalhar para pessoas suspeitas de envolvimento com o crime organizado, bicheiros, contrabandistas ou atuar na escolta de dinheiro em espécie e joias. Punições e a conciliação com o serviço público O coronel admitiu que já foi punido várias vezes por realizar trabalhos paralelos, mas enfatizou que nunca se envolveu em atividades ilegais. Para ele, o bico sempre foi uma forma de buscar melhores condições de vida, embora reconheça os riscos de conciliar as duas funções.&#160; &#8220;A gente trabalhava forte no bico e trabalhava forte na PM, fazendo com que a gente desenvolvesse da melhor maneira possível. Então, para mim, nunca houve nenhum tipo de problema em fazer bico e trabalhar na hora de folga.&#8221;, destacou. Atuação de PMs em bicos para pessoas investigadas&#160; Comentando casos como o de Gritzbach, Telhada classificou como &#8220;totalmente irregular&#8221; a atuação de policiais para indivíduos ligados ao crime organizado. Ele lembrou episódios em que policiais foram presos por fazer segurança para contrabandistas.&#160; “Você fazer bico é irregular, é punição disciplinar, você vai ficar preso na polícia. Agora, você trabalhar com uma pessoa envolvida com o crime, trabalhar com uma pessoa que tem ligações com o crime, que é criminoso. (&#8230;) Você comete um crime também e vai responder por esse crime.” A importância de cautela e critério Para Telhada, a escolha de serviços extras exige cuidado. &#8220;Quando a gente era convidado para um bico, para fazer uma segurança, a gente sempre levantava onde era, com quem era, por que era, qual o motivo, qual o serviço.&#8221;, afirmou.&#160; Ele reiterou que, embora o bico seja uma infração disciplinar, ele não pode estar atrelado a práticas criminosas. &#8220;Mesmo o bico, apesar de ser uma infração disciplinar, ele não pode ser com cometimento de crime. Ele não pode ser junto com criminosos. Aí, você se nivela no mesmo patamar e vai responder por isso.&#8221; Leia a entrevista na íntegra em: https://www.metropoles.com/sao-paulo/nunca-foi-vergonha-defende-ex-comandante-da-rota-sobre-bico-na-pm Por Revista SSP]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="">O Coronel da reserva da Polícia Militar (PM), ex-comandante das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) e atualmente deputado federal pelo PP, Coronel Telhada nunca escondeu que atuou como segurança privada durante sua carreira na PM. Ele foi responsável pela segurança do apresentador Augusto Liberato, o Gugu, por 15 anos, desenvolvendo também uma relação de confiança e amizade com ele.</p>



<p class="">O assunto voltou ao debate recentemente, após policiais militares serem flagrados fazendo a segurança de Vinícius Gritzbach, delator do Primeiro Comando da Capital (PCC), assassinado no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, há 10 dias.</p>



<p class="">Em entrevista ao Metrópoles, Telhada revelou que chegou a ser punido e preso no quartel por realizar atividades paralelas, algo proibido pelo regulamento da corporação. &#8220;<em>Todos nós que fazemos ou fizemos bico, sabemos que é público e notório que é proibido”</em>, afirmou.</p>



<p class=""><strong>Necessidade financeira e o &#8220;bico&#8221; como alternativa</strong></p>



<p class="">Telhada destacou que muitos policiais recorrem ao trabalho extra para complementar a renda, especialmente em períodos de salários defasados. Ele afirmou que, no passado, cerca de 70% dos policiais militares faziam segurança privada no horário de folga.<em> &#8220;Mil vezes o homem fazer uma segurança, um trabalho na hora de folga do que ficar bebendo, tomando cachaça em boteco, arrumando problema, arrumando briga&#8221;</em>, argumentou.</p>



<p class="">No entanto, ele ressaltou que há limites “éticos” e legais para essas atividades, como evitar trabalhar para pessoas suspeitas de envolvimento com o crime organizado, bicheiros, contrabandistas ou atuar na escolta de dinheiro em espécie e joias.</p>



<p class=""><strong>Punições e a conciliação com o serviço público</strong></p>



<p class="">O coronel admitiu que já foi punido várias vezes por realizar trabalhos paralelos, mas enfatizou que nunca se envolveu em atividades ilegais. Para ele, o bico sempre foi uma forma de buscar melhores condições de vida, embora reconheça os riscos de conciliar as duas funções.&nbsp;</p>



<p class=""><em>&#8220;A gente trabalhava forte no bico e trabalhava forte na PM, fazendo com que a gente desenvolvesse da melhor maneira possível. Então, para mim, nunca houve nenhum tipo de problema em fazer bico e trabalhar na hora de folga.&#8221;</em>, destacou.</p>



<p class=""><strong>Atuação de PMs em bicos para pessoas investigadas&nbsp;</strong></p>



<p class="">Comentando casos como o de Gritzbach, Telhada classificou como &#8220;totalmente irregular&#8221; a atuação de policiais para indivíduos ligados ao crime organizado. Ele lembrou episódios em que policiais foram presos por fazer segurança para contrabandistas.&nbsp;</p>



<p class=""><em>“Você fazer bico é irregular, é punição disciplinar, você vai ficar preso na polícia. Agora, você trabalhar com uma pessoa envolvida com o crime, trabalhar com uma pessoa que tem ligações com o crime, que é criminoso. (&#8230;) Você comete um crime também e vai responder por esse crime.”</em></p>



<p class=""><strong>A importância de cautela e critério</strong></p>



<p class="">Para Telhada, a escolha de serviços extras exige cuidado.<em> &#8220;Quando a gente era convidado para um bico, para fazer uma segurança, a gente sempre levantava onde era, com quem era, por que era, qual o motivo, qual o serviço.&#8221;</em>, afirmou.&nbsp;</p>



<p class="">Ele reiterou que, embora o bico seja uma infração disciplinar, ele não pode estar atrelado a práticas criminosas. &#8220;Mesmo o bico, apesar de ser uma infração disciplinar, ele não pode ser com cometimento de crime. Ele não pode ser junto com criminosos. Aí, você se nivela no mesmo patamar e vai responder por isso.&#8221;</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Leia a entrevista na íntegra em: </strong><br><a href="https://www.metropoles.com/sao-paulo/nunca-foi-vergonha-defende-ex-comandante-da-rota-sobre-bico-na-pm">https://www.metropoles.com/sao-paulo/nunca-foi-vergonha-defende-ex-comandante-da-rota-sobre-bico-na-pm</a></p>



<p class=""><strong>Por Revista SSP</strong></p>



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