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	<title>Reconhecimento facial &#8211; Revista Sucesso na Segurança Privada</title>
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	<description>O melhor da Segurança Privada na palma da sua mão!</description>
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	<title>Reconhecimento facial &#8211; Revista Sucesso na Segurança Privada</title>
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		<title>Espírito Santo alcança 500 prisões por meio da tecnologia de reconhecimento facial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Nov 2025 16:54:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Segurança Privada]]></category>
		<category><![CDATA[Reconhecimento facial]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SSP]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo do Estado alcançou a marca de 500 prisões realizadas com o apoio da tecnologia de reconhecimento facial no Espírito Santo. Os mandados foram cumpridos em vias de grande circulação e nos coletivos do sistema Transcol, onde câmeras com a tecnologia estão instaladas, com a atuação integrada de policiais militares, civis e guardas municipais. “Chegamos a essa marca expressiva de prisões realizadas com o apoio do reconhecimento facial. É a tecnologia sendo usada de forma responsável para qualificar a ação policial, reduzir a impunidade e retirar de circulação pessoas que respondem por crimes graves. Esse é um resultado que vem de planejamento, investimento e integração das nossas forças de segurança”, afirmou o governador Renato Casagrande. Com o investimento em tecnologia de ponta pelo Governo do Estado, aliado à criação de protocolos e operações específicas, as forças de segurança têm retirado de circulação criminosos procurados por crimes graves. Entre os casos, destacam-se tráfico de drogas (104), roubo (88), homicídio (66), furto (24) e estupro (21). “Esse é um recado claro aos criminosos: no Espírito Santo não há espaço para a impunidade. Vamos seguir evoluindo com investimentos, integração e inteligência para avançarmos ainda mais. Nossas forças de segurança estão valorizadas, empenhadas e equipadas. Os números mostram isso com a redução de homicídios e outros indicadores de violência. Vamos seguir trabalhando para tornar o Espírito Santo um dos estados mais seguros do Brasil”, destacou o vice-governador e coordenador do Programa Estado Presente, Ricardo Ferraço. O secretário de Estado da Segurança Pública e Defesa Social, Leonardo Damasceno, ressaltou que a tecnologia contribui diretamente para o combate à impunidade, além de aumentar a segurança das equipes durante as abordagens. “A câmera não prende ninguém, mas ela nos ajuda muito ao identificar e reconhecer um foragido. Criamos um protocolo de abordagem em que a pessoa só é conduzida após o policial ter 100% de certeza da identificação. Com isso, evitamos injustiças e combatemos a impunidade. Pessoas que estavam há anos sem cumprir a pena, circulando livremente, agora estão atrás das grades. É um investimento que eleva a Segurança Pública do Espírito Santo a um novo patamar”, explicou Damasceno. Atualmente, mais de 700 câmeras estão em funcionamento, transmitindo imagens em tempo real para o Núcleo de Intervenções Rápidas (NIR) da Secretaria da Segurança Pública. As informações são repassadas diretamente às equipes em campo, aumentando a eficiência das operações e a sensação de segurança da população. Fonte: Governo do ES &#124; Reprodução https://www.es.gov.br/Noticia/espirito-santo-alcanca-500-prisoes-por-meio-da-tecnologia-de-reconhecimento-facial]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="">O Governo do Estado alcançou a marca de 500 prisões realizadas com o apoio da tecnologia de reconhecimento facial no Espírito Santo. Os mandados foram cumpridos em vias de grande circulação e nos coletivos do sistema Transcol, onde câmeras com a tecnologia estão instaladas, com a atuação integrada de policiais militares, civis e guardas municipais.</p>



<p class="">“Chegamos a essa marca expressiva de prisões realizadas com o apoio do reconhecimento facial. É a tecnologia sendo usada de forma responsável para qualificar a ação policial, reduzir a impunidade e retirar de circulação pessoas que respondem por crimes graves. Esse é um resultado que vem de planejamento, investimento e integração das nossas forças de segurança”, afirmou o governador Renato Casagrande.</p>



<p class="">Com o investimento em tecnologia de ponta pelo Governo do Estado, aliado à criação de protocolos e operações específicas, as forças de segurança têm retirado de circulação criminosos procurados por crimes graves. Entre os casos, destacam-se tráfico de drogas (104), roubo (88), homicídio (66), furto (24) e estupro (21).</p>



<p class="">“Esse é um recado claro aos criminosos: no Espírito Santo não há espaço para a impunidade. Vamos seguir evoluindo com investimentos, integração e inteligência para avançarmos ainda mais. Nossas forças de segurança estão valorizadas, empenhadas e equipadas. Os números mostram isso com a redução de homicídios e outros indicadores de violência. Vamos seguir trabalhando para tornar o Espírito Santo um dos estados mais seguros do Brasil”, destacou o vice-governador e coordenador do Programa Estado Presente, Ricardo Ferraço.</p>



<p class="">O secretário de Estado da Segurança Pública e Defesa Social, Leonardo Damasceno, ressaltou que a tecnologia contribui diretamente para o combate à impunidade, além de aumentar a segurança das equipes durante as abordagens.</p>



<p class="">“A câmera não prende ninguém, mas ela nos ajuda muito ao identificar e reconhecer um foragido. Criamos um protocolo de abordagem em que a pessoa só é conduzida após o policial ter 100% de certeza da identificação. Com isso, evitamos injustiças e combatemos a impunidade. Pessoas que estavam há anos sem cumprir a pena, circulando livremente, agora estão atrás das grades. É um investimento que eleva a Segurança Pública do Espírito Santo a um novo patamar”, explicou Damasceno.</p>



<p class="">Atualmente, mais de 700 câmeras estão em funcionamento, transmitindo imagens em tempo real para o Núcleo de Intervenções Rápidas (NIR) da Secretaria da Segurança Pública. As informações são repassadas diretamente às equipes em campo, aumentando a eficiência das operações e a sensação de segurança da população.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Fonte: Governo do ES | Reprodução</strong></p>



<p class=""><a href="https://www.es.gov.br/Noticia/espirito-santo-alcanca-500-prisoes-por-meio-da-tecnologia-de-reconhecimento-facial">https://www.es.gov.br/Noticia/espirito-santo-alcanca-500-prisoes-por-meio-da-tecnologia-de-reconhecimento-facial</a></p>
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		<title>Belo Horizonte terá câmeras com reconhecimento facial e de placas por IA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Oct 2025 17:50:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
		<category><![CDATA[Reconhecimento facial]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SSP]]></category>
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					<description><![CDATA[A Prefeitura de Belo Horizonte lançou o programa “Muralha BH”, uma rede de vigilância inteligente que promete transformar a segurança pública da capital mineira. O sistema contará com 12 mil câmeras distribuídas em pontos estratégicos da cidade, praças, parques, escolas, unidades de saúde e principais vias, equipadas com tecnologia de reconhecimento facial, leitura automática de placas veiculares (LPR) e giro de 360°. A primeira fase do projeto já conta com 600 câmeras em operação, e até o fim de 2025 o número deve ultrapassar mil unidades ativas. A previsão é que o sistema completo esteja totalmente operacional até 2026. O diretor-presidente da Prodabel, empresa responsável pela tecnologia, explica que o sistema usará inteligência artificial (IA) para emitir alertas automáticos às autoridades sempre que forem identificadas irregularidades, como veículos furtados, pessoas procuradas pela Justiça ou comportamentos suspeitos.&#160; As imagens serão monitoradas em tempo real pelo Centro de Operações de Belo Horizonte (COP-BH), que reúne representantes da Guarda Municipal, polícias Civil e Militar, Bombeiros, SAMU e outros órgãos públicos. O espaço funcionará 24 horas por dia, permitindo respostas mais rápidas e coordenadas em situações de emergência. O secretário municipal de Segurança e Prevenção, Márcio Lobato, afirmou que o “Muralha BH” é um dos projetos mais modernos de segurança eletrônica do país, capaz de integrar dados e mapear padrões de comportamento criminal. Para o advogado e pesquisador em segurança pública Jorge Tassi, o sucesso do sistema depende da integração entre as polícias e do uso estratégico dos dados coletados. Ele defende que o modelo vai além do policiamento tradicional, podendo auxiliar também em buscas por desaparecidos, prevenção de desastres e até em ações de turismo inteligente. Tassi acredita que, com a instalação das primeiras 1.600 câmeras até dezembro, os efeitos positivos já poderão ser sentidos, como já ocorre em São Paulo com o programa Smart Sampa. Fonte: O Tempo &#124; Reprodução https://www.otempo.com.br/cidades/2025/10/6/bh-tera-sistema-com-reconhecimento-facial-e-monitoramento-de-placas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="">A Prefeitura de Belo Horizonte lançou o programa “Muralha BH”, uma rede de vigilância inteligente que promete transformar a segurança pública da capital mineira. O sistema contará com 12 mil câmeras distribuídas em pontos estratégicos da cidade, praças, parques, escolas, unidades de saúde e principais vias, equipadas com tecnologia de reconhecimento facial, leitura automática de placas veiculares (LPR) e giro de 360°.</p>



