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	<title>#SegurançanasEscolas &#8211; Revista Sucesso na Segurança Privada</title>
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	<description>O melhor da Segurança Privada na palma da sua mão!</description>
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	<title>#SegurançanasEscolas &#8211; Revista Sucesso na Segurança Privada</title>
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		<title>Câmara aprova medidas de segurança nas escolas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Sep 2024 18:08:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (10) um projeto de lei que estabelece diretrizes para a implementação de equipamentos e medidas de segurança visando prevenir e combater a violência nas escolas. A proposta segue agora para o Senado. De autoria do deputado Alfredo Gaspar (União-AL) e outros, o Projeto de Lei 5671/23 foi aprovado na forma de um substitutivo apresentado pelo relator, deputado Alberto Fraga (PL-DF). O texto destina um mínimo de 2% dos recursos comprometidos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) para ações relacionadas a esses equipamentos e medidas de segurança, além da formação e capacitação de profissionais e servidores da segurança pública em atividades relacionadas ao tema. Os recursos também poderão ser utilizados para a prestação de assistência técnica. Para ter acesso aos recursos, estados e municípios deverão desenvolver programas de proteção e segurança escolar e implementar planos de prevenção e combate à violência nas instituições de ensino. Alberto Fraga espera que a proposta proteja os alunos de tragédias que têm ocorrido com maior frequência no país. “É fundamental que os poderes públicos atuem com firmeza para prevenir tragédias em escolas públicas e privadas e que os estudantes e profissionais da educação tenham segurança para desempenhar normalmente suas atividades”, defendeu. Entre as iniciativas de segurança nas escolas, o relator mencionou o “botão de pânico”, a instalação de câmeras, a capacitação de pessoal e a criação de um plano de prevenção e combate à violência no ambiente escolar. Um dos autores do projeto, o deputado Alfredo Gaspar (União-AL), relembrou diversos ataques e episódios de violência em escolas brasileiras desde 2011, que resultaram em mortes e ferimentos de estudantes e professores. &#8220;Para citar apenas alguns destes casos trágicos, o Brasil está doente. Estamos chegando com uma legislação enxuta de diretrizes que impactam diretamente no tempo de resposta, desde o botão de pânico ao treinamento dos nossos professores. Desde a prevenção com videomonitoramento até a padronização de como agir&#8221;, declarou. A deputada Erika Kokay (PT-DF) destacou que a escola deve ser um local de acolhimento, desenvolvimento, cidadania e pensamento crítico, e não de violência. Ela elogiou a participação da sociedade na formulação de um plano para combater a violência. Tipos de equipamentos De acordo com o projeto, as instituições de ensino, tanto públicas quanto privadas, deverão adotar, no mínimo, as seguintes medidas de segurança: Setor de inteligência Outra obrigação prevista no texto é a criação, pelos estados, de uma área específica dentro dos órgãos de inteligência de segurança pública, destinada à prevenção da violência nas escolas, inclusive no ambiente digital. Bunker O deputado Chico Alencar (Psol-RJ) manifestou preocupação com a implementação de dispositivos de vigilância. &#8220;A escola não pode se transformar em um bunker. A instalação de câmeras de segurança por toda a escola pode gerar discriminação e bullying posteriormente&#8221;, alertou. O deputado também se posicionou contra a proposta em relação ao treinamento de pessoal. &#8220;Os docentes carecem muito de atualização. Então a gente pode ter a situação estranha e disfuncional de treinamento para segurança e proteção da escola até com técnicas marciais ou de autodefesa, mas o descuido em relação à atualização docente ao essencial da escola que é a prática pedagógica&#8221;, argumentou. Fonte: Agência Câmara de Notícias https://www.camara.leg.br/noticias/1095829-camara-aprova-medidas-de-seguranca-nas-escolas]]></description>
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<p>A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (10) um projeto de lei que estabelece diretrizes para a implementação de equipamentos e medidas de segurança visando prevenir e combater a violência nas escolas. A proposta segue agora para o Senado.</p>



<p>De autoria do deputado Alfredo Gaspar (União-AL) e outros, o Projeto de Lei 5671/23 foi aprovado na forma de um substitutivo apresentado pelo relator, deputado Alberto Fraga (PL-DF).</p>



<p>O texto destina um mínimo de 2% dos recursos comprometidos do Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) para ações relacionadas a esses equipamentos e medidas de segurança, além da formação e capacitação de profissionais e servidores da segurança pública em atividades relacionadas ao tema. Os recursos também poderão ser utilizados para a prestação de assistência técnica.</p>



