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	<title>Tema 1209 &#8211; Revista Sucesso na Segurança Privada</title>
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	<description>O melhor da Segurança Privada na palma da sua mão!</description>
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	<title>Tema 1209 &#8211; Revista Sucesso na Segurança Privada</title>
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		<title>Em protesto, vigilantes cobram recuperação da aposentadoria especial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 May 2025 17:58:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Privada]]></category>
		<category><![CDATA[Aposentadoria Especial]]></category>
		<category><![CDATA[Revista SSP]]></category>
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		<category><![CDATA[Tema 1209]]></category>
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					<description><![CDATA[Profissionais precisam trabalhar quatro décadas para ter direito à aposentadoria, e empresas evitam contratar pessoas com mais de 50 anos Para cobrar o direito à aposentadoria especial por 25 anos de atuação, vigilantes protestaram no centro de Brasília, na manhã desta sexta-feira (30/5). Atualmente, esses profissionais trabalham, em média, durante 40 anos. Diante disso, a categoria luta para recuperar o direito à aposentadoria especial, perdido após a Reforma da Previdência, segundo o Sindicato dos Vigilantes do Distrito Federal (Sindesv-DF). O Sindesv-DF lembrou que, além das questões de saúde relacionadas ao tempo de trabalho, as próprias empresas de segurança têm evitado contratar vigilantes com mais de 50 anos, o que dificulta o alcance do tempo necessário para a aposentadoria. A categoria começou a cobrar o direito judicialmente e, da primeira instância até o Superior Tribunal de Justiça (STJ), conseguiu sentenças favoráveis. Atualmente, porém, o processo se encontra no Supremo Tribunal Federal (STF), sob análise do ministro Kassio Nunes Marques. Fonte: Metrópoles &#124; Reprodução https://www.metropoles.com/distrito-federal/em-protesto-vigilantes-cobram-recuperacao-da-aposentadoria-especial]]></description>
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<p class="">Profissionais precisam trabalhar quatro décadas para ter direito à aposentadoria, e empresas evitam contratar pessoas com mais de 50 anos</p>



<div style="height:20px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="">Para cobrar o direito à aposentadoria especial por 25 anos de atuação, vigilantes protestaram no centro de Brasília, na manhã desta sexta-feira (30/5). Atualmente, esses profissionais trabalham, em média, durante 40 anos.</p>



<p class="">Diante disso, a categoria luta para recuperar o direito à aposentadoria especial, perdido após a Reforma da Previdência, segundo o Sindicato dos Vigilantes do Distrito Federal (Sindesv-DF).</p>



<p class="">O Sindesv-DF lembrou que, além das questões de saúde relacionadas ao tempo de trabalho, as próprias empresas de segurança têm evitado contratar vigilantes com mais de 50 anos, o que dificulta o alcance do tempo necessário para a aposentadoria.</p>



<p class="">A categoria começou a cobrar o direito judicialmente e, da primeira instância até o Superior Tribunal de Justiça (STJ), conseguiu sentenças favoráveis.</p>



<p class="">Atualmente, porém, o processo se encontra no Supremo Tribunal Federal (STF), sob análise do ministro Kassio Nunes Marques.</p>



<div style="height:40px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Fonte: Metrópoles | Reprodução</strong></p>



<p class=""><a href="https://www.metropoles.com/distrito-federal/em-protesto-vigilantes-cobram-recuperacao-da-aposentadoria-especial"><strong>https://www.metropoles.com/distrito-federal/em-protesto-vigilantes-cobram-recuperacao-da-aposentadoria-especial</strong></a></p>