<p class="">A primeira fase do projeto já conta com 600 câmeras em operação, e até o fim de 2025 o número deve ultrapassar mil unidades ativas. A previsão é que o sistema completo esteja totalmente operacional até 2026.</p>



<p class="">O diretor-presidente da Prodabel, empresa responsável pela tecnologia, explica que o sistema usará inteligência artificial (IA) para emitir alertas automáticos às autoridades sempre que forem identificadas irregularidades, como veículos furtados, pessoas procuradas pela Justiça ou comportamentos suspeitos.&nbsp;</p>



<p class="">As imagens serão monitoradas em tempo real pelo Centro de Operações de Belo Horizonte (COP-BH), que reúne representantes da Guarda Municipal, polícias Civil e Militar, Bombeiros, SAMU e outros órgãos públicos. O espaço funcionará 24 horas por dia, permitindo respostas mais rápidas e coordenadas em situações de emergência.</p>



<p class="">O secretário municipal de Segurança e Prevenção, Márcio Lobato, afirmou que o “Muralha BH” é um dos projetos mais modernos de segurança eletrônica do país, capaz de integrar dados e mapear padrões de comportamento criminal.</p>



<p class="">Para o advogado e pesquisador em segurança pública Jorge Tassi, o sucesso do sistema depende da integração entre as polícias e do uso estratégico dos dados coletados. Ele defende que o modelo vai além do policiamento tradicional, podendo auxiliar também em buscas por desaparecidos, prevenção de desastres e até em ações de turismo inteligente.</p>



<p class="">Tassi acredita que, com a instalação das primeiras 1.600 câmeras até dezembro, os efeitos positivos já poderão ser sentidos, como já ocorre em São Paulo com o programa Smart Sampa.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Fonte: O Tempo | Reprodução</strong></p>



<p class=""><a href="https://www.otempo.com.br/cidades/2025/10/6/bh-tera-sistema-com-reconhecimento-facial-e-monitoramento-de-placas">https://www.otempo.com.br/cidades/2025/10/6/bh-tera-sistema-com-reconhecimento-facial-e-monitoramento-de-placas</a></p>



<p class=""></p>
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		<title>IA na segurança eletrônica: do reconhecimento de padrões à antecipação de crimes</title>
		<link>https://revistassp.com.br/ia-na-seguranca-eletronica-do-reconhecimento-de-padroes-a-antecipacao-de-crimes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Sep 2025 17:51:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[IA]]></category>
		<category><![CDATA[Inteligência artificial]]></category>
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					<description><![CDATA[Por Nicanor Júnior, Especialista de Soluções da Dahua Technology Brasil A aplicação da inteligência artificial na segurança eletrônica passou, em poucos anos, de uma promessa tecnológica para uma realidade em constante evolução. O avanço dos processadores neurais, tanto em borda quanto em processadores dedicados, tornou possível o treinamento de diferentes algoritmos visuais com alta precisão e desempenho. Hoje, modelos podem ser customizados de forma acessível, seja por meio de soluções de IA generativa, seja pela programação em linguagens de desenvolvimento. Essa evolução abriu caminho para que sistemas de segurança fossem além da simples detecção de objetos, ampliando sua capacidade de compreender contextos e comportamentos. O que antes parecia impossível, hoje é prática comum nas operações de segurança. A grande questão, porém, deixou de ser apenas identificar eventos e passou a ser: como interpretá-los e transformá-los em ação preventiva? Para isso, surgiram algoritmos “sob medida”, adaptados às necessidades de cada operação. Mais do que reconhecer padrões visuais anômalos, eles são capazes de inferir comportamentos suspeitos a partir da correlação de dados. Com o poder da inteligência artificial aplicada à segurança, tornou-se possível correlacionar pessoas, veículos e dados de diferentes fontes. O resultado é a criação de uma verdadeira “teia de relacionamentos”, capaz de revelar padrões de deslocamento, contatos frequentes e atividades rotineiras. Essa visão integrada eleva a segurança a um novo patamar: permite identificar criminosos que dificilmente seriam descobertos por métodos tradicionais, além de transformar a forma como investigações forenses e operações preventivas são conduzidas. Trata-se de um avanço decisivo para a segurança pública e privada, que agora pode se apoiar em soluções mais inteligentes e proativas. A inteligência artificial deixou de ser um recurso experimental e consolidou-se como um pilar da segurança eletrônica moderna. Sua capacidade de antecipar riscos e gerar segurança preditiva redefine o papel da tecnologia no dia a dia das cidades e organizações. O setor caminha para um futuro em que a segurança será cada vez mais preventiva, integrada e eficiente — um futuro em que a tecnologia transforma dados em impacto real e prepara a sociedade para enfrentar os desafios que estão por vir. Fonte: Contábeis &#124; Reprodução https://www.contabeis.com.br/artigos/72843/inteligencia-artificial-revoluciona-a-seguranca-eletronica]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="">Por Nicanor Júnior, Especialista de Soluções da Dahua Technology Brasil</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="">A aplicação da inteligência artificial na segurança eletrônica passou, em poucos anos, de uma promessa tecnológica para uma realidade em constante evolução. O avanço dos processadores neurais, tanto em borda quanto em processadores dedicados, tornou possível o treinamento de diferentes algoritmos visuais com alta precisão e desempenho.</p>



<p class="">Hoje, modelos podem ser customizados de forma acessível, seja por meio de soluções de IA generativa, seja pela programação em linguagens de desenvolvimento. Essa evolução abriu caminho para que sistemas de segurança fossem além da simples detecção de objetos, ampliando sua capacidade de compreender contextos e comportamentos.</p>



<p class="">O que antes parecia impossível, hoje é prática comum nas operações de segurança. A grande questão, porém, deixou de ser apenas identificar eventos e passou a ser: como interpretá-los e transformá-los em ação preventiva?</p>



<p class="">Para isso, surgiram algoritmos “sob medida”, adaptados às necessidades de cada operação. Mais do que reconhecer padrões visuais anômalos, eles são capazes de inferir comportamentos suspeitos a partir da correlação de dados.</p>



<p class="">Com o poder da inteligência artificial aplicada à segurança, tornou-se possível correlacionar pessoas, veículos e dados de diferentes fontes. O resultado é a criação de uma verdadeira “teia de relacionamentos”, capaz de revelar padrões de deslocamento, contatos frequentes e atividades rotineiras. Essa visão integrada eleva a segurança a um novo patamar: permite identificar criminosos que dificilmente seriam descobertos por métodos tradicionais, além de transformar a forma como investigações forenses e operações preventivas são conduzidas.</p>