<p>Para ter acesso aos recursos, estados e municípios deverão desenvolver programas de proteção e segurança escolar e implementar planos de prevenção e combate à violência nas instituições de ensino.</p>



<p>Alberto Fraga espera que a proposta proteja os alunos de tragédias que têm ocorrido com maior frequência no país. “É fundamental que os poderes públicos atuem com firmeza para prevenir tragédias em escolas públicas e privadas e que os estudantes e profissionais da educação tenham segurança para desempenhar normalmente suas atividades”, defendeu.</p>



<p>Entre as iniciativas de segurança nas escolas, o relator mencionou o “botão de pânico”, a instalação de câmeras, a capacitação de pessoal e a criação de um plano de prevenção e combate à violência no ambiente escolar.</p>



<p>Um dos autores do projeto, o deputado Alfredo Gaspar (União-AL), relembrou diversos ataques e episódios de violência em escolas brasileiras desde 2011, que resultaram em mortes e ferimentos de estudantes e professores. &#8220;Para citar apenas alguns destes casos trágicos, o Brasil está doente. Estamos chegando com uma legislação enxuta de diretrizes que impactam diretamente no tempo de resposta, desde o botão de pânico ao treinamento dos nossos professores. Desde a prevenção com videomonitoramento até a padronização de como agir&#8221;, declarou.</p>



<p>A deputada Erika Kokay (PT-DF) destacou que a escola deve ser um local de acolhimento, desenvolvimento, cidadania e pensamento crítico, e não de violência. Ela elogiou a participação da sociedade na formulação de um plano para combater a violência.</p>



<p><strong>Tipos de equipamentos</strong></p>



<p>De acordo com o projeto, as instituições de ensino, tanto públicas quanto privadas, deverão adotar, no mínimo, as seguintes medidas de segurança:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>instalação de dispositivo emergencial para acionar as autoridades de segurança pública locais em casos de incidentes com múltiplas vítimas (IMV);</li>



<li>instalação de câmeras de videomonitoramento;</li>



<li>capacitação do pessoal responsável pela ativação e operação dos equipamentos de segurança; e</li>



<li>elaboração de planos de prevenção e combate à violência no ambiente escolar.</li>
</ul>



<div style="height:17px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p><strong>Setor de inteligência</strong></p>



<p>Outra obrigação prevista no texto é a criação, pelos estados, de uma área específica dentro dos órgãos de inteligência de segurança pública, destinada à prevenção da violência nas escolas, inclusive no ambiente digital.</p>



<p><strong>Bunker</strong></p>



<p>O deputado Chico Alencar (Psol-RJ) manifestou preocupação com a implementação de dispositivos de vigilância. &#8220;A escola não pode se transformar em um bunker. A instalação de câmeras de segurança por toda a escola pode gerar discriminação e bullying posteriormente&#8221;, alertou.</p>



<p>O deputado também se posicionou contra a proposta em relação ao treinamento de pessoal. &#8220;Os docentes carecem muito de atualização. Então a gente pode ter a situação estranha e disfuncional de treinamento para segurança e proteção da escola até com técnicas marciais ou de autodefesa, mas o descuido em relação à atualização docente ao essencial da escola que é a prática pedagógica&#8221;, argumentou.</p>



<div style="height:60px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p>Fonte: Agência Câmara de Notícias</p>



<p><a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1095829-camara-aprova-medidas-de-seguranca-nas-escolas">https://www.camara.leg.br/noticias/1095829-camara-aprova-medidas-de-seguranca-nas-escolas</a></p>