<p class=""></p>
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		<title>Vigilantes fazem manifestação em São Paulo enquanto aguardam decisão do STF sobre aposentadoria especial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2025 20:36:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança Privada]]></category>
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		<category><![CDATA[Tema 1209]]></category>
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					<description><![CDATA[No dia 6 de abril de 2025, vigilantes de todo o Brasil se reuniram no centro de São Paulo em uma manifestação marcada por palavras de ordem, cartazes e o desejo coletivo de justiça. O foco foi a luta pela aposentadoria especial — um direito historicamente conquistado, mas que atualmente não contempla a categoria. Hoje, os vigilantes não têm mais acesso à aposentadoria especial, que permitia o afastamento após 25 anos de contribuição, sem a exigência de idade mínima. Após decisões judiciais desfavoráveis, esse direito foi suspenso, e o que resta é a expectativa em torno do julgamento do Tema 1209 no Supremo Tribunal Federal, que poderá restabelecer o direito da categoria. O voto decisivo está nas mãos do ministro Kássio Nunes Marques que ainda não se posicionou. Essa mudança é considerada um grave retrocesso, pois vigilantes lidam diariamente com situações de risco real à integridade física, seja em vigilância patrimonial, escolta armada ou transporte de valores, muitas vezes sem a estrutura e os equipamentos adequados para sua proteção. Os vigilantes também denunciaram a falta de valorização da profissão, relatando salários defasados, jornadas exaustivas e abusos no ambiente de trabalho, como a cobrança de tarefas adicionais sem a devida remuneração e o não pagamento correto de horas extras. A insegurança no ambiente laboral e a ausência de apoio após ocorrências graves também foi abordada. A manifestação não foi apenas um grito por direitos, mas também uma demonstração de união e força. Mesmo com muitos trabalhadores em serviço ou em outros estados, o apoio à causa foi nacional. O sentimento que marcou o ato foi o de pertencimento e resistência. A categoria quer ser ouvida, reconhecida e respeitada. Afinal, por trás de cada uniforme, há um trabalhador que enfrenta o perigo todos os dias e uma família que depende dele. A luta é por reconhecimento, dignidade e, acima de tudo, justiça. Relembre a história do Tema 1209 no STF O julgamento do Tema 1209, em tramitação no Supremo Tribunal Federal (STF), é aguardado com grande expectativa por vigilantes e diversas outras categorias profissionais que atuam sob risco constante.&#160; Antes da Reforma da Previdência de 2019, algumas decisões judiciais já reconheciam esse direito para trabalhadores que comprovassem exposição habitual a riscos à integridade física. No entanto, a ausência de uma previsão legal expressa gerou insegurança jurídica e interpretações divergentes entre os tribunais. Em 4 de fevereiro de 2025, o ministro André Mendonça determinou a suspensão de um processo envolvendo eletricitários, até que o STF conclua o julgamento do Tema 1209. A decisão final poderá consolidar o entendimento de que a periculosidade é um critério válido para o reconhecimento da aposentadoria especial, o que beneficiaria não apenas os vigilantes, mas também outras categorias como eletricitário, profissionais da área de energia, entre outros. O relator do processo é o ministro Nunes Marques, que deverá elaborar um voto fundamentado e solicitar a inclusão do tema na pauta de julgamento do STF. A partir disso, os ministros irão deliberar se a exposição ao risco, por si só, é suficiente para garantir esse tipo de aposentadoria. O resultado desse julgamento pode representar um marco para os direitos dos trabalhadores que atuam em condições perigosas. O reconhecimento da periculosidade como critério de aposentadoria especial significa mais do que um direito previdenciário: é o reconhecimento do risco real que esses profissionais enfrentam diariamente para proteger, manter e operar estruturas essenciais para o funcionamento do país. Por Revista SSP]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="">No dia 6 de abril de 2025, vigilantes de todo o Brasil se reuniram no centro de São Paulo em uma manifestação marcada por palavras de ordem, cartazes e o desejo coletivo de justiça. O foco foi a luta pela aposentadoria especial — um direito historicamente conquistado, mas que atualmente não contempla a categoria.</p>



<p class="">Hoje, os vigilantes não têm mais acesso à aposentadoria especial, que permitia o afastamento após 25 anos de contribuição, sem a exigência de idade mínima. Após decisões judiciais desfavoráveis, esse direito foi suspenso, e o que resta é a expectativa em torno do julgamento do Tema 1209 no Supremo Tribunal Federal, que poderá restabelecer o direito da categoria. O voto decisivo está nas mãos do ministro Kássio Nunes Marques que ainda não se posicionou.</p>



<p class="">Essa mudança é considerada um grave retrocesso, pois vigilantes lidam diariamente com situações de risco real à integridade física, seja em vigilância patrimonial, escolta armada ou transporte de valores, muitas vezes sem a estrutura e os equipamentos adequados para sua proteção.</p>



<p class="">Os vigilantes também denunciaram a falta de valorização da profissão, relatando salários defasados, jornadas exaustivas e abusos no ambiente de trabalho, como a cobrança de tarefas adicionais sem a devida remuneração e o não pagamento correto de horas extras. A insegurança no ambiente laboral e a ausência de apoio após ocorrências graves também foi abordada.</p>