<p class="">Trata-se de um avanço decisivo para a segurança pública e privada, que agora pode se apoiar em soluções mais inteligentes e proativas.</p>



<p class="">A inteligência artificial deixou de ser um recurso experimental e consolidou-se como um pilar da segurança eletrônica moderna. Sua capacidade de antecipar riscos e gerar segurança preditiva redefine o papel da tecnologia no dia a dia das cidades e organizações.</p>



<p class="">O setor caminha para um futuro em que a segurança será cada vez mais preventiva, integrada e eficiente — um futuro em que a tecnologia transforma dados em impacto real e prepara a sociedade para enfrentar os desafios que estão por vir.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Fonte: Contábeis | Reprodução</strong></p>



<p class=""><a href="https://www.contabeis.com.br/artigos/72843/inteligencia-artificial-revoluciona-a-seguranca-eletronica"><strong>https://www.contabeis.com.br/artigos/72843/inteligencia-artificial-revoluciona-a-seguranca-eletronica</strong></a></p>
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		<title>8 foragidos são presos após reconhecimento facial no estádio do Corinthians</title>
		<link>https://revistassp.com.br/8-foragidos-sao-presos-apos-reconhecimento-facial-no-estadio-do-corinthians/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Sep 2025 17:51:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[Reconhecimento facial]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SSP]]></category>
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					<description><![CDATA[Nos dois últimos jogos de futebol no estádio do Corinthians, a Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP) prendeu oito homens procurados pela Justiça que foram identificados pelo sistema de reconhecimento facial ao tentar entrar na Neo Química Arena, na zona Leste de São Paulo. As prisões acontecem após a instalação do programa Muralha Paulista, no dia 16 de agosto, que é o mesmo que funciona no Allianz Parque, do Palmeiras. Na data, antes da partida do Corinthians contra o Bahia, cinco homens foram presos — um deles era procurado por roubo no Paraná. O homem de 33 anos possui passagem por tráfico de drogas. Outros dois suspeitos foi preso interior do estádio, procurado pelo crime de receptação e com antecedentes criminais por roubo. O programa, da Secretaria da Segurança Pública (SSP), integra e centraliza informações de câmeras e sensores instalados em locais de grandes eventos e nos municípios. O sistema permite identificar e localizar pessoas com mandados de prisão em aberto ou em descumprimento de medidas cautelares. No último domingo (31), quando o clube jogou em São Paulo pelo Campeonato Brasileiro contra o Palmeiras, três torcedores foram identificados como na catraca do estádio e conduzidos pelos policiais. Dois deles estavam com mandados de prisão em aberto, expedidos pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), pelo não pagamento de pensão alimentícia. Os detidos foram encaminhados ao Centro de Detenção Provisória (CDP) de Guarulhos, na Grande São Paulo. O terceiro capturado era procurado por estelionato, com o mandado judicial expedido pela Vara Criminal de Infância e Juventude do Tribunal de Justiça do Paraná, de acordo com a pasta. O foragido foi conduzido ao CDP de Pinheiros, na zona Oeste da capital paulista. Os policiais também detiveram outros três homens com mandados de prisão em aberto pela possibilidade de prisão do devedor de pensão alimentícia. Os detidos foram submetidos ao exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML), e estão à disposição da Justiça. Fonte: CNN Brasil &#124; Reprodução https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/sudeste/sp/8-foragidos-sao-presos-apos-reconhecimento-facial-no-estadio-do-corinthians/#goog_rewarded]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="">Nos dois últimos jogos de futebol no estádio do Corinthians, a Polícia Militar do Estado de São Paulo (PMESP) prendeu oito homens procurados pela Justiça que foram identificados pelo sistema de reconhecimento facial ao tentar entrar na Neo Química Arena, na zona Leste de São Paulo.</p>



<p class="">As prisões acontecem após a instalação do programa Muralha Paulista, no dia 16 de agosto, que é o mesmo que funciona no Allianz Parque, do Palmeiras. Na data, antes da partida do Corinthians contra o Bahia, cinco homens foram presos — um deles era procurado por roubo no Paraná. O homem de 33 anos possui passagem por tráfico de drogas.</p>



<p class="">Outros dois suspeitos foi preso interior do estádio, procurado pelo crime de receptação e com antecedentes criminais por roubo.</p>



<p class="">O programa, da Secretaria da Segurança Pública (SSP), integra e centraliza informações de câmeras e sensores instalados em locais de grandes eventos e nos municípios. O sistema permite identificar e localizar pessoas com mandados de prisão em aberto ou em descumprimento de medidas cautelares.</p>



<p class="">No último domingo (31), quando o clube jogou em São Paulo pelo Campeonato Brasileiro contra o Palmeiras, três torcedores foram identificados como na catraca do estádio e conduzidos pelos policiais. Dois deles estavam com mandados de prisão em aberto, expedidos pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), pelo não pagamento de pensão alimentícia. Os detidos foram encaminhados ao Centro de Detenção Provisória (CDP) de Guarulhos, na Grande São Paulo.</p>



<p class="">O terceiro capturado era procurado por estelionato, com o mandado judicial expedido pela Vara Criminal de Infância e Juventude do Tribunal de Justiça do Paraná, de acordo com a pasta. O foragido foi conduzido ao CDP de Pinheiros, na zona Oeste da capital paulista.</p>



<p class="">Os policiais também detiveram outros três homens com mandados de prisão em aberto pela possibilidade de prisão do devedor de pensão alimentícia. Os detidos foram submetidos ao exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal (IML), e estão à disposição da Justiça.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Fonte: CNN Brasil | Reprodução</strong></p>



<p class=""><a href="https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/sudeste/sp/8-foragidos-sao-presos-apos-reconhecimento-facial-no-estadio-do-corinthians/#goog_rewarded"><strong>https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/sudeste/sp/8-foragidos-sao-presos-apos-reconhecimento-facial-no-estadio-do-corinthians/#goog_rewarded</strong></a></p>



<p class=""></p>
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		<title>Reconhecimento facial e biometria: o que é mito e o que é verdade?</title>
		<link>https://revistassp.com.br/reconhecimento-facial-e-biometria-o-que-e-mito-e-o-que-e-verdade/</link>
					<comments>https://revistassp.com.br/reconhecimento-facial-e-biometria-o-que-e-mito-e-o-que-e-verdade/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Sep 2025 17:48:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[Reconhecimento facial]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SSP]]></category>
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					<description><![CDATA[Por Tironi Paz, Fundador e CEO da Imply Tecnologia Nos últimos anos, o reconhecimento facial e a biometria ganharam espaço em diversos setores no Brasil, como aeroportos, bancos, serviços públicos, estádios, etc. “A tecnologia, que utiliza características únicas de cada pessoa para confirmar sua identidade, passou a ser vista como uma aliada no aumento da segurança, na prevenção de crimes e na melhoria da experiência do usuário”, comenta Tironi Paz, fundador e CEO da Imply Tecnologia.&#160; Recentemente, o governo federal anunciou a obrigatoriedade do cadastro biométrico para concessão, renovação e manutenção de benefícios sociais, conforme previsto no Decreto que regulamenta a Lei nº 15.077/2024. Em todos os casos, o uso desses dados está sujeito à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que garante direitos à privacidade e ao tratamento adequado das informações pessoais. Já no contexto esportivo, a Lei Geral do Esporte (Lei nº 14.597/2023) e regulamentações estaduais já determinam a obrigatoriedade de sistemas de identificação biométrica em arenas e estádios, visando coibir violência e facilitar a identificação de torcedores. Apesar da expansão e das evidências de eficácia, o tema ainda é cercado por desinformação.&#160; Mitos e verdades sobre o reconhecimento facial e biometria Mito: O reconhecimento facial armazena fotos de todos para sempre. Verdade: Sistemas sérios e regulamentados não guardam fotos, mas sim “templates”, representações matemáticas de pontos-chave do rosto ou dados biométricos. Essas informações têm finalidade específica, prazo definido e são protegidas pela LGPD. Mito: A tecnologia pode ser facilmente enganada com fotos ou vídeos. Verdade: Soluções modernas usam liveness detection (detecção de vivacidade), que identifica se a pessoa está realmente presente, bloqueando tentativas de fraude com imagens impressas ou digitais. Mito: O reconhecimento facial só serve para segurança. Verdade: Além de reforçar a segurança, a biometria agiliza processos como check-in automático em eventos, embarque rápido em aeroportos, autenticação bancária e personalização de serviços. Mito: Qualquer empresa pode usar meu rosto como quiser. Verdade: No Brasil, dados biométricos são considerados sensíveis pela LGPD. Seu uso depende de consentimento ou de previsão legal, com obrigação de transparência, segurança e finalidade específica. Mito: Reconhecimento facial é 100% preciso. Verdade: A precisão depende da qualidade das câmeras, do software e das condições de captura e validação utilizadas. Fonte: Crypto ID &#124; Reprodução https://cryptoid.com.br/biometria/reconhecimento-facial-e-biometria-o-que-e-mito-ou-verdade]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class=""><strong>Por Tironi Paz, Fundador e CEO da Imply Tecnologia</strong></p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="">Nos últimos anos, o reconhecimento facial e a biometria ganharam espaço em diversos setores no Brasil, como aeroportos, bancos, serviços públicos, estádios, etc.</p>



