A história de Carlos e a visão que custou caro (e como evitar o mesmo erro)
O Sr. Carlos era um pilar no setor de monitoramento. Sua empresa, “Vigiar e Proteger”, era sinônimo de confiança, construída em décadas de trabalho árduo.
Quando a Lei 14.967/24 foi sancionada há um ano, ele ouviu os burburinhos, mas logo seu advogado generalista acalmou: “Fique tranquilo, Sr. Carlos. A lei só vale de verdade quando o Decreto da PF for publicado, e essas coisas demoram. Temos pelo menos um ou dois anos de prazo de adequação.”
A calma dessa informação era um bálsamo. Seu contador e gerentes também não viam urgência, reforçando a sensação de que não era tão crítico assim. O Sr. Carlos se sentia seguro.
Essa convicção, porém, era uma teia invisível. Ele não via, mas seus pilares estavam apoiados em areia movediça.
Na semana passada, durante um evento do setor em Maringá, promovido pelo Núcleo Setorial de Segurança Eletrônica e o SIESE/PR – Sindicato das Empresas de Sistema Eletrônico de Segurança, o Sr. Carlos encontrou Dona Ana, da empresa “Olho Vivo Segurança”.
Ana estava radiante. “Carlos, você nem imagina! Graças ao Clube das Empresas de Sucesso, conseguimos implementar o SAA, preparamos nosso processo de autorização e até ajustamos nossos contratos com a Lei 14.967/24, antes da PF começar a apertar.”
Ela contou sobre uma fiscalização informal que a empresa vizinha sofreu. Nenhuma multa ainda, mas um “alerta” sério sobre como vai ser intensa a fiscalização e o valor das severas multas que serão aplicadas.
O Sr. Carlos sentiu um arrepio. “Mas, Ana, o decreto ainda não saiu, e meu advogado me garantiu que ainda tínhamos tempo!”
Dona Ana sorriu com leveza: “Exatamente, Carlos. Essa é a armadilha. A lei já existe há um ano, e o decreto virá apenas para detalhar, o que vai determinar prazos é a nova portaria.
Não são dois anos, pois temos que contar quantos dias úteis temos até o dia fatal 09/09/27!
E esperar que o advogado generalista, ou o contador, perceba essa especificidade da nossa área é arriscado demais. O que o Dr. Pedrosa nos mostrou no evento do NUSSE que providências já podem ser encaminhadas agora!
Deixar para depois é correr riscos desnecessários, principalmente quanto à revisão dos contratos, que não tem nada a ver com o decreto!”
O rosto do Sr. Carlos se fechou em preocupação. Ele imaginou sua empresa, antes tão sólida, agora correndo o risco de multas inesperadas e de perder vantagem estratégica para concorrentes como Dona Ana, que já estavam blindados.
A tranquilidade virou angústia. “E se meu capital social estiver desatualizado? E se meus contratos estiverem ferindo a lei?”
A Lei 14.967/24 não é uma ameaça distante; é um convite à proatividade que se transformará em ônus para os despreparados.
Com o decreto e a nova portaria da Polícia Federal aguardado para os próximos 20 dias, a janela de oportunidade está se fechando rapidamente.
Não cometa o erro de Sr. Carlos
Sua empresa merece estar na vanguarda da segurança e da conformidade.
Duas boas notícias, a primeira é que o Clube das Empresas de Sucesso oferece a metodologia e o suporte especializado que seu contador ou advogado generalista não podem dar, garantindo sua blindagem antes que seja tarde.
Estamos abrindo apenas 100 vagas exclusivas para Membros Fundadores, com uma mensalidade significativamente abaixo dos R$ 900,00 que serão cobrados. Atenção, 40% dessas vagas já estão preenchidas.
A hora de agir é AGORA! Não espere o decreto.
Envie uma mensagem para minha equipe no WhatsApp e agende sua ligação. Garanta sua vaga no Clube e permita-nos mostrar como transformar a Lei 14.967/24 na sua maior vantagem competitiva.
A segunda boa notícia é que o Evento do NUSSE em Maringá – vai ser no dia 01, e dá tempo de você participar!
LIGUE E RESERVE A SUA VAGA
Mateus Santos – Secretário executivo SIESE-PR – (41) 98703-6783
Clodoaldo Rossi – Diretor de Eventos SIESE-PR – (44) 98839-8504
Veja a programação completa no site: forumtecnologiaeseguranca.com.br
Te vejo no Clube!
Te encontro no Fórum Paranaense de Tecnologia e Segurança!
Por Pedrosa Mentoria












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A comissão de direitos humanos protege quem não tem sentimentos humanos.