<p class="">A manifestação não foi apenas um grito por direitos, mas também uma demonstração de união e força. Mesmo com muitos trabalhadores em serviço ou em outros estados, o apoio à causa foi nacional. O sentimento que marcou o ato foi o de pertencimento e resistência. A categoria quer ser ouvida, reconhecida e respeitada. Afinal, por trás de cada uniforme, há um trabalhador que enfrenta o perigo todos os dias e uma família que depende dele. A luta é por reconhecimento, dignidade e, acima de tudo, justiça.</p>



<p class=""><strong>Relembre a história do Tema 1209 no STF</strong></p>



<p class="">O julgamento do Tema 1209, em tramitação no Supremo Tribunal Federal (STF), é aguardado com grande expectativa por vigilantes e diversas outras categorias profissionais que atuam sob risco constante.&nbsp;</p>



<p class="">Antes da Reforma da Previdência de 2019, algumas decisões judiciais já reconheciam esse direito para trabalhadores que comprovassem exposição habitual a riscos à integridade física. No entanto, a ausência de uma previsão legal expressa gerou insegurança jurídica e interpretações divergentes entre os tribunais.</p>



<p class="">Em 4 de fevereiro de 2025, o ministro André Mendonça determinou a suspensão de um processo envolvendo eletricitários, até que o STF conclua o julgamento do Tema 1209. A decisão final poderá consolidar o entendimento de que a periculosidade é um critério válido para o reconhecimento da aposentadoria especial, o que beneficiaria não apenas os vigilantes, mas também outras categorias como eletricitário, profissionais da área de energia, entre outros.</p>



<p class="">O relator do processo é o ministro Nunes Marques, que deverá elaborar um voto fundamentado e solicitar a inclusão do tema na pauta de julgamento do STF. A partir disso, os ministros irão deliberar se a exposição ao risco, por si só, é suficiente para garantir esse tipo de aposentadoria.</p>



<p class="">O resultado desse julgamento pode representar um marco para os direitos dos trabalhadores que atuam em condições perigosas. O reconhecimento da periculosidade como critério de aposentadoria especial significa mais do que um direito previdenciário: é o reconhecimento do risco real que esses profissionais enfrentam diariamente para proteger, manter e operar estruturas essenciais para o funcionamento do país.</p>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class=""><strong>Por Revista SSP</strong></p>



<p class=""></p>
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		<title>Bandidos matam segurança de escola de 76 anos durante tentativa de assalto no Rio de Janeiro / RJ</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Editorial]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Oct 2024 13:49:41 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Segurança Privada]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma gravação das câmeras de segurança capturou o momento em que Damião de Carvalho, de 76 anos, foi abordado por criminosos no estacionamento da Associação Educacional Garriga de Menezes, localizada na Freguesia, Zona Oeste do Rio de Janeiro. As imagens, divulgadas nesta sexta-feira (25), mostram a ação que resultou na morte do idoso, que trabalhava como segurança da instituição. No vídeo, o veículo dos assaltantes entra no local por volta das 5h40. Logo após, três homens descem do carro, sendo que um se dirige em direção a Damião, enquanto os outros dois seguem por lados diferentes. Cerca de 30 segundos depois, os criminosos deixam o estacionamento, abandonando o segurança gravemente ferido. Policiais do 18º BPM (Jacarepaguá) foram acionados assim que o corpo foi encontrado, e a área foi isolada para realização da perícia. A investigação do caso ficou sob responsabilidade da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), que busca identificar os autores e a motivação do crime. Nas redes sociais, moradores e amigos lamentaram profundamente a morte de Damião, destacando sua personalidade prestativa e amigável. “Damião trabalhava como segurança na Rua Araguaia há mais de 40 anos, sendo muito querido e respeitado por todos na região”, comentou uma pessoa. Em nota, a Associação Educacional Garriga de Menezes manifestou pesar pela perda do colaborador e ofereceu condolências à família, informando que ele foi vítima de uma tentativa de assalto nas primeiras horas da manhã. O assassinato de Damião de Carvalho, um vigilante de 76 anos, durante uma tentativa de assalto, pode ser diretamente relacionada ao Tema 1209 do STF, que trata do direito dos vigilantes à aposentadoria especial devido aos riscos envolvidos na profissão. O trágico caso de Damião, que foi morto enquanto trabalhava, exemplifica de maneira contundente a periculosidade enfrentada diariamente por esses profissionais. Mesmo com 76 anos, ele continuava exercendo uma função de alto risco, o que levanta questionamentos sobre as condições de aposentadoria e a falta de proteção adequada para trabalhadores nessa situação. A decisão sobre o Tema 1209 poderá impactar profundamente a vida de vigilantes como Damião, ao definir se eles terão direito à aposentadoria especial em razão da periculosidade do trabalho. Isso garantiria a esses profissionais a possibilidade de se aposentar mais cedo, reconhecendo os riscos à segurança e à vida que enfrentam diariamente. Se aprovada, essa medida poderia ter beneficiado Damião, poupando-o de continuar exposto a situações tão perigosas em idade avançada. Fonte: Enfoco &#124; Reproduçãohttps://enfoco.com.br/noticias/policia/video-mostra-abordagem-a-seguranca-em-escola-no-rio-123123]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="">Uma gravação das câmeras de segurança capturou o momento em que Damião de Carvalho, de 76 anos, foi abordado por criminosos no estacionamento da Associação Educacional Garriga de Menezes, localizada na Freguesia, Zona Oeste do Rio de Janeiro.</p>