<p class="">“A tecnologia, que utiliza características únicas de cada pessoa para confirmar sua identidade, passou a ser vista como uma aliada no aumento da segurança, na prevenção de crimes e na melhoria da experiência do usuário”, comenta Tironi Paz, fundador e CEO da Imply Tecnologia.&nbsp;</p>



<p class="">Recentemente, o governo federal anunciou a obrigatoriedade do cadastro biométrico para concessão, renovação e manutenção de benefícios sociais, conforme previsto no Decreto que regulamenta a Lei nº 15.077/2024. Em todos os casos, o uso desses dados está sujeito à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que garante direitos à privacidade e ao tratamento adequado das informações pessoais.</p>



<p class="">Já no contexto esportivo, a Lei Geral do Esporte (Lei nº 14.597/2023) e regulamentações estaduais já determinam a obrigatoriedade de sistemas de identificação biométrica em arenas e estádios, visando coibir violência e facilitar a identificação de torcedores.</p>



<p class="">Apesar da expansão e das evidências de eficácia, o tema ainda é cercado por desinformação.&nbsp;</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Mitos e verdades sobre o reconhecimento facial e biometria</strong></p>



<p class=""><strong>Mito: </strong>O reconhecimento facial armazena fotos de todos para sempre.</p>



<p class=""><strong>Verdade: </strong>Sistemas sérios e regulamentados não guardam fotos, mas sim “templates”, representações matemáticas de pontos-chave do rosto ou dados biométricos. Essas informações têm finalidade específica, prazo definido e são protegidas pela LGPD.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Mito:</strong> A tecnologia pode ser facilmente enganada com fotos ou vídeos.</p>



<p class=""><strong>Verdade</strong>: Soluções modernas usam liveness detection (detecção de vivacidade), que identifica se a pessoa está realmente presente, bloqueando tentativas de fraude com imagens impressas ou digitais.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Mito: </strong>O reconhecimento facial só serve para segurança.</p>



<p class=""><strong>Verdade:</strong> Além de reforçar a segurança, a biometria agiliza processos como check-in automático em eventos, embarque rápido em aeroportos, autenticação bancária e personalização de serviços.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Mito:</strong> Qualquer empresa pode usar meu rosto como quiser.</p>



<p class=""><strong>Verdade:</strong> No Brasil, dados biométricos são considerados sensíveis pela LGPD. Seu uso depende de consentimento ou de previsão legal, com obrigação de transparência, segurança e finalidade específica.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Mito: </strong>Reconhecimento facial é 100% preciso.</p>



<p class=""><strong>Verdade</strong>: A precisão depende da qualidade das câmeras, do software e das condições de captura e validação utilizadas.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Fonte: Crypto ID | Reprodução</strong></p>



<p class=""><a href="https://cryptoid.com.br/biometria/reconhecimento-facial-e-biometria-o-que-e-mito-ou-verdade">https://cryptoid.com.br/biometria/reconhecimento-facial-e-biometria-o-que-e-mito-ou-verdade</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Reconhecimento facial e biometria: um avanço para a segurança pública e privada no Brasil</title>
		<link>https://revistassp.com.br/reconhecimento-facial-e-biometria-um-avanco-para-a-seguranca-publica-e-privada-no-brasil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Aug 2025 18:17:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[Biometria]]></category>
		<category><![CDATA[Reconhecimento facial]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SSP]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança privada]]></category>
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					<description><![CDATA[O reconhecimento facial e a biometria avançam para a segurança pública e privada por todo o Brasil, se tornando referência O uso de reconhecimento facial e biometria tem crescido em diversas áreas no Brasil, consolidando essas tecnologias como ferramentas relevantes para a segurança pública e privada. Já integradas a ambientes como estádios, aeroportos, bancos e dispositivos pessoais, elas reforçam práticas de identificação e controle com maior agilidade e precisão. Nos eventos esportivos, por exemplo, a obrigatoriedade do sistema em arenas com mais de 20 mil torcedores, prevista pela Lei Geral do Esporte, já demonstra resultados expressivos, com melhorias no controle de acesso e identificação de suspeitos. Na segurança privada, empresas têm incorporado câmeras com inteligência embarcada para identificação de pessoas, localização de desaparecidos e monitoramento de grandes eventos. Em São Paulo, esse tipo de solução contribuiu na localização de dezenas de pessoas. A expansão do uso dessas ferramentas também intensifica discussões sobre responsabilidade no tratamento de dados. A LGPD (Lei Geral da Proteção de Dados) exige transparência no uso de informações biométricas. Dessa forma, é essencial que governos e empresas deixem claro como os dados são armazenados, garantam consentimento informado e adotem sistemas com criptografia e segurança reforçada. Assegura-se que a tecnologia é aplicada de forma ética por meio de sistemas que são seguros e auditáveis. Com isso, o Brasil segue avançando na integração entre inovação tecnológica e responsabilidade social, equilibrando o uso de soluções modernas com a proteção dos direitos dos cidadãos. Fonte: Crypto ID &#124; Reprodução https://cryptoid.com.br/biometria/reconhecimento-facial-e-biometria-avancam-para-a-seguranca]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="">O reconhecimento facial e a biometria avançam para a segurança pública e privada por todo o Brasil, se tornando referência</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="">O uso de reconhecimento facial e biometria tem crescido em diversas áreas no Brasil, consolidando essas tecnologias como ferramentas relevantes para a segurança pública e privada. Já integradas a ambientes como estádios, aeroportos, bancos e dispositivos pessoais, elas reforçam práticas de identificação e controle com maior agilidade e precisão.</p>



<p class="">Nos eventos esportivos, por exemplo, a obrigatoriedade do sistema em arenas com mais de 20 mil torcedores, prevista pela Lei Geral do Esporte, já demonstra resultados expressivos, com melhorias no controle de acesso e identificação de suspeitos.</p>



<p class="">Na segurança privada, empresas têm incorporado câmeras com inteligência embarcada para identificação de pessoas, localização de desaparecidos e monitoramento de grandes eventos. Em São Paulo, esse tipo de solução contribuiu na localização de dezenas de pessoas.</p>