<p></p>
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		<title>Autor de ataque a creche em Blumenau é condenado a 220 anos de prisão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Aug 2024 19:06:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#ProjetodeLei]]></category>
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		<category><![CDATA[#SegurançanasEscolas]]></category>
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					<description><![CDATA[No mesmo dia, o projeto de lei que torna obrigatória a presença de um profissional de segurança no ambiente escolar volta à pauta da Comissão de Segurança Pública (CSP) De acordo com g1, o acusado de matar quatro crianças de uma creche de Blumenau, no vale do Itajaí, em Santa Catarina, foi condenado em júri popular a 220 anos de prisão em regime inicialmente fechado. O réu não pode recorrer em liberdade. O julgamento ocorreu nesta quinta-feita (29) na cidade.&#160; Ele recebeu pena por quatro homicídios qualificados e cinco tentativas. As qualificadoras são motivo torpe, meio cruel, uso de recurso que dificultou a defesa das vítimas e crime contra menores de 14 anos.&#160; O crime aconteceu em 5 de abriu de 2023. As vítimas tinha entre 4 e 7 anos. O homem se entregou à polícia após o ataque e está preso desde então.&#160; Ainda no dia 29, a Agência do Senado publicou que o projeto de lei que torna obrigatória a presença de um profissional de segurança em ambiente escolar voltará à pauta da Comissão de Segurança Pública (CSP) na próxima terça-feira (3).&#160; Ao justificar o projeto, o seu autor, o senador Mecias de Jesus, afirma que a presença de um profissional de segurança treinado e qualificado para atuar no controle de saídas da escolas é uma medida simples e muito eficaz. Segundo ele, os profissionais poderão identificar e revisar alunos com comportamento alterado, avaliar situações suspeitas e perceber a presença de pessoas estranhas nos arredores da escola. O substitutivo do senador Hamilton Mourão ainda torna obrigatórios, na entrada das instituições de ensino (creches, escolas, universidades e faculdades públicas e privada), o uso de detectores de metais e a presença de um vigilante durante todos os turnos de funcionamento. Caso seja aprovado pela CSP, o projeto seguirá para análise da Comissão de Educação (CE).&#160; Fonte &#124; G1 e Agência do Senado https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2024/08/29/autor-de-ataque-a-creche-em-blumenau-e-condenado-a-220-anos-de-prisao.ghtml https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2024/08/29/csp-volta-a-analisar-obrigatoriedade-de-profissional-de-seguranca-nas-escolas]]></description>
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<p class="has-medium-font-size">No mesmo dia, o projeto de lei que torna obrigatória a presença de um profissional de segurança no ambiente escolar volta à pauta da Comissão de Segurança Pública (CSP)<br></p>



<p>De acordo com g1, o acusado de matar quatro crianças de uma creche de Blumenau, no vale do Itajaí, em Santa Catarina, foi condenado em júri popular a 220 anos de prisão em regime inicialmente fechado. O réu não pode recorrer em liberdade. O julgamento ocorreu nesta quinta-feita (29) na cidade.&nbsp;</p>



<p>Ele recebeu pena por quatro homicídios qualificados e cinco tentativas. As qualificadoras são motivo torpe, meio cruel, uso de recurso que dificultou a defesa das vítimas e crime contra menores de 14 anos.&nbsp;</p>



<p>O crime aconteceu em 5 de abriu de 2023. As vítimas tinha entre 4 e 7 anos. O homem se entregou à polícia após o ataque e está preso desde então.&nbsp;</p>



<p>Ainda no dia 29, a Agência do Senado publicou que o projeto de lei que torna obrigatória a presença de um profissional de segurança em ambiente escolar voltará à pauta da Comissão de Segurança Pública (CSP) na próxima terça-feira (3).&nbsp;</p>



<p>Ao justificar o projeto, o seu autor, o senador Mecias de Jesus, afirma que a presença de um profissional de segurança treinado e qualificado para atuar no controle de saídas da escolas é uma medida simples e muito eficaz. Segundo ele, os profissionais poderão identificar e revisar alunos com comportamento alterado, avaliar situações suspeitas e perceber a presença de pessoas estranhas nos arredores da escola.</p>



<p>O substitutivo do senador Hamilton Mourão ainda torna obrigatórios, na entrada das instituições de ensino (creches, escolas, universidades e faculdades públicas e privada), o uso de detectores de metais e a presença de um vigilante durante todos os turnos de funcionamento.</p>



<p>Caso seja aprovado pela CSP, o projeto seguirá para análise da Comissão de Educação (CE).&nbsp;</p>



<p>Fonte | G1 e Agência do Senado</p>



<p><a href="https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2024/08/29/autor-de-ataque-a-creche-em-blumenau-e-condenado-a-220-anos-de-prisao.ghtml">https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2024/08/29/autor-de-ataque-a-creche-em-blumenau-e-condenado-a-220-anos-de-prisao.ghtml</a></p>



<p><a href="https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2024/08/29/csp-volta-a-analisar-obrigatoriedade-de-profissional-de-seguranca-nas-escolas">https://www12.senado.leg.br/noticias/materias/2024/08/29/csp-volta-a-analisar-obrigatoriedade-de-profissional-de-seguranca-nas-escolas</a></p>
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