<p class="">As imagens, divulgadas nesta sexta-feira (25), mostram a ação que resultou na morte do idoso, que trabalhava como segurança da instituição. No vídeo, o veículo dos assaltantes entra no local por volta das 5h40.</p>



<p class="">Logo após, três homens descem do carro, sendo que um se dirige em direção a Damião, enquanto os outros dois seguem por lados diferentes.</p>



<p class="">Cerca de 30 segundos depois, os criminosos deixam o estacionamento, abandonando o segurança gravemente ferido. Policiais do 18º BPM (Jacarepaguá) foram acionados assim que o corpo foi encontrado, e a área foi isolada para realização da perícia.</p>



<p class="">A investigação do caso ficou sob responsabilidade da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC), que busca identificar os autores e a motivação do crime.</p>



<p class="">Nas redes sociais, moradores e amigos lamentaram profundamente a morte de Damião, destacando sua personalidade prestativa e amigável.</p>



<p class="">“Damião trabalhava como segurança na Rua Araguaia há mais de 40 anos, sendo muito querido e respeitado por todos na região”, comentou uma pessoa.</p>



<p class="">Em nota, a Associação Educacional Garriga de Menezes manifestou pesar pela perda do colaborador e ofereceu condolências à família, informando que ele foi vítima de uma tentativa de assalto nas primeiras horas da manhã.</p>



<p class="">O assassinato de Damião de Carvalho, um vigilante de 76 anos, durante uma tentativa de assalto, pode ser diretamente relacionada ao <strong>Tema 1209</strong> do STF, que trata do direito dos vigilantes à <strong>aposentadoria especial</strong> devido aos riscos envolvidos na profissão.</p>



<p class="">O trágico caso de Damião, que foi morto enquanto trabalhava, exemplifica de maneira contundente a periculosidade enfrentada diariamente por esses profissionais. Mesmo com 76 anos, ele continuava exercendo uma função de alto risco, o que levanta questionamentos sobre as condições de aposentadoria e a falta de proteção adequada para trabalhadores nessa situação.</p>



<p class="">A decisão sobre o <strong>Tema 1209</strong> poderá impactar profundamente a vida de vigilantes como Damião, ao definir se eles terão direito à aposentadoria especial em razão da periculosidade do trabalho. Isso garantiria a esses profissionais a possibilidade de se aposentar mais cedo, reconhecendo os riscos à segurança e à vida que enfrentam diariamente. Se aprovada, essa medida poderia ter beneficiado Damião, poupando-o de continuar exposto a situações tão perigosas em idade avançada.</p>



<figure class="wp-block-video"><video height="480" style="aspect-ratio: 544 / 480;" width="544" controls src="https://revistassp.com.br/wp-content/uploads/2024/10/Video-mostra-abordagem-a-seguranca-em-escola-no-Ri0012312300202410261617.mp4"></video></figure>



<div style="height:50px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="">Fonte: Enfoco | Reprodução<br><a href="https://enfoco.com.br/noticias/policia/video-mostra-abordagem-a-seguranca-em-escola-no-rio-123123">https://enfoco.com.br/noticias/policia/video-mostra-abordagem-a-seguranca-em-escola-no-rio-123123</a></p>
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