<p class="">A expansão do uso dessas ferramentas também intensifica discussões sobre responsabilidade no tratamento de dados. A LGPD (Lei Geral da Proteção de Dados) exige transparência no uso de informações biométricas. Dessa forma, é essencial que governos e empresas deixem claro como os dados são armazenados, garantam consentimento informado e adotem sistemas com criptografia e segurança reforçada.</p>



<p class="">Assegura-se que a tecnologia é aplicada de forma ética por meio de sistemas que são seguros e auditáveis. Com isso, o Brasil segue avançando na integração entre inovação tecnológica e responsabilidade social, equilibrando o uso de soluções modernas com a proteção dos direitos dos cidadãos.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Fonte: Crypto ID | Reprodução</strong></p>



<p class=""><a href="https://cryptoid.com.br/biometria/reconhecimento-facial-e-biometria-avancam-para-a-seguranca">https://cryptoid.com.br/biometria/reconhecimento-facial-e-biometria-avancam-para-a-seguranca</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Reconhecimento facial se espalha pelo Brasil e levanta debate sobre segurança, privacidade e viés racial</title>
		<link>https://revistassp.com.br/reconhecimento-facial-se-espalha-pelo-brasil-e-levanta-debate-sobre-seguranca-privacidade-e-vies-racial/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Jul 2025 18:05:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[Reconhecimento facial]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SSP]]></category>
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					<description><![CDATA[Tecnologia já ajudou a prender mais de 2.700 pessoas em São Paulo, mas especialistas alertam para riscos de erro e discriminação O uso de câmeras com reconhecimento facial está se tornando cada vez mais presente no cotidiano dos brasileiros. A tecnologia, que conta muitas vezes com inteligência artificial, movimentou R$ 14 bilhões em 2024 &#8211; e já é usada em estádios, condomínios e nas ruas de grandes cidades. A expectativa é de que o mercado cresça mais de 22% em 2025. O Profissão repórter do dia 22/07 investigou como essas câmeras estão sendo usadas na segurança pública e os impactos no dia a dia da população.&#160; A reportagem visitou um laboratório da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) para entender como a tecnologia funciona. Na prática, esse sistema compara imagens captadas pelas câmeras com fotos armazenadas em um banco de dados, analisando características como textura da pele, olhos e boca. Mas o reconhecimento nem sempre é preciso. “Muitos desses algoritmos foram treinados apenas com imagens de pessoas brancas, dificultando o reconhecimento de pessoas negras, indígenas ou asiáticas”, alerta um professor da universidade. Esse viés pode levar a erros graves, como prisões injustas. Além disso, manter o banco de dados atualizado com imagens recentes é essencial para garantir a precisão. A Unicamp também estuda formas de burlar o sistema, como o uso de disfarces ou alterações faciais. “É uma guerra de gato e rato. Antes falsificavam cheques, agora tentam enganar a biometria”, diz o pesquisador. Smart Sampa: mais de 30 mil câmeras conectadas Na capital paulista, o programa Smart Sampa já conta com cerca de 31 mil câmeras — 20 mil públicas e 11 mil privadas — integradas ao sistema da prefeitura. Desde novembro do ano passado, quase 1,5 mil foragidos foram capturados com ajuda da tecnologia. O secretário municipal de Segurança Urbana, Orlando Morando, explica que o sistema cruza imagens em tempo real com um banco de dados da Secretaria de Segurança do Estado. “Mesmo com barba, óculos e boné, a inteligência artificial identificou o chefe de uma quadrilha de furtos em condomínios de luxo”, conta. Para o alerta ser disparado, a similaridade entre as imagens precisa ser de pelo menos 92%. O sistema também já ajudou a localizar 71 pessoas desaparecidas e prendeu mais de 2,7 mil em flagrante. Fonte: G1 &#124; Reprodução https://g1.globo.com/profissao-reporter/noticia/2025/07/23/reconhecimento-facial-se-espalha-pelo-brasil-e-levanta-debate-sobre-seguranca-privacidade-e-vies-racial.ghtml]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="">Tecnologia já ajudou a prender mais de 2.700 pessoas em São Paulo, mas especialistas alertam para riscos de erro e discriminação</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="">O uso de câmeras com reconhecimento facial está se tornando cada vez mais presente no cotidiano dos brasileiros. A tecnologia, que conta muitas vezes com inteligência artificial, movimentou R$ 14 bilhões em 2024 &#8211; e já é usada em estádios, condomínios e nas ruas de grandes cidades. A expectativa é de que o mercado cresça mais de 22% em 2025.</p>



<p class="">O Profissão repórter do dia 22/07 investigou como essas câmeras estão sendo usadas na segurança pública e os impactos no dia a dia da população.&nbsp;</p>



<p class="">A reportagem visitou um laboratório da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) para entender como a tecnologia funciona. Na prática, esse sistema compara imagens captadas pelas câmeras com fotos armazenadas em um banco de dados, analisando características como textura da pele, olhos e boca. Mas o reconhecimento nem sempre é preciso.</p>



<p class=""><em>“Muitos desses algoritmos foram treinados apenas com imagens de pessoas brancas, dificultando o reconhecimento de pessoas negras, indígenas ou asiáticas”</em>, alerta um professor da universidade. Esse viés pode levar a erros graves, como prisões injustas.</p>



<p class="">Além disso, manter o banco de dados atualizado com imagens recentes é essencial para garantir a precisão. A Unicamp também estuda formas de burlar o sistema, como o uso de disfarces ou alterações faciais. <em>“É uma guerra de gato e rato. Antes falsificavam cheques, agora tentam enganar a biometria”, </em>diz o pesquisador.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Smart Sampa: mais de 30 mil câmeras conectadas</strong></p>



<p class="">Na capital paulista, o programa Smart Sampa já conta com cerca de 31 mil câmeras — 20 mil públicas e 11 mil privadas — integradas ao sistema da prefeitura. Desde novembro do ano passado, quase 1,5 mil foragidos foram capturados com ajuda da tecnologia.</p>



<p class="">O secretário municipal de Segurança Urbana, Orlando Morando, explica que o sistema cruza imagens em tempo real com um banco de dados da Secretaria de Segurança do Estado. <em>“Mesmo com barba, óculos e boné, a inteligência artificial identificou o chefe de uma quadrilha de furtos em condomínios de luxo”,</em> conta.</p>



<p class="">Para o alerta ser disparado, a similaridade entre as imagens precisa ser de pelo menos 92%. O sistema também já ajudou a localizar 71 pessoas desaparecidas e prendeu mais de 2,7 mil em flagrante.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Fonte: G1 | Reprodução</strong></p>



<p class=""><a href="https://g1.globo.com/profissao-reporter/noticia/2025/07/23/reconhecimento-facial-se-espalha-pelo-brasil-e-levanta-debate-sobre-seguranca-privacidade-e-vies-racial.ghtml">https://g1.globo.com/profissao-reporter/noticia/2025/07/23/reconhecimento-facial-se-espalha-pelo-brasil-e-levanta-debate-sobre-seguranca-privacidade-e-vies-racial.ghtml</a></p>
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		<item>
		<title>Tecnologia a serviço da segurança: reconhecimento facial prende mais de 400 criminosos em Minas Gerais</title>
		<link>https://revistassp.com.br/tecnologia-a-servico-da-seguranca-reconhecimento-facial-prende-mais-de-400-criminosos-em-minas-gerais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 May 2025 13:11:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[Reconhecimento facial]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SSP]]></category>
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					<description><![CDATA[As câmeras inteligentes, com reconhecimento facial estão instaladas em Bases de Segurança e no sistema de videomonitoramento Mais de 400 pessoas já foram presas pela Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) com o auxílio da tecnologia de reconhecimento facial, ferramenta adotada pelo Governo de Minas, que utiliza câmeras inteligentes para reforçar a segurança no estado. “Este investimento em tecnologia, que teve ótimos resultados durante o Carnaval deste ano, garante mais segurança à população com o cumprimento dos mandados de prisão, que se encontram em aberto. Nossa expectativa é expandir ainda mais este novo mecanismo de segurança”, enfatizou o governador Romeu Zema. A tecnologia que faz a identificação é utilizada pela Polícia Militar desde o início do ano. Trata-se de uma estratégia da corporação para retirar de circulação pessoas com mandados de prisão em aberto. A maioria dessas pessoas responde por crimes como tráfico de drogas, roubo, homicídios e furto. “Em fevereiro, pude acompanhar um dos primeiros testes das câmeras, que são de extrema importância em grandes eventos. A retirada desses infratores das ruas é mais uma demonstração da importância que o Governo de Minas dá à qualidade de vida do cidadão mineiro e do foco em prevenir o crime em todo o estado”, garantiu o vice-governador Mateus Simões. As câmeras inteligentes com reconhecimento facial estão instaladas em Bases de Segurança e no sistema de videomonitoramento. As imagens captadas são enviadas, em tempo real, a uma central de videomonitoramento, sendo processadas e comparadas com o banco de dados da PMMG. Caso haja identificação de indivíduos com mandados de prisão em aberto, os militares que estão no patrulhamento preventivo são acionados, imediatamente, para realizar a abordagem e providências cabíveis. Destacam-se nessas ações duas características principais: a possibilidade de migração da tecnologia para diferentes regiões da cidade, sem custo para a instituição, e a rapidez na identificação e na abordagem dos criminosos. Fonte: De Fato Online &#124; Reprodução https://defatoonline.com.br/tecnologia-a-servico-da-seguranca-reconhecimento-facial-prende-mais-de-400-criminosos-em-minas-gerais/]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="">As câmeras inteligentes, com reconhecimento facial estão instaladas em Bases de Segurança e no sistema de videomonitoramento</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="">Mais de 400 pessoas já foram presas pela Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) com o auxílio da tecnologia de reconhecimento facial, ferramenta adotada pelo Governo de Minas, que utiliza câmeras inteligentes para reforçar a segurança no estado.</p>



<p class=""><em>“Este investimento em tecnologia, que teve ótimos resultados durante o Carnaval deste ano, garante mais segurança à população com o cumprimento dos mandados de prisão, que se encontram em aberto. Nossa expectativa é expandir ainda mais este novo mecanismo de segurança”</em>, enfatizou o governador Romeu Zema.</p>



<p class="">A tecnologia que faz a identificação é utilizada pela Polícia Militar desde o início do ano. Trata-se de uma estratégia da corporação para retirar de circulação pessoas com mandados de prisão em aberto. A maioria dessas pessoas responde por crimes como tráfico de drogas, roubo, homicídios e furto.</p>



<p class=""><em>“Em fevereiro, pude acompanhar um dos primeiros testes das câmeras, que são de extrema importância em grandes eventos. A retirada desses infratores das ruas é mais uma demonstração da importância que o Governo de Minas dá à qualidade de vida do cidadão mineiro e do foco em prevenir o crime em todo o estado”</em>, garantiu o vice-governador Mateus Simões.</p>



<p class="">As câmeras inteligentes com reconhecimento facial estão instaladas em Bases de Segurança e no sistema de videomonitoramento. As imagens captadas são enviadas, em tempo real, a uma central de videomonitoramento, sendo processadas e comparadas com o banco de dados da PMMG.</p>



<p class="">Caso haja identificação de indivíduos com mandados de prisão em aberto, os militares que estão no patrulhamento preventivo são acionados, imediatamente, para realizar a abordagem e providências cabíveis.</p>



<p class="">Destacam-se nessas ações duas características principais: a possibilidade de migração da tecnologia para diferentes regiões da cidade, sem custo para a instituição, e a rapidez na identificação e na abordagem dos criminosos.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Fonte: De Fato Online | Reprodução</strong></p>



<p class=""><a href="https://defatoonline.com.br/tecnologia-a-servico-da-seguranca-reconhecimento-facial-prende-mais-de-400-criminosos-em-minas-gerais/">https://defatoonline.com.br/tecnologia-a-servico-da-seguranca-reconhecimento-facial-prende-mais-de-400-criminosos-em-minas-gerais/</a></p>



<p class=""></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Estudo aponta riscos de tecnologias de reconhecimento facial</title>
		<link>https://revistassp.com.br/estudo-aponta-riscos-de-tecnologias-de-reconhecimento-facial/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 May 2025 18:15:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[Reconhecimento facial]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SSP]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasil tem ao 376 projetos ativos, capazes de vigiar 40% da população Um relatório inédito da Defensoria Pública da União (DPU), em parceria com o Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC), da Universidade Candido Mendes (RJ), alerta para o avanço acelerado e desregulado do reconhecimento facial no Brasil. Intitulado Mapeando a Vigilância Biométrica, o estudo mostra que, até abril de 2025, o país contava com ao menos 376 projetos ativos de reconhecimento facial, com potencial de vigiar quase 83 milhões de pessoas — o equivalente à cerca de 40% da população brasileira. A popularização dessas tecnologias no setor público se intensificou após a realização da Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016. Desde então, municípios, estados e órgãos de segurança vêm adotando sistemas de reconhecimento facial com a justificativa de ampliar a segurança, identificar foragidos e localizar pessoas desaparecidas. No entanto, a pesquisa revela que esse avanço ocorreu sem leis específicas, sem controle externo adequado e com risco real de violações de direitos. Ao todo, os projetos já movimentaram ao menos R$ 160 milhões em investimentos públicos, com dados obtidos em 23 das 27 unidades federativas — Amazonas, Maranhão, Paraíba e Sergipe não responderam ao levantamento feito entre julho e dezembro de 2024. Erros e racismo algorítmico Entre os pontos mais críticos, o relatório destaca o número de erros cometidos pelos sistemas. Foram mapeados 24 casos entre 2019 e abril de 2025 nos quais a tecnologia falhou ao identificar corretamente os rostos capturados pelas câmeras. O caso mais emblemático ocorreu em Aracaju, em 2024, quando o personal trainer João Antônio Trindade Bastos, de 23 anos, foi confundido com um foragido e detido durante um jogo de futebol. Bastos, que é negro, foi revistado e interrogado antes de ser liberado, após confirmar sua identidade. “O reconhecimento facial tem sido amplamente utilizado sem garantir mecanismos que evitem erros graves como prisões injustas”, alerta o relatório, que também aponta para a maior taxa de erro dos sistemas em relação a pessoas negras, indígenas e asiáticas.&#160; Estudos internacionais mostram que as falhas podem ser de 10 a 100 vezes maiores para esses grupos, em comparação com pessoas brancas. Falta de regulamentação Apesar do uso crescente da tecnologia, o Brasil ainda não possui uma legislação específica que regule o uso do reconhecimento facial por órgãos públicos.&#160; Em dezembro de 2024, o Senado aprovou o Projeto de Lei nº 2338/2023, que trata da regulamentação da inteligência artificial. O texto prevê restrições ao uso do reconhecimento facial em espaços públicos, mas abre exceções tão amplas — como em casos de investigação, flagrante, desaparecimento ou recaptura de foragidos — que, na prática, funciona como uma autorização irrestrita. “O projeto, como está, legaliza a vigilância em larga escala, sem garantias reais de controle”, alertam os especialistas da DPU e do CESeC. Segundo eles, o risco é que o país consolide um sistema de vigilância permanente, com pouco ou nenhum controle social. Recomendações e alertas Diante do cenário, o relatório propõe medidas urgentes, como a aprovação de uma lei nacional para regulamentar a vigilância biométrica; a padronização de protocolos; auditorias independentes; transparência nos contratos; e autorização judicial obrigatória para uso das imagens em investigações. Os pesquisadores também defendem a limitação temporal para armazenamento dos dados e o fortalecimento dos mecanismos de fiscalização sobre empresas privadas envolvidas nesses projetos. “Esperamos que esses achados possam não só orientar a tramitação do PL 2338 na Câmara dos Deputados, mas também servir de alerta para os órgãos reguladores e de controle. O relatório evidencia tanto os vieses raciais no uso da tecnologia quanto o mau uso de recursos públicos”, afirma Pablo Nunes, coordenador-geral do CESeC. O debate sobre reconhecimento facial, segundo os autores, não é apenas técnico, mas também ético, social e político. Em um país com histórico de desigualdade racial e falhas sistêmicas na segurança pública, os erros de uma tecnologia sem regulação podem custar caro — especialmente para os que sempre foram mais vigiados. Fonte: Diário da Guanabara &#124; Reprodução https://dgrj.com.br/brasil/estudo-aponta-riscos-de-tecnologias-de-reconhecimento-facial]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="">Brasil tem ao 376 projetos ativos, capazes de vigiar 40% da população</p>



<div style="height:15px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="">Um relatório inédito da Defensoria Pública da União (DPU), em parceria com o Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC), da Universidade Candido Mendes (RJ), alerta para o avanço acelerado e desregulado do reconhecimento facial no Brasil. Intitulado Mapeando a Vigilância Biométrica, o estudo mostra que, até abril de 2025, o país contava com ao menos 376 projetos ativos de reconhecimento facial, com potencial de vigiar quase 83 milhões de pessoas — o equivalente à cerca de 40% da população brasileira.</p>



<p class="">A popularização dessas tecnologias no setor público se intensificou após a realização da Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016. Desde então, municípios, estados e órgãos de segurança vêm adotando sistemas de reconhecimento facial com a justificativa de ampliar a segurança, identificar foragidos e localizar pessoas desaparecidas.</p>



<p class="">No entanto, a pesquisa revela que esse avanço ocorreu sem leis específicas, sem controle externo adequado e com risco real de violações de direitos. Ao todo, os projetos já movimentaram ao menos R$ 160 milhões em investimentos públicos, com dados obtidos em 23 das 27 unidades federativas — Amazonas, Maranhão, Paraíba e Sergipe não responderam ao levantamento feito entre julho e dezembro de 2024.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Erros e racismo algorítmico</strong></p>



<p class="">Entre os pontos mais críticos, o relatório destaca o número de erros cometidos pelos sistemas. Foram mapeados 24 casos entre 2019 e abril de 2025 nos quais a tecnologia falhou ao identificar corretamente os rostos capturados pelas câmeras. O caso mais emblemático ocorreu em Aracaju, em 2024, quando o personal trainer João Antônio Trindade Bastos, de 23 anos, foi confundido com um foragido e detido durante um jogo de futebol. Bastos, que é negro, foi revistado e interrogado antes de ser liberado, após confirmar sua identidade.</p>



<p class="">“O reconhecimento facial tem sido amplamente utilizado sem garantir mecanismos que evitem erros graves como prisões injustas”, alerta o relatório, que também aponta para a maior taxa de erro dos sistemas em relação a pessoas negras, indígenas e asiáticas.&nbsp;</p>



<p class="">Estudos internacionais mostram que as falhas podem ser de 10 a 100 vezes maiores para esses grupos, em comparação com pessoas brancas.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Falta de regulamentação</strong></p>



<p class="">Apesar do uso crescente da tecnologia, o Brasil ainda não possui uma legislação específica que regule o uso do reconhecimento facial por órgãos públicos.&nbsp;</p>



<p class="">Em dezembro de 2024, o Senado aprovou o Projeto de Lei nº 2338/2023, que trata da regulamentação da inteligência artificial. O texto prevê restrições ao uso do reconhecimento facial em espaços públicos, mas abre exceções tão amplas — como em casos de investigação, flagrante, desaparecimento ou recaptura de foragidos — que, na prática, funciona como uma autorização irrestrita.</p>



<p class="">“O projeto, como está, legaliza a vigilância em larga escala, sem garantias reais de controle”, alertam os especialistas da DPU e do CESeC. Segundo eles, o risco é que o país consolide um sistema de vigilância permanente, com pouco ou nenhum controle social.</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Recomendações e alertas</strong></p>



<p class="">Diante do cenário, o relatório propõe medidas urgentes, como a aprovação de uma lei nacional para regulamentar a vigilância biométrica; a padronização de protocolos; auditorias independentes; transparência nos contratos; e autorização judicial obrigatória para uso das imagens em investigações. Os pesquisadores também defendem a limitação temporal para armazenamento dos dados e o fortalecimento dos mecanismos de fiscalização sobre empresas privadas envolvidas nesses projetos.</p>



<p class=""><em>“Esperamos que esses achados possam não só orientar a tramitação do PL 2338 na Câmara dos Deputados, mas também servir de alerta para os órgãos reguladores e de controle. O relatório evidencia tanto os vieses raciais no uso da tecnologia quanto o mau uso de recursos públicos”</em>, afirma Pablo Nunes, coordenador-geral do CESeC.</p>



<p class="">O debate sobre reconhecimento facial, segundo os autores, não é apenas técnico, mas também ético, social e político. Em um país com histórico de desigualdade racial e falhas sistêmicas na segurança pública, os erros de uma tecnologia sem regulação podem custar caro — especialmente para os que sempre foram mais vigiados.</p>



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<p class=""><strong>Fonte: Diário da Guanabara | Reprodução</strong></p>



<p class=""><a href="https://dgrj.com.br/brasil/estudo-aponta-riscos-de-tecnologias-de-reconhecimento-facial"><strong>https://dgrj.com.br/brasil/estudo-aponta-riscos-de-tecnologias-de-reconhecimento-facial</strong></a></p>



<p class=""></p>
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		<title>Ministério Público pede indenização de R$ 15 milhões por supostas irregularidades no reconhecimento facial de alunos de escolas públicas no Paraná</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Apr 2025 18:59:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[Reconhecimento facial]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SSP]]></category>
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					<description><![CDATA[No sistema fornecido por empresa privada, professores tiram foto em um aplicativo de celular em cada aula. Por meio de inteligência artificial, ferramenta registra presença dos estudantes O Ministério Público do Paraná (MP-PR) pediu uma indenização por danos morais coletivos de R$ 15 milhões ao ajuizar uma ação civil pública por possível violação à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) na coleta de biometria facial de estudantes de escolas públicas do estado. O sistema é fornecido por uma empresa privada e usado para controle de presença por reconhecimento facial. A ação foi iniciada pela 3ª Promotoria de Justiça de Campo Mourão, no norte do Paraná, e é destinada para o Estado do Paraná, a Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar) e a empresa Valid Soluções S. A. Segundo o MP, a Celepar fechou um contrato de R$ 4 milhões com a empresa privada para criação e operação do sistema de reconhecimento facial por inteligência artificial. Com aditivos, o valor passou para R$ 12 milhões. No sistema, os professores tiram uma foto em um aplicativo de celular em cada aula. Por meio de inteligência artificial, a ferramenta registra a presença dos estudantes. Conforme a Secretaria Estadual de Educação (Seed), o sistema foi implementado na rede estadual de ensino em 2023 e serve para &#8220;agilizar um processo que até então era manual e otimizar o trabalho do professor dentro de sala de aula&#8221;. Porém, na ação, o Ministério Público afirma que Celepar, Estado e a empresa privada estão infringido a LGPD.&#160; Na ação, a Promotoria de Justiça pede, além da indenização, a suspensão temporária da coleta e tratamento de dados pessoais dos alunos para o reconhecimento facial no procedimento de chamada. O processo foi protocolado, está em fase inicial e aguardando despacho do Juízo responsável. Quatro aspectos de violação da LGPD, segundo o MP A Promotoria de Justiça alega, na ação, que Celepar, Estado e a empresa privada infringem ao menos quatro artigos da LGPD. &#8220;Os propósitos do tratamento de dados biométricos não foram explícitos e informados aos titulares dos dados. Apesar de constar menção à &#8216;frequência escolar&#8217; nas autorizações transcritas, não foi devidamente informado que o registro da frequência seria realizado por meio de reconhecimento facial, tampouco que os dados pessoais utilizados seriam a biometria facial dos alunos&#8221;, afirma a ação. O MP indica ainda que a licitação não justifica a necessidade de o sistema informatizado detectar emoções e atributos faciais, como sorriso, boca aberta, olhos fechados e o uso de acessórios como óculos, chapéu e bigode. Conforme o órgão, a exigência feita pela Celepar constou no processo licitatório que resultou na contratação da empresa. Para a LGPD, informações como essas são consideradas dados pessoais. Por conta disso, só poderiam ser tratadas para uma finalidade legítima e devidamente informada aos donos dos dados, o que, conforme o MP, não aconteceu. O que dizem os citados? A Seed afirma que a ferramenta usada segue padrões e leis de privacidade e segurança de dados. Além disso, reforça que as fotos tiradas pelos professores não ficam armazenadas no dispositivo ou com os docentes, garantindo direito à privacidade dos estudantes. Conforme a Secretaria, as imagens são enviadas ao servidor da Celepar, criptografadas e não há acesso direto a elas, somente via datacenter da Celepar. &#8220;Além de reduzir o tempo de chamada, o objetivo é ter um registro de frequência mais preciso por meio da solução que une inteligência artificial e biometria. Nesse modelo, também não há risco de alguém responder à chamada por outra pessoa. A Secretaria de Estado da Educação não foi notificada sobre possível ação ajuizada pelo Ministério Público do Paraná&#8221;, diz a nota. A Valid S.A. afirmou que ainda não foi oficialmente citada no processo mencionado e que se manifestará nos autos assim que isso acontecer. &#8220;A Valid conta com rigorosos processos para implementação de projetos dos mais diversos tipos, sempre seguindo rigorosamente as leis vigentes&#8221;, reforça a empresa. O g1 procurou a Celepar, mas não teve resposta até a publicação desta reportagem. Fonte: G1 &#124; Reprodução https://g1.globo.com/pr/norte-noroeste/noticia/2025/04/29/mp-pede-indenizacao-supostas-irregularidades-reconhecimento-facial-de-alunos-pr.ghtml]]></description>
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<p class="">No sistema fornecido por empresa privada, professores tiram foto em um aplicativo de celular em cada aula. Por meio de inteligência artificial, ferramenta registra presença dos estudantes</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="">O Ministério Público do Paraná (MP-PR) pediu uma indenização por danos morais coletivos de R$ 15 milhões ao ajuizar uma ação civil pública por possível violação à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) na coleta de biometria facial de estudantes de escolas públicas do estado. O sistema é fornecido por uma empresa privada e usado para controle de presença por reconhecimento facial.</p>



<p class="">A ação foi iniciada pela 3ª Promotoria de Justiça de Campo Mourão, no norte do Paraná, e é destinada para o Estado do Paraná, a Companhia de Tecnologia da Informação e Comunicação do Paraná (Celepar) e a empresa Valid Soluções S. A.</p>



<p class="">Segundo o MP, a Celepar fechou um contrato de R$ 4 milhões com a empresa privada para criação e operação do sistema de reconhecimento facial por inteligência artificial. Com aditivos, o valor passou para R$ 12 milhões.</p>



<p class="">No sistema, os professores tiram uma foto em um aplicativo de celular em cada aula. Por meio de inteligência artificial, a ferramenta registra a presença dos estudantes.</p>



<p class="">Conforme a Secretaria Estadual de Educação (Seed), o sistema foi implementado na rede estadual de ensino em 2023 e serve para <em>&#8220;agilizar um processo que até então era manual e otimizar o trabalho do professor dentro de sala de aula&#8221;</em>.</p>



<p class="">Porém, na ação, o Ministério Público afirma que Celepar, Estado e a empresa privada estão infringido a LGPD.&nbsp;</p>



<p class="">Na ação, a Promotoria de Justiça pede, além da indenização, a suspensão temporária da coleta e tratamento de dados pessoais dos alunos para o reconhecimento facial no procedimento de chamada.</p>



<p class="">O processo foi protocolado, está em fase inicial e aguardando despacho do Juízo responsável.</p>



<div style="height:15px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Quatro aspectos de violação da LGPD, segundo o MP</strong></p>



<p class="">A Promotoria de Justiça alega, na ação, que Celepar, Estado e a empresa privada infringem ao menos quatro artigos da LGPD.</p>



<p class=""><em>&#8220;Os propósitos do tratamento de dados biométricos não foram explícitos e informados aos titulares dos dados. Apesar de constar menção à &#8216;frequência escolar&#8217; nas autorizações transcritas, não foi devidamente informado que o registro da frequência seria realizado por meio de reconhecimento facial, tampouco que os dados pessoais utilizados seriam a biometria facial dos alunos&#8221;</em>, afirma a ação.</p>



<p class="">O MP indica ainda que a licitação não justifica a necessidade de o sistema informatizado detectar emoções e atributos faciais, como sorriso, boca aberta, olhos fechados e o uso de acessórios como óculos, chapéu e bigode.</p>



<p class="">Conforme o órgão, a exigência feita pela Celepar constou no processo licitatório que resultou na contratação da empresa.</p>



<p class="">Para a LGPD, informações como essas são consideradas dados pessoais. Por conta disso, só poderiam ser tratadas para uma finalidade legítima e devidamente informada aos donos dos dados, o que, conforme o MP, não aconteceu.</p>



<div style="height:15px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>O que dizem os citados?</strong></p>



<p class="">A Seed afirma que a ferramenta usada segue padrões e leis de privacidade e segurança de dados. Além disso, reforça que as fotos tiradas pelos professores não ficam armazenadas no dispositivo ou com os docentes, garantindo direito à privacidade dos estudantes.</p>



<p class="">Conforme a Secretaria, as imagens são enviadas ao servidor da Celepar, criptografadas e não há acesso direto a elas, somente via datacenter da Celepar.</p>



<p class=""><em>&#8220;Além de reduzir o tempo de chamada, o objetivo é ter um registro de frequência mais preciso por meio da solução que une inteligência artificial e biometria. Nesse modelo, também não há risco de alguém responder à chamada por outra pessoa. A Secretaria de Estado da Educação não foi notificada sobre possível ação ajuizada pelo Ministério Público do Paraná&#8221;,</em> diz a nota.</p>



<p class="">A Valid S.A. afirmou que ainda não foi oficialmente citada no processo mencionado e que se manifestará nos autos assim que isso acontecer.</p>



<p class=""><em>&#8220;A Valid conta com rigorosos processos para implementação de projetos dos mais diversos tipos, sempre seguindo rigorosamente as leis vigentes&#8221;</em>, reforça a empresa.</p>



<p class="">O g1 procurou a Celepar, mas não teve resposta até a publicação desta reportagem.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Fonte: G1 | Reprodução</strong></p>



<p class=""><a href="https://g1.globo.com/pr/norte-noroeste/noticia/2025/04/29/mp-pede-indenizacao-supostas-irregularidades-reconhecimento-facial-de-alunos-pr.ghtml">https://g1.globo.com/pr/norte-noroeste/noticia/2025/04/29/mp-pede-indenizacao-supostas-irregularidades-reconhecimento-facial-de-alunos-pr.ghtml</a></p